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Kill All The Secrets - Capítulo 2.08 - "Help, I'm Alive"





Nome: Kill All The Secrets (Mate Todos Os Segredos).

Número de Temporadas: 3.

Capítulo:  2.08 - " Help, I'm Alive "

Classificação : 16 + - Contem cenas de violência,mortes,sexo,insinuações...

Gênero : Drama,Comédia,Mistério...

Autora: Laura.

Personagens: Ashley (Principal) Brittany (Principal) Nickole (Principal) Lavínia (Vilã) Molly (Coadjuvante) Henri (Principal) Jensen (Principal ) Jared (Principal) Misha (Principal) Ben (Secundário) Chad (Coadjuvante) Lilly (Secundário) Cecy (Secundário) Rene (Secundário) Annie (Secundário) ....

Sinopse: Após os últimos acontecimentos, Ashley, Nickole e Brittany, tem suas vidas viradas de cabeça para baixo, principalmente por terem testemunhado a morte de Lavínia, da qual agora são suspeitas. Como se não bastasse os problemas com a justiça, Ash se vê de frente com seu antigo amor, que volta disposto a tê-la de volta, Jensen sente que Ash está um pouco distante, isso o deixa inseguro, se deparando com uma situação onde as decisões não dependem apenas dele. Nick se sente vazia diante de todos os acontecimentos, principalmente em seu termino com Jared, a Chegada de Misha talvez possa mudar isso, ou apenas complicar tudo ainda mais. Bri como sempre prefere viver em seu mundo onde tudo gira em torno de homens, não que isso seja uma má ideia... Molly tenta usufruir dos bens de Lav, mas não esperava por uma surpresa nada agradável. O trio de amigas no final do primeiro capítulo, se veem de frente com algo que poderia ser julgado impossível de acontecer, quem é ela ? o que ela quer? A última pergunta eu posso responder, brincar com as "culpadas" da morte de Lav.

Considerações: Quando tiver o player nas cenas serão as músicas das cenas,acho que não tem necessidade de ficar colocando toda hora "música da cena",mas como este é o primeiro capítulo tudo Ok.Ainda Sobre as músicas,quando uma cena não tiver música,aproveite a música da cena passada (Até a cena que tiver um novo player),por que eu escolho as músicas pensando nisso.
Onde estiver Look (Exemplo,Look Ashley,Look Das garotas),vocês podem clicar para visualizarem a roupa dos personagens e os Personagens. Quando estiver Casa da Ashley,carro,escola,podem clicar para visualizarem o local onde a cena ocorreu !!!!

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2.08 - " Help, I'm Alive "
"Socorro, Eu Estou Viva"


- Bri !!!! Ash entrava correndo pela biblioteca.
- O que aconteceu ? Ou melhor, o que mais aconteceu? Gargalhava.
- Você não vai acreditar em quem foi presa. Ficava de frente para Bri, que estava sentada em sua mesa.
- Presa pela morte do Chad ?
- Uhun. Balançava a cabeça confirmando.
- Iria dizer a Lav, mas... Pensava. - Não sei.
- A Molly !!!
- What ? Se assustava. - Ok, a songa, que se mostrou uma oportunista e agora assassina?
- Yeah, ela e o Chad estavam se envolvendo... Se sentava na beirada da mesa.
- Como ? Se assustava novamente. - O Chad se envolvendo com ela?
- Sim, ia pedir ela em casamento e tudo.
- Como você ficou sabendo disso?
- Bom, eu escutei pessoas comentando no corredor, ai resolvi ligar para casa, e a Elle me contou certos detalhes.
- E Você acha que foi ela?
- Claro que não, aquela mensagem que recebemos hoje cedo está ai para comprovar isso...
- Mas e se a Molly for a L.B ?
- Por que ela se passaria por uma pessoas morta ?
- Não sei, Ela andava com a Lav, então deve ser farinha do mesmo saco. Concluía. - Mas como que o Patrick a prendeu ? Como ele descobriu que foi a Molly ?
- Ele conversou com os Pais do Chad, descobriu que os dois estavam namorando e logo foi revistar a casa da Lav, chegando Lá, ele encontrou a Molly no porão, limpando a cena do Crime.
- Que horas aconteceu isso ?
- Pela manhã.
- A Moly vai ficar presa ?
- O Patrick está esperando as análises das armas encontrada no local e do sangue chegar, para ver se é compatível com a vítima.
- E se for comprovado ?
- Ela vai ficar presa. Ash descia da mesa.
- Uau, o pior de tudo é que ela está grávida...
- Juro que não sei se sinto pena, justamente pelo bebe, ou se vejo isso como um castigo, por tudo de ruim que ela já fez.
- Vai ter julgamento?
- Patrick está mexendo os pauzinhos dele, dessa vez acho que alguém vai se dar mal. Olhava nos olhos de Bri.
- Credo. Bri se arrepiava. - Mudando de assunto, você saiu da sala de aula apenas para me contar isso ou. Pensava. - É aula do Jensen agora?
- Yeah. Olhava para baixo.
- Aconteceu alguma coisa ?
- Eu não consigo olhar para ele, ele não olha para mim e o clima está super estranho.
- Que situação.
- Eu sei, mas infelizmente preciso voltar para classe, vejo você depois. Bye.
- Bye. A via sair dali.


Relembrando: Look Ash - Look Bri - Biblioteca
...


- Então Molly, já está pronta para falar? Patrick entrava em uma salinha, da qual a acusada era observada por policiais, atrás de um vidro de alta proteção.
- Já disse que não vou falar nada enquanto Meu Advogado não estiver presente. Olhava as unhas.
- Qual é Molly? Se sentava de frente para ela. - Você diz ser inocente, quem é inocente não precisa temer...
- Estou dentro dos meus direitos, não vou falar nada.
- O Doutor Gregory Randolph está fora da cidade, deverá demorar para chegar aqui ainda...
- Não tem problema, posso passar a noite aqui, não ligo,antes uma noite, do que muitas outras, acha que eu não sei, que  vocês só querem um culpado? Dizia cinicamente.
- Tudo bem Molly, faça como você achar melhor. Se levantava da cadeira.
- Xerife. Soldado Andy entrava na salinha, com um envelope nas mãos.
- Sim, alguma novidade ? Se afastava da mesinha.
- O relatório com as armas e sangue encontrado na casa da suspeita acabam de chegar. Passava o envelope para Patrick, que o abria rapidamente, começando a ler os pareceres.
- E Então ? Andy dizia curioso com a expressão de Patrick.
- O Sangue da vítima é compatível, as armas são compatíveis com as que foram usadas no crime, foi encontrado formol no organismo da vítima e as digitais da Molly estão em todas as armas. Patrick dizia em voz alta, fazendo Molly se assustar.
- Eu juro que eu não fiz nada, armaram para mim, eu amava ele, eu nunca faria isso...
- Bom Molly, acho melhor você esperar seu advogado, a coisa está muito séria para seu lado, acho que você já pode ir chamando uma dessas celas de Lar.
- Mas eu sou inocente. Começava a chorar.
- Não é isso que as evidências dizem. Saía dali, esbarrando com o Advogado que Molly havia contratado na porta.
- Sorry. Gregory dizia.
- Não foi nada. Patrick sorria. - Acho bom o Senhor orientar muito bem sua cliente, a situação não está favorável para o lado dela.
- Eu acredito na inocência dela.
- Bom, vou deixar vocês a sós. Patrick saía dali.


Look Molly - Look GregoryLook Patrick
...


- Então. Ash voltava para a sala, se sentando em seu lugar, ao lado de Annie. - Perdi alguma coisa?
- Não, quer dizer, exceto os Sms que as pessoas andam trocando.
- Sobre ?
- A Molly, estão falando cada coisa, tem até uma foto dela dentro do carro da polícia circulando por ai.
- Ai, que dó.
- Também achei muita maldade, sabe, será que ela teria coragem de fazer isso ? Ainda mais grávida? Eu mesmo não a conhecendo, escutei pessoas falando que ela é meio lesada...
- Eu tenho minhas dúvidas, mas não me surpreenderia se ela fizesse isso. Pensava. - E ela não é lesada, se faz de songa.
- Ainda bem que conseguiram a pegar então.
- É... Ash dizia não muito convencida. - O lado bom, se é que pode chamar assim, é que ninguém vai olhar para mim como se eu fosse uma Serial Killer. Ash parava de conversar, ao ver Jensen levantar de sua mesa, caminhando até o centro da sala, começando um discurso.




- Bom, não sei por onde começar, até por que eu sou péssimo para fazer isso.  Jensen sorria timidamente. - Eu gostaria de informá-los, que hoje foi meu último dia dando aula para vocês. Um Som de "Aaaahhhh" era nitidamente escutado. - Quero agradecer todos vocês, pode ter sido um "curto período" o que passei com vocês, mas foi o suficiente para torná-los especiais e marcantes na minha vida. Sorria timidamente. - Afinal, vocês foram minha primeira turma, e isso agente nunca esquece. Quero que todos saibam que eu não estou me afastando do Campus, eu continuarei aqui, mas dando aulas para turmas diferentes. Olhava para Ash, que retribuía o olhar. - Bom, é isso. Escutava o sinal tocar. - Agradeço imensamente a todos vocês, que fizeram dessa minha experiência algo maravilhoso. Jensen terminava seu discurso sendo aplaudido pelos estudantes, que logo em seguida saíam da sala, alguns se despedindo, outros simplesmente saindo...

Relembrando: Look Jensen

- Ash, vamos ? Annie a cutucava, ao perceber que a Colega olhava fixamente na direção de Jensen.
- Oh, pode ir indo, eu vou ficar...
- Ok, até amanhã então. Annie levantava e se despedia de Jensen, saindo da Sala logo em seguida.
- Você não precisava ter feito isso. Ash caminhava até Ele.
- Precisava sim, hoje eu mal consegui me concentrar com sua presença dentro de sala.
- Eu iria trocar de turma, você não precisava. Dizia com os olhos brilhando, de lágrimas.
- Sabe, para você deve ser tudo simples, Eu faço papel de palhaço, e você acha tudo uma brincadeira engraçada.
- Você não é palhaço.
- Oh Yeah, você pode ter a total certeza que sou sim, você fez o que fez, e eu estou aqui, conversando com você.
- Eu. Ash começava a chorar. - Vai ser melhor assim.
- Como você pode dizer isso? Se aproximava dela.
- Por que eu sei que vai, e espero que algum dia você entenda.
- Sabe, eu havia ligado para minha mãe, falando sobre você... Respirava fundo.
- Jensen. Ash o interrompia, deixando algumas lágrimas cair.
- Eu juro que não entendo, se tudo não passou de Joguinhos da sua parte, por que você está chorando?
- Por que... Procurava uma desculpa, não achando nenhuma.
- Diz, diz que tudo que você falou ontem não passou de mentiras da sua parte, por que eu sinto que você não disse o real motivo, você não é uma pessoa fria para fazer aquilo. Se aproximava dela, quase iniciando um beijo.
- Eu terminei com você por eu percebi que estava tudo ficando sério de mais, que eu ia te iludir ainda mais, você não merecia isso. Desvia seu olhar dos olhos dele, percebendo que um beijo poderia se iniciar.
- Quer saber ? Jensen pegava sua pasta em cima da  mesa, sorrindo ironicamente.  - Esquece. Saía dali, deixando Ash sozinha na sala.

...


- Então Molly, como aceitei te defender, eu preciso saber de tudo o que aconteceu, e cada detalhe será importante.
- Eu agradeço Doutor Gregory, mas antes, me diz, qual é minha real situação?
- Complicada,para não dizer muito ruim.
- God, eu juro que não fiz nada. Molly colocava todo o cabelo para trás. - Aquela vadia armou pra mim e eu caí feito idiota. Pensava.
- Ok Molly, me conte qual era sua real situação com o Chad?
- Nós namorávamos,era uma relação normal, com brigas,carinhos, enfim...
- Você está grávida certo? A via confirmar balançando a cabeça. - Esse bebe era dele?
- Não, é de outra pessoa, mas ele sabia.
- Fui informado que você ultimamente está muito paranoica...
- Como já disse, eu estou grávida. Pensava. - Olha, eu sei que você pode achar isso loucura, mas alguém tentou fazer eu abortar o bebe.
- Como? O Advogado dizia incrédulo.
- Alguém entrou na minha casa, trocou meu chá por alguma erva venenosa, afim de fazer eu perder o bebe, e desde então eu estou apavorada, quem no meu lugar não estaria? Nem ouse dizer que eu estou ficando maluca, por que eu não estou.
- Ok, supondo que isso seja verdade, você tem algum inimigo? alguém que gostaria de te fazer mal?
- Não, eu nunca fiz inimizades. Molly evitava falar a verdade por completa, afinal, existe sua própria sujeira embaixo do tapete, que poderia a prejudicar e muito...
- Ninguém ? Época de escola ? Ninguém mesmo?
- Meus problemas de escola eram normais, como toda pessoa tem.
- Mais alguma coisa que seja relevante?
- Tem umas mensagens anonimas...
- Mensagens? Se interessava.
- É, hoje mesmo assim que eu acordei, logo em seguida eu recebi uma mensagem, mandando eu ligar a Tv e me atualizar do último acontecimento.
- Prossiga.
- E mandando eu ir no porão de casa, que tinha uma surpresinha lá.
- E você obviamente foi.
- Sim, e chegando lá eu me deparei com toda aquela cena... Molly contava todo o ocorrido para Gregory, que logo em seguida dava instruções sobre o que dizer, e o que não dizer...


...


- Jared ? Jensen atendia a ligação, descendo a escada, que dá acesso ao estacionamento da Faculdade. - Aconteceu alguma coisa? Estranhava.
- Definitivamente, e eu nem sei o que pensar sobre isso. Dizia sentado na mesa de sua sala no hospital.
- Ok, o que houve?
- Lembra daquele Chad que foi encontrado Morto todo estraçalhado na praça?
- Sim, achei tão brutal.
- Yeah, ainda estou meio perplexo com isso.
- Mas o que esse assassinato tem a ver com sua ligação?
- A Molly foi presa, acusada de ter matado-o.
- Como? Engolia seco. - Sua namoradinha é louca dessa maneira?
- Ela não é minha namoradinha. Se irritava.
- Fine, não precisa se estressar. Parava em frente de seu carro. - Falando sério, o que você está achando disso tudo?

- Não sei, a Molly é meio perturbada, mas isso é muito sujo, até pra ela.
- Pessoas Jared, sempre nos surpreendendo.
- Mas a Molly está mais para uma oportunista do que para uma assassina...
- E o seu filho? Entrava no carro, jogando sua bolsa no banco de trás.
- Já falei que esse filho não é meu.
- Uhun, sei... Dizia ironicamente.
- E você, conversou com a Ash ? Mudava de assunto rapidamente.
- Eu não tenho nada para conversar com ela.
- Eu fui no Campus mais cedo para conversar com ela, e o Jeito que ela me tratou, foi tão grosseiro, quase não parecia aquela Ash doce, meiga, simpática...
- Eu te disse, tudo pra ela foi uma simples brincadeira.
- Talvez você tenha razão. Dizia pensativo. - A Bri terminou o que estava havendo entre nós.
- Por que?
- Ela e a Nick andam brigando e ela não quer que a amizade delas acabe.
- Está vendo, até a maluquinha foi mais honesta do que ... Pensava. - Você sabe quem. Dava partida no carro.
- De certa maneira...
- Depois agente termina essa conversa, estou indo para casa.
- Ok, até mais. Encerrava a ligação.



...


- Bri !!! Nick a via sair da biblioteca. - Já estava indo te chamar para irmos.
- A Ash não está com você? Percebia a ausência da amiga.
- Não, achei que ela estava com você.
- Será que ela e o Jensen, dentro da sala,  fazendo...
- Só na sua mente poluída que isso iria acontecer. Gargalhava.
- Ué... Gargalhava junto. - Você já ficou sabendo? Caminhavam até a sala onde Ash estava.
- Sobre?
- Oh God Nick, em que mundo você vive? Todo mundo só fala disso?
- Eu estava estudando, nem deu tempo para boatos hoje.
- A Molly foi presa, sendo acusada de matar o Chad.
- OMG !!! Se assustava. - Como isso aconteceu?
- Segundo a Ash me disse, o Patrick a pegou com a mão na massa.
- Gente, estou sem palavras agora, Molly virou uma Ex Songa, Killer?
- De songa não tinha nada, e está mais do que na cara que isso é armação da Morta Viva da Lav.
- Mas e se a Molly for a L.B?
- Ai Nick. Paravam em frente a sala onde Ash estava. - Molly era uma oportunista de quinta, não uma assassina.
- É, você tem, razão. Entravam na sala. - Ash?

- O que você faz ai, sentada e chorando? Bri a via em um cantinho, no fundo da sala.
- Eu não estou. Ash se levantava, limpando suas lágrimas.
- O que aconteceu? Nick se preocupava.
- O Jensen saiu daqui agora pouco....
- Ai Ash, me desculpa se isso soar de uma maneira grossa ou indelicada, mas você terminou com ele e do jeito sujo da Lav.
- Eu sei que eu não tenho o direito de estar reclamando, chorando, mas...
- Não fique assim Ash. Nick se aproximava, a olhando nos olhos. - Você fez o que achou certo.
- Ok. Enxugava as lágrimas. - Chega de chorar. Jogava o cabelo para trás.
- Ash, você tem que resolver isso, afinal, Ele é seu professor. Bri se sentava em cima da mesa.
- Não é mais.
- Ele pediu demissão? Nick se assustava.
- Não, ele pediu para trocar seus horários, e vai ser melhor assim, quanto menos eu vê-lo, melhor será.
- Você tem certeza?
- Não, mas é o certo a se fazer Nick. Olhava para baixo.
- Mudando de assunto, o que vamos fazer nesse resto de tarde? Bri se animava.
- Eu tenho que ir no apartamento do Henri.
- What? Nick e Bri se assustavam e diziam juntas.
- Bom, ele me ligou mais cedo, disse que queria me dar a notícia sobre a Reunião dele com o Reitor pessoalmente.
- Você tem certeza que quer ir? Nick dizia receosa.
- Sim, além do mais, eu disse que precisava conversar com Ele também. Saía andando na frente, afim de evitar muitas explicações. - Nick. Ash se virava para trás. - Seu carro está lá em casa certo?
- Uhun.
- Levarei vocês até lá, e depois decidam-se o que irão fazer.
- Pensando melhor Ash, eu vou pegar um Táxi, tenho que fazer algo também.
- Ok, e você Bri?
- Me deixe no Grill, irei me divertir sozinha. Gargalhava.

....

- Então Molly. Patrick a via entrar na sala de depoimentos, acompanhada do advogado. - Pronta para dar sua versão da historia?
- Claro, por que eu sou inocente. Se sentava de frente para Patrick.
- Então. Patrick dava sinal para o escrivão começar a digitar o depoimento. - Molly, vamos começar com o básico, o que você fazia durante a madrugada do dia de hoje?
- Dormia, por que como eu estou muito nervosa devido a minha gestação, ando tomando calmantes.
- E o Chad ? Onde ele estava a última vez que você o viu?
- Ele estava em casa comigo.
- E o que ele fazia?
- Nós jantamos no quarto, por volta de umas Dez e Trinta, depois disso, Ele foi levar a louça para a cozinha, e logo em seguida eu adormeci.
- Vamos lá Molly, você realmente quer que eu acredite nisso?
- Protesto, minha cliente não é obrigada a responder esse tipo de pergunta.
- Fine, vamos ao ponto final dessa historia, o Sangue encontrado em suas mãos, combina perfeitamente com o Sangue da vítima. Patrick se levantava de sua cadeira, jogando a pasta na mesa. - E as armas, são compatíveis com o tipo de corte feito na vítima, que por sinal tem suas digitais. Mantinha um olhar extremamente frio para Molly.
- Molly. Gregory olhava para Ela. - Você tocou nas armas?
- Eu ia jogá-las fora. Dizia em baixo tom de voz.
- Vamos Molly, confesse, que você viu o Chad descer as escadas, o sufocou com Formol, o arrastou até o porão, e por lá fez todo o serviço sujo.
- Protesto, o Xerife não pode culpar minha cliente sem provas mais definitivas.
- Eu tenho todas as provas para coloca-la na cadeia, as armas, a impressão digital, só falta uma coisa para o crime ter sentido. Olhava nos olhos dela. - Um motivo.
-  Molly, para que você ia se livrar das armas? Por que não chamou a polícia? Gregory a olhava.
- Por que eu sabia que isso iria acontecer. Tentava manter a calma. - O que você iria pensar? Não ia ser a primeira coisa que iria vir na sua cabeça? Que eu o matei?





- Padre Collins. Nick entrava na Igreja.
- Nick, Hi. Saía de dentro de um confessionário sorrindo.
- Nós precisamos conversar. Se aproximava dele.
- Eu concordo, acho melhor conversarmos em um lugar mais privado.
- Onde?
- Me siga. Misha caminhava pela igreja, Nick ia logo atrás, até entrarem na sacristia. - Eu imagino que você queira conversar sobre o que aconteceu com a sua amiga? Parava de frente para Ela.
- Também.
- Olha, eu sei que não deveria ter beijado-a, mas tudo aconteceu tão rápido.
- Eu acredito em você, eu já conversei com a Bri também. Sorria timidamente.
- Que bom, por que eu tenho uma notícia para te dar.
- Boa ou ruim?
- Bom, eu liguei para O Arcebispo da Pennsylvania e pedi um afastamento. Sorria para ela.
- Misha, por que você fez isso? Se assustava.

- Primeiro por que, o que eu estou fazendo não é certo, segundo por que eu gosto de você, da sua companhia e eu queria viver isso.
- Você fez por mim? Dizia surpresa.
- Fiz. Sorria perfeitamente.
- Eu não sei o que dizer.O olhava carinhosamente. - E como isso funciona?
- Eu tenho que esperar uma carta chegar, onde me Liberam das funções sacerdotais.
- Mas e caso você se arrependa?
- Eu acho que não vou, mas caso sim, essa carta não é totalmente definitiva, e eu posso voltar a ser Padre novamente.
- Essa carta demora a chegar? Olhava nos olhos dele.
- Creio eu que em torno de Três Meses, Quatro no máximo. Pegava nas mãos dela. - Então, o que você queria dizer? A olhava nos olhos.
- Na verdade, eu ia pedir para você ficar longe de mim, por que você é um Padre... Respirava fundo. - E qualquer um poderia descobrir e você sabe o tumulto que seria.
- E é isso que você ainda quer?
- Se você teve a coragem de fazer isso por mim, claro que não. Sorria.

Oh, Oh, fui a única a reparar que esse sorriso veio com uma dose de decepção? Escondendo a verdade do Misha, Nick? Well, eu sei que suas reais intenções era terminar tudo com Ele, e ir correndo em direção aos braços e beijos de Jared, ainda mais agora, com todo esse tumulto em cima da Molly....

...


- Ash? Henri abria a porta de seu apartamento. - Achei que você não viria. Dizia um pouco surpreso.
- Eu disse que iria vir. Sorria.
- Você quer entrar? Dava caminho para ela.
- Uhun. Passava por ele, entrando na sala, parando no centro dela, se lembrando de muitas coisas...
- Ash? Henri fechava a porta, caminhando até Ela. - Você está bem? Ficava de frente para Ela.
- Tudo ainda está como antes, os móveis, a organização. O olhava nos olhos.
- Nunca mudaria nada aqui, eu gosto de cada lembrança que esse apartamento me trás. Sorria para ela.
- Que saudades dessa época, onde tudo era mais fácil. Dizia com os olhos cheios de lágrimas.
- Como? A puxava pelas mãos, sentando-a no sofá, ao seu lado.
- Eu tornei uma versão mal feita e perdida de mim mesma, eu não sei se o que eu faço é certo, ou errado...
- Ash, o que está acontecendo? Se preocupava.
- Tanta coisa.
- Eu posso ajudar?
- Eu não quero te incomodar, até porque, eu vim aqui para te apoiar, não despejar meus problemas em cima de você.
- Ash, você nunca será um incomodo. Olhava nos olhos dela. - E se eu puder ajudar nisso que está te deixando assim...
- Ok, eu acho que você pode ajudar sim. Olhava nos olhos dele. - Por que você sempre acreditou em mim, nunca me julgou por nada, você sempre fazia as coisas ficarem mais fáceis, mesmo quando elas pareciam não ter saída.
- Ok, o que está acontecendo?
- Você lembra quando eu te disse algumas coisas sobre a Lavínia?
- Sim... Dizia pensativo. - Mas o que isso tem a ver com o assunto de agora?
- Tudo, ela está por trás de todas as mortes.
- Como você sabe? Estranhava.
- Ela confessou para mim e minhas amigas. Olhava para baixo. - E, ela ainda está viva... Ash começava a contar toda a história para Henri, inclusive o real motivo por ter terminado com Jensen...


Relembrando: Look Henri - Henri Apartamento 

...


- Se você tivesse chamado a polícia, iria sim ser uma suspeita, mas pelo fato de ter chamado, mostraria boa vontade, isso que você fez se chama proteger um suposto criminoso, caso você seja inocente.
- Xerife, eu sou uma mulher grávida, onde eu teria forças para derrubar um homem do tamanho do Chad ?
- Talvez você tenha tido algum tipo de ajuda, ou você sabe mais do que quer falar.
- Xerife. Soldado Andy entrava na sala.
- Sim. Se levantava da cadeira.
- Preciso conversar um assunto urgente.
- Ok, Já vou, me espere do lado de fora. O via sair.
- Então Molly, vou deixar você e seu Advogado aqui, pensando, quem sabe não seja algo produtivo. Saía da sala.

- Molly, como você toca nas armas e esquece de mencionar  isso?
- Gregory, eu ia jogar tudo fora, eu estava limpando o Local, mesmo se eu tivesse chamado a polícia, eu iria ser uma suspeita.
- Olhe só, agora você é quase uma culpada.
- Eu vou ficar presa? Se assustava.
- Pelo menos essa noite sim.
- Mas eu não posso.
- Molly, acho muito difícil com todas essas provas contra, um Juíz deixar você responder o processo em liberdade.
- Processo? Se assustava.
- Molly, em que mundo você vive? Essas provas que o Xerife tem contra você são mais do que suficientes para ir a julgamento.
- E agora?
- E agora teremos que usar tudo  e qualquer coisa a seu favor. Gregory se virava para trás, vendo a movimentação de alguns policias em volta de Patrick. - Fique aqui que eu vou ver o fique está acontecendo. Se levantava da  cadeira.
- Ok. Molly o via abrir a porta.
- Xerife, essa movimentação tem a ver com o caso da minha cliente ou...
- A empregada da Molly acabou de ligar. Olhava para Gregory.
- E?
- Assunto confidencial.
- Envolve minha cliente?
- Quem sabe.
- E o que acontece com a Molly?
- Eu já liguei para o Juiz Bobby, pode ir se preparando que dentro de Quatro meses no máximo, ela irá à Julgamento pelo Tribunal Regional... Saía dali rapidamente.


...


- Ash, que historia. Henri se impressionava.
- Você não está me achando maluca, está? Olhava para ele.
- Não, mas é muita coisa para processar. Olhava nos olhos dela. - Por que você não procura a ajuda da polícia?
- Por que, eles não vão acreditar que ela está viva.
- De certa forma. Pensava. - Não tiro a razão deles, eu acredito em você, por que te conheço, e sei quando você fala a verdade.
- Thanks. Sorria para ele. - Sabe que foi bom desabafar isso com alguém que não fosse minhas amigas, Essa historia estava me sufocando de tal maneira...
- Não precisa se explicar, Eu fico feliz por você confiar em mim. Sorria para ela.
- Que indelicadeza a minha. Se lembrava. - Como foi sua reunião com o Reitor?
- Foi boa...
- Você conseguiu ?
- Consegui. Sorria. - Mas vou começar daqui há Três meses, já que um dos professores vai se aposentar.
- Henri, fico feliz por você. Sorria para ele.
- Thanks. A olhava nos olhos. - Posso te fazer uma pergunta? Olhava nos olhos dela.
- Pode.
- Você ainda sente alguma mágoa, raiva ou qualquer ressentimento por mim?
- Não. Sorria. - Tanto é que estou aqui, contando tudo que está acontecendo comigo. Se levantava. - Acho melhor eu ir. Caminhava até a porta, ao perceber o clima ficando estranho.
- Espera. Corria até ela. - Deixa eu abrir a porta. Ficava de frente para ela, abrindo a porta lentamente, se encostando no portal. - Mais uma pergunta. Esticava seu braço, impedindo a passagem dela. - Eu e Você, juntos novamente, isso seria possível ou... A olhava nos olhos.
- Henri. Ash sorria perfeitamente para ele.
- Se você não quer que eu dê o próximo passo, me pare bem agora. Dizia se aproximando dela, Ash olhava nos lindos olhos azuis dele, se perdendo quando seus lábios se encontravam, iniciando um doce beijo, beijo qual Ash podia sentir a intensidade, principalmente de lembranças boas, beijo que mesmo parecendo errado, a fazia sentir segura.  Henri aproveitava cada instante desse beijo, pelo qual almejou por um bom tempo, como era boa a sensação de tê-la em seus braços novamente, de sentir a delicada pele dela, o perfume...
- Awww, que lindo, acho que merecia o Oscar por melhor beijo apaixonado. Jensen destrancava a porta de seu apartamento.
- Jensen. Ash olhava espantada para ele.
- Ah, não se incomodem comigo, já estou entrando. Sorria ironicamente. - Divirtam-se. Fechava a porta.
- Melhor eu ir. Olhava para baixo.
- Você está chateada? Depositava seu dedo indicador no queixo dela, fazendo-a levantar a cabeça, olhando-o nos olhos.
- Não. Dizia um pouco incomodada. - É que, eu terminei com Ele, e agora eu venho aqui, e nós dois nos beijamos... Respirava fundo. - Isso não é certo, nem com você, nem com ele. Apontava a porta do apartamento de Jensen.
- Ash, eu sei muito bem onde estou me metendo, não precisa se preocupar comigo.
- Henri, eu terminei com ele ontem, e já estou aqui. Pensava. - Eu não quero dar um passo maior que minha perna poderá aguentar, Eu não quero iludir você, me iludir...
- Você não está me iludindo, como disse, sei onde estou me metendo.
- É que não parece justo.
- Ash, nós não estamos fazendo votos de casamento, nem de namoro, vamos deixar as coisas fluírem normalmente. Sorria para ela. - Tudo bem para você?
- Yeah, acho que você está certo. Sorria de volta. - Agora, eu preciso ir.
- Posso ligar para você mais tarde?
- Se você quiser, pode. Saía dali. - Bye.

....



- Xerife. Karl abria a porta da casa de Lav. - Graças a Deus o Senhor Chegou.
- Então, qual é a urgência do seu chamado? Passava pela porta.
- Bom, vou explicar tudo do começo.
- Ok. estranhava o comportamento dela.
- Eu fui limpar a parte de cima da casa, onde ficam os quartos, depois de algum tempo fazendo a limpeza, eu comecei a escutar alguns barulhos vindos do Sótão. Tentava manter a Calma. - Ai Deus, vocês vão achar que eu sou uma velha caduca.
- Pode dizer o que aconteceu Karl. Patrick olhava para um policial que estava ao seu lado.
- A princípio eu achei que fossem ratos, só que ao abrir a porta e subir as escadas, a porta que dá acesso ao sótão, estava trancada.
- Prossiga.
- Eu fui procurar a chave, e não achei em lugar algum, quer dizer, achei no quarto da Senhorita Molly. O olhava assustada. - Ao voltar com a chave, eu comecei a escutar algum gemidos.
- Gemidos? Patrick se interessava.
- É, e ao destrancar a porta do sótão, algo estava impedindo a passagem, resolvi perguntar se tinha alguém lá dentro... Karl levava as mãos até o peito, perto do coração. - Acho melhor vocês me seguirem, eu quis chamar a polícia para ver se eu não estou ficando maluca. Karl subia as escadas da sala, caminhando até o corredor, entrando na porta que dá acesso as escadas do sótão. -  É aqui. Apontava, ficava de frente a porta.
- Ok. Patrick se virava para o Policial ao seu lado. - No Três você arrombe a porta com toda força.
- Sim Senhor.
- Um, Dois, Três. Patrick terminava de contar e a porta rapidamente era arrombada.


Look Lav - Sótão - Policial


- Graças a Deus. Lav esticava suas mãos, parando de rastejar pelo chão. - Eu achei que iria morrer aqui. Dizia com uma certa dificuldade, trajando a mesma roupa escolhida para seu funeral. Lav exibia uma aparência não muito saudável, olheiras, a raiz do cabelo já crescida, uma pele pálida...
- Senhorita Lavínia? Karl se assustava. - Mas,como?
- Lavínia Vanderbill? O que a Senhorita faz aqui? Patrick também se assustava.
- A Molly, ela estava me mantendo em cativeiro. Fingia cansaço e dificuldade ao falar. - Ela armou toda a minha morte, ela trocou meu corpo na funerária por pedras...
- Ajude ela a se levantar. Karl a olhava com pena.
- Claro. O Policial se aproximava todo solicito, estendendo sua mão.
- Eu não consigo. Começava a chorar. - Eu não sinto minhas pernas.
- Uau. Patrick ficava sem reação. - Por que a Molly fez isso? Ou Faria?
- Por que eu descobri que ela matou Minha Mãe, Meu Pai e já ia contar a polícia.
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1 comentários:

  1. Sem Estruturas, quando agente acha que a Fic não pode melhorar, eis que surge Lav, com seu plano diabólico. kkkkkkkkkkkkkkkk
    Gente, Ela é muito má, sobrou pra Molly, medo eterno dela. ( E a música da cena que a acharam, combinou super)

    Quase chorei aqui, da Cena Ash e Jensen.

    Nick e Misha são fofos, mas... ai que situação. kkkkkkkkkkk

    Henri e Ash? Mas gente, eu achando que não ia sair coelho desse mato, amo os dois juntos.

    Ihhh Molly, sujou pro seu lado, bem que Lav disse que vc iria se arrepender. kkkkkkkkk mexeu com a garota errada, deu a volta por cima e ressurgiu lindamente, como uma DIVA. kkkkkkkkkkkkkkk
    Será que o plano dela vai dar certo? Ai que vadia. adoooro. kkkkkkkkkkkkkk

    Ai, que capítulo ótimo, amei, amei, amei, ansiosa já pelo próximo. Adorei os Looks, e as músicas. Parabéns.

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