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Kill All The Secrets - Capítulo 2.09 - " Evil Time "







Nome: Kill All The Secrets (Mate Todos Os Segredos).

Número de Temporadas: 3.

Capítulo:  2.09 - " Evil Time "

Classificação : 16 + - Contem cenas de violência,mortes,sexo,insinuações...

Gênero : Drama,Comédia,Mistério...

Autora: Laura.

Personagens: Ashley (Principal) Brittany (Principal) Nickole (Principal) Lavínia (Vilã) Molly (Coadjuvante) Henri (Principal) Jensen (Principal ) Jared (Principal) Misha (Principal) Ben (Secundário) Chad (Coadjuvante) Lilly (Secundário) Cecy (Secundário) Rene (Secundário) Annie (Secundário) ....

Sinopse: Após os últimos acontecimentos, Ashley, Nickole e Brittany, tem suas vidas viradas de cabeça para baixo, principalmente por terem testemunhado a morte de Lavínia, da qual agora são suspeitas. Como se não bastasse os problemas com a justiça, Ash se vê de frente com seu antigo amor, que volta disposto a tê-la de volta, Jensen sente que Ash está um pouco distante, isso o deixa inseguro, se deparando com uma situação onde as decisões não dependem apenas dele. Nick se sente vazia diante de todos os acontecimentos, principalmente em seu termino com Jared, a Chegada de Misha talvez possa mudar isso, ou apenas complicar tudo ainda mais. Bri como sempre prefere viver em seu mundo onde tudo gira em torno de homens, não que isso seja uma má ideia... Molly tenta usufruir dos bens de Lav, mas não esperava por uma surpresa nada agradável. O trio de amigas no final do primeiro capítulo, se veem de frente com algo que poderia ser julgado impossível de acontecer, quem é ela ? o que ela quer? A última pergunta eu posso responder, brincar com as "culpadas" da morte de Lav.

Considerações: Quando tiver o player nas cenas serão as músicas das cenas,acho que não tem necessidade de ficar colocando toda hora "música da cena",mas como este é o primeiro capítulo tudo Ok.Ainda Sobre as músicas,quando uma cena não tiver música,aproveite a música da cena passada (Até a cena que tiver um novo player),por que eu escolho as músicas pensando nisso.
Onde estiver Look (Exemplo,Look Ashley,Look Das garotas),vocês podem clicar para visualizarem a roupa dos personagens e os Personagens. Quando estiver Casa da Ashley,carro,escola,podem clicar para visualizarem o local onde a cena ocorreu !!!!

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2.09 - " Evil Time "
"Tempo Maligno"


- Lavínia, você tem certeza disso que acabou de dizer? Patrick dizia assustado.
- Tenho. Continuava chorando. - Ela fez questão de contar todos os detalhes.
- Nossa, a Senhorita Molly deveria virar atriz,que mentirosa. Karl dizia.
- Onde ela está? Eu preciso sair daqui antes que ela volte...Dizia olhando para os lados.
- Se acalme Senhorita Vanderbill, Molly foi presa.
- Presa? Fingia espanto.
- Ela supostamente matou o namorado, Chad Thompson.
- Oh My Gooood !!!! Lav gritava. - Ela cumpriu o que disse.
- Como? Patrick se aproximava dela, se agachando até o chão.
- O Chad também descobriu que ela matou meus pais, e estava disposto a contar para a polícia, eu lembro de escutar eles discutindo.
- Como você sabe?
- O Chad ajudou a Molly nesse plano sujo contra mim. Tentava não chorar. - Ontem, quando ele apareceu aqui com o jantar, eu contei o que descobri sobre a morte dos meus Pais.
- Espera, por que  Chad a ajudaria nisso?
- Por que ele queria ir para Dartmouth com a Molly, se casar com ela, mas Ele não queria depender dos Pais, eles planejavam me roubar e depois me matar.
- A Senhora pode provar isso?
- Sim, ela me fez assinar um documento, passando essa casa para o nome dela, como se fosse um testamento, e ela pediu a Senha do meu cofre no banco, afim de roubar meu dinheiro, além das jóias que ela vendeu.
- Uau. Patrick dizia impressionado. - Mas, por que ela matou o Chad?
- Por que Eu contei a ele todos os segredos sujos da Molly, e até ele se assustou. Suspirava. - O Chad ficou tão assustado, que resolveu colocar um ponto final nessa minha morte, Ele estava decidido a ir a Polícia . Suspirava sentida. - Assim que a Molly chegou aqui,Chad começou a questioná-la e uma briga se iniciou, foi onde a Molly o ameaçou de morte, caso ele fizesse algum ato estúpido, mas o Chad não deu ouvidos e saiu transtornado daqui. Começava a chorar. - Molly pegou o formol que estava escondido aqui no sótão e saiu correndo atrás do Chad, eles voltaram a brigar e depois eu escutei um barulho de alguém caindo. Continuava a chorar, dando leves suspiros. - Molly voltou aqui, e disse que ia matá-lo, que tudo era minha culpa, que eu deveria ter ficado de boca fechada. Ela se aproximou de mim na cama e fez eu inalar formol. Olhava para o lado. - E eu acordei há poucos minutos atrás.
- Que história. Patrick ficava estático, vendo todos os pontos da história se ligar, e alguns ficarem vagos. - Senhorita Vanderbill.
- Sim.
- Seria muito pedir o seu testemunho no julgamento de Molly Mollyart?
- Claro que não, eu adoraria ajudar a colocar essa monstra atrás das grades.
- Podemos continuar essa conversa depois?
- Sim, estarei a sua disposição.
- Tudo bem. Dizia pensativo.
- Senhor Xerife, será que eu posso fazer um pedido?
- Claro, qual seria?
- Como o Senhor vê, eu estou inválida. Voltava a chorar. - Será que eu poderia me internar em alguma clina de reabilitação? E se não for pedir muito, eu gostaria que o Senhor mantivesse minha sobrevivência em segredo.
- Claro, eu entendo, e já iria sugerir isso. Sorria. - Só peço para que a senhorita informe a clínica na qual irá se internar, assim eu posso terminar nossa conversar por lá.
- Tudo bem. Sorria fracamente. - Karl, você poderia por favor arrumar minha banheira? Gostaria de tomar um bom banho.
- Claro Dona Lavínia.
- E mais um favor, você poderia verificar as melhores clinicas de reabilitação da região?
- Posso sim, com sua licença. Karl saía dali, Lav ia logo atrás, sendo carregada pelo Policial.

...


3 Meses e Meio Depois...


Tempo, uma palavra tão pequena, mas com vários sentidos e significados... De uma coisa podemos ter certeza, O Tempo passa, mesmo quando isso parece impossível... Tempo às vezes, significa nada mais do que aceitar as mudanças que a vida trás, ou então não aceitá-las e continuar olhando para aquilo que tanto lhe prende no passado. O Primeiro exemplo serve para Ashley, que mesmo tendo certeza do que sente, prefere ignorar e tentar seguir em frente, com uma pessoa que Um dia amou, quer dizer, que ainda ama, mas não com a mesma intensidade. Sim, Ela e Henri andam mais próximos, saindo juntos, e de certa forma, talvez seja o certo, visto as condições que L.B. impôs. Jensen preferiu seguir o Segundo exemplo, se prender ao passado, mas quem pode culpá-lo? quando se encontra o verdadeiro amor? A parte difícil é ver a pessoa que ama seguindo em frente, ainda acreditando nos motivos que levou ao termino... Temos aqueles casos que o Tempo parece não trazer mudança alguma, Nick e Misha por exemplo, ainda se encontram as escondidas na Igreja, tentando ao máximo manter a descrição. Quem não ficou contente com isso foi Jared, que mesmo apesar de tudo, ama Nick verdadeiramente, e não preciso dizer que é um sentimento recíproco certo? Pena que o orgulho nesse caso, falou mais alto... Bri, bem, esse é o tipo de caso que o tempo não pode mudar,ou talvez, não seja o tempo de mudar... As vezes, o tempo, nós faz aceitar as derrotas, com a cabeça erguida e olhos adiantes. Esse é o caso de Molly, presa desde o dia em que Lav foi encontrada viva, e enquanto ao seu bebe? Crescendo saudável, de Cinco meses já... E para terminar,tem casos que o Tempo, serve para deixar aquilo que já era maligno, pior ainda. Esse é o caso de Lav, que anda bancando a inválida em uma clinica de reabilitação, com a ajuda de sua mais nova escrava, digo, Enfermeira, Yvonne Cordelli, que acredita fielmente nas palavras de Lavínia, mesmo a loira sendo a Vadia de sempre. Mas, tudo está prestes a mudar, Lav quer sua vida de volta, e irá aproveitar o julgamento de Molly, que acontece hoje, para fazer isso.

...

- Bom Dia René. Ash sorria enquanto a Mãe de Bri abria a porta da sala de sua casa.
- Bom dia querida.
- A Bri está?
- Terminando de se arrumar lá em cima. Sorria. - Pode subir.
- Thanks. Passava por Rene, atravessando a sala,logo subindo as escada, chegando no quarto de Bri. - Posso entrar? Ash batia na porta do quarto dela.
- Claro. Abri a porta sorrindo. - Assim você me ajuda, qual desses vestidos devo usar? O que está no meu corpo? Ou aquele? Apontava um vestido prata, cheio de brilhos, que estava em cima da cama.
- Oh My God, ainda bem que passei aqui. Ash dizia espantada. - Bri, onde você está com a cabeça de usar isso em um tribunal?
- Ué, hoje é um dia importante, segundo o Patrick, será favorável para nos inocentar...
- Mas não é por isso que você irá usar isso.
- Fine. Retirava o vestido, ficando apenas de Lingerie. - Falando em Patrick, ele não quis dar mais detalhes sobre a tal testemunha misteriosa?
- Não, apenas disse que esse julgamento será mais chocante do que imaginamos.
- Ai que curiosidade. Gargalhava. - Não vejo a hora de ser uma pessoa livre da justiça,de poder causar por ai.

- Você já causa de qualquer jeito. Via a amiga entrar no closet, escolhendo outro vestido. - E Você, já pensou em qual curso irá fazer?
- Sim, vou cursar psicologia e depois me especializar na na área de sexologia.
- Bom, posso dizer que a profissão é a sua cara. Gargalhava. - Achei legal da parte do Reitor Josh, deixá-la cursar sem precisar de fazer prova alguma.
- Também, trabalhei, quer dizer, trabalho naquela biblioteca de graça, feito uma condenada, não fez mais do que a obrigação. Vestia o vestido escolhido, ainda sim, chamativo.
- Não tiro sua razão.
- Será que eu coloco aquela peruca da formatura?
- Aquele seu cabelo da formatura era peruca? Gargalhava.
- Era. Gargalhava junto. - Coloco ou não?
- Não, é melhor irmos antes que cheguemos atrasadas. Saía do quarto.
- Fine. Ia logo atrás.

...


- Dona Lavínia. Yvonne, a enfermeira de Lav batia na porta do quarto dela.
- Sim queridinha, pode entrar. Se arrumava em frente ao espelho. - Como estou? Jogava o cabelo, colocando a mão na cintura, fazendo sua melhor pose.
- A Senhora está lindíssima, as pessoas só terão olhos para você.
- Obrigada. Dizia cinicamente. - Onde está minha cadeira de rodas?
- Aqui Senhora. Pegava a cadeira no canto do quarto, levando ela até Lav.
- Hora de fazer a inválida. Gargalhava. - Antes que eu me esqueça. Retirava um cheque de dentro de sua bolsa, entregando-o para Yvonne.
- Obrigada Senhora. Olhava a quantia, ficando maravilhada.
- Saiba que eu sei recompensar muito bem, aqueles que são fiéis a mim.
- A Senhora não precisava me pagar tanto, eu fico feliz em ajudá-la, ainda mais depois de tudo que essa Molly fez, que covardia.
- Para você ver, agente dá abrigo aos mortos de fome, e eles se rebelam, querendo te roubar.
- Saiba que eu não irei contar que a Senhora já está andando, vai ser bom aos olhos do Juíz, vê-la assim.
- Sinto que foi um milagre eu voltar a andar.
- E foi, Deus ajudou a Senhora por que quer que a justiça seja feita.
- E será. Gargalhava maleficamente. - Minhas malas já estão prontas? Por que não pretendo voltar mais aqui, depois do julgamento quero ir direto para minha casa, que será seu novo lar...
- As malas eu já coloquei no Táxi. Dizia pensativa. - Tem certeza que é uma boa ideia eu ir morar com a Senhora?
- Claro que sim, eu preciso de uma enfermeira, preciso ir melhorando aos poucos. Dizia cinicamente. - Além do mais, eu pago muito bem.
- Tudo bem, podemos ir?
- Claro, não quero me atrasar para o julgamento.
- E nem deve senhora. A via sentar na cadeira de rodas e rapidamente saíam dali.
....

- Ash, Bri. Nick arregalava os olhos ao perceber o que Bri vestia. - OMG !!! Bri, isso aqui é um tribunal, como você tem a coragem?
- Dê graças a Deus que eu passei na casa dela antes, o outro vestido era bem pior. Parava de frente para a amiga, que estava na sala de espera, aguardando o julgamento começar.
- Ai Meninas,qual o problema de me vestir assim? Só quero comemorar nossa vitória...
- Ok, vamos ignorar isso. Nick a olhava descrente.
- Perdemos alguma coisa? Nenhuma novidade sobre o julgamento até agora?
-  Não perderam nada,o julgamento já deve se iniciar... Nick terminava de Dizer, e o julgamento era anunciado... - Vamos entrar?
- Uhun. Ash saía caminhando na frente, Nick e Bria iam logo atrás. As três entravam no recinto onde o Caso Molly será julgado, se sentando no primeiro banco da direita, na seguinte ordem. Nick, Ash e Bri.
- Sabe, nem acredito que a Molly se deu mal nessa. Nick cochichava.
- Sabe, acho que agente deveria falar alguma coisa...
- Nem comece Ash, o Patrick disse que dependendo de hoje, não teríamos mais nenhum envolvimento com a justiça, e se isso significa que a Molly vai pagar o Pato, pouco me importa.
- Como você tem coragem de dizer isso? Ash dizia incrédula.
- Primeiro, Moly não é ninguém na minha vida. Segundo, Ela já magoou duas pessoas que eu me importo, Jared e Nick. Terceiro, Ela andava com a Lav, deve que ajudava a peste nas armações e Quarto, não vou fazer a santa nisso, por que se agente falar a verdade, vai voar merda para todo lado, consequentemente, vai sobrar para agente.
- Ai Ash, de certa maneira a Bri tem razão. Nick se intrometia. - E outra, mesmo que agente fosse ajudar, nós apagamos as mensagens da L.B. sem mencionar o fato que já tem quase Quatro meses que não recebemos um SMS se quer.
- É, vocês estão certas, vamos deixar isso pra lá.
- Mudando de assunto, o Patrick te disse quem é a ta testemunha misteriosa que irá mudar o rumo de todo o julgamento? Nick dizia interessada.
- Não, ele disse que esse tipo de informação deve ser mantida em segredo.


- Todos de Pé para receber o Excelentíssimo Senhor Juiz. A Promotoria anunciava.
- Bom Dia a Todos, Declaro aberto o caso de Molly Mollyart, que está sendo acusada pela morte de Chad Thompson. Batia o martelo.

- Só eu acho estranho esse nome? Molly Mollyart? Bri gargalhava.
- Eu Também acho. Nick sorria.
- Uau, como ela está acabada. Ash via as portas se abrirem.
- A barriga dela já cresceu... Bri reparava.

- E que entre a acusada. A Promotoria anunciava e Molly entrava na sala, fazendo um falatório começar.
- Silencio,ordem no tribunal. O Juiz Bobby batia o martelo.


....


- Achei que você ia no julgamento da sua namoradinha. Jensen entrava na sala, vendo Jared ler um livro qualquer, sentado no sofá.
- Já disse que ela não é minha namoradinha, e não vejo motivo algum para ir nesse julgamento.
- Por que o mal humor? Se sentava no canto do sofá, um pouco distante de Jared.
- Achei que depois do termino meu e da Bri, a Nick ia, não sei, que nós iriamos voltar. Colocava o livro ao seu lado, em cima do sofá. - Mas pelo visto ela preferiu o Padre, agora é questão de tempo para assumirem namoro.
- Como vão assumir namoro? Juro que não entendo nada nesse romance dos dois.
- Misha pediu para revogarem seus direitos como Padre, agora é só esperar uma carta chegar.
- Quem te disse isso tudo?
- A Bri, e antes que você me pergunte alguma coisa da Ash...
- Não vou perguntar, por que você nunca responde.
- Por que eu sei que você a Ama e não quero te ver triste por ai...
- Qual é, já superei isso... Tentava sorrir, fingindo que tudo está bem, embora tudo ainda estivesse do mesmo jeito, como há 3 meses e meio atrás.
- Enfim, eu sei que você vê a Ash pelos cantos com o Henri, mas eles não estão namorando...
- Não? Se animava.
- Ele e a Ash estão apenas saindo, se divertindo, as vezes ficando...
- O que acaba dando no mesmo. Pensava. - Quer saber, faz tão pouco tempo que tudo aconteceu, e ela já está ai, se divertindo com o primeiro que vê na frente.
- Sabe,eu realmente não sei o que dizer sobre tudo isso. Até hoje eu tento entender o por que dela ter te deixado,ela parecia gostar de você.
Flash Back On


- Se você acertar o sabor da bala,ganha um beijo. Ash dizia toda sorridente com um saquinho de bala nas mãos.
- Ok. Jensen concordava, sentado no chão da sala, ao lado de Ash.
- Vamos lá. Ash vendava os olhos dele. - Essa tem sabor de??? Colocava a bala dentro dos lábios dele.
- Hummm. Sentia o gosto. - Cereja?
- Não, de framboesa. Gargalhava.
- Assim não vale. Retirava a venda.
- Errou o sabor, sem beijo. Ash fazia bico.
- Tem certeza? Olhava nos olhos dela, fazendo Ash se perder.
- Atrapalho o Senhor e Senhora Ackles? Jared chegava do hospital, entrando na sala, interrompendo a cena.
- Como vai Doutor Padalescki. Ash se virava para ele debochando.
- Ash, a convivência com o Jensen anda afetando o seu cérebro? Colocava a pasta em cima do sofá.
- Ha Ha Ha, muito engraçado da sua parte. Jensen ironizava.
- Na verdade Jared. Se levantava. - Está sim. Olhava cinicamente para Jensen.
- Como é que é? Se levantava logo em seguida, fingindo indignação.
- Sorry Jensen, mas é a verdade.
- Ah, melhor você correr, porque quando eu te pegar.
- Nããããão, isso é covardia. Saía correndo gargalhando, se escondendo atrás de Jared.
- Ash, eu não sou proteção anti Jensen. Sorria.
- Agora vai ser. Dizia fazendo-o se virar, ao ver Jensen se aproximar correndo. - Jensen, não. Ash gargalhava , enquanto Ele a pegava no colo. - E aqui está o meu castigo. Aproximava seus lábios dos dela, iniciando um beijo de tirar o fôlego.
- Ah, oh amor. Jared via a cena sorridente.

Flash Back Off


- Pelo visto, tudo que a Lav disse sobre a Ash era verdade, talvez em partes sim, tudo não passou de diversão da parte dela, de substituir um pelo outro. Fui um idiota por cair nessa.
- Jensen, a Lav não era nenhuma Santa.
- Ah, quer saber, pra mim essa coisa de Ash e Lav não passa de briguinha de menina de High School.
- Se você diz. Jared dizia duvidoso.

...

- Senhorita Molly, jura dizer somente a verdade, nada mais do que a verdade?
- Sim Meritíssimo, Eu Juro.  Levantava a mão direita.
- Então, diga-nos qual era sua relação com Chad Thompson e logo em seguida diga o que aconteceu na Noite em que Ele foi assassinado.
- Sim Senhor. Olhava para o lado, Vendo os Pais de Chad a fuzilar com o Olhar. - Minha relação com a vítima era bastante íntima, Eu e Ele namorávamos, e praticamente morávamos juntos, sempre nos entendemos bem. Pausava.
- Uma pergunta meritíssimo. A promotora interrompia.
- Pergunta concedida.
- A Senhora obviamente está grávida, o bebe até onde todos sabemos, não era do seu namorado, no caso, o Chad. Parava de frente para Molly, a amedrontando com o olhar. - Que tipo de mulher trairia o namorado com outro?
- Mas ele sabia que o Filho não era dele. Molly se exaltava.
- Protesto, minha cliente não é obrigada a responder esse tipo de pergunta. Gregory intervinha.
- Protesto aceito, continue com sua narrativa da noite em que o Senhor Chad Morreu. O Juiz olhava para Molly.

- Gente, faltou chamar a coitada de piranha. Bri cochichava com Ash.
- De certa forma, tem o seu fundo de verdade.
- Ainda bem que o Jared não está aqui para ver isso. Nick comentava.


- Bom, na época, minha gestação ainda era muito recente, Um mês e meio, e eu tive uma tentativa de aborto, natural diga-se de passagem. Molly mentia, afinal, as mensagens de L.B. sumiram misteriosamente de seu celular. - Eu fui ao médico, e Ele me receitou calmantes, já que eu estava com os nervos a flor da pele. Dava uma boa pausa.
- Depois disso,o médico recomendou repouso, e isso era o que eu estava fazendo. No dia em que aconteceu aquilo com o Chad. Começava a chorar. - Ele ficou o dia todo comigo, me tranquilizando, me animando, dizendo que tudo ia ficar bem.
- Meritíssimo, posso? A promotora se levantava, vendo-o concordar, balançando a cabeça positivamente.
- Como consta no caso, a Senhorita andava muito paranoica, e a Vítima, teria sugerido que talvez fosse bom, a Senhorita consultar um Psiquiatra. Olhava pra ela. - Talvez ele tenha dito algo, que despertou sua raiva, e isso poderia ter levado a senhora a matá-lo.
- Protesto, a Promotoria não pode acusar minha cliente com meras suposições.
- Protesto aceito. Juiz Bobby dizia, fazendo a Promotora se sentar, dando o direito de falar para Molly.
- Bom, no dia da morte dele, eu passei a tarde toda dormindo, e só acordei durante a Noite. Chad queria jantar fora, mas eu estava muito cansada, foi ai que ele resolveu pedir comida fora. Afinal, já estava tarde e minha empregada, Karl, já havia ido embora. Tempo depois, o Jantar chegou, e nós saciamos nossa fome. Pausava. - Depois disso, eu tomei dois comprimidos calmantes e o Chad desceu para levar a louça até a cozinha, depois eu acordei apenas no outro dia, me deparando com a notícia na Televisão. Olhava para baixo.
- Sua fingida, assassina, você vai pagar sua vagabunda, pistoleira, piranha, prostituta de esquina atrás de um bom dote, sua oportunista. O Pai de Chad se levantava da cadeira, começando um verdadeiro escândalo.
- Ordem no tribunal, Ordem. O Juíz batia o martelo.

- Estão fazendo barraco e eu nem estou envolvida? Bri dizia espantava. - Que coisa de quinta, a única barraqueira por aqui sou Eu.
- Socorro. Ash tentava não gargalhar.
- Bri, é melhor você fechar a boca antes que nos expulsem daqui.

- A promotoria pública gostaria de fazer alguma pergunta?
- Sim Senhor Juiz. A promotora de levantava. - Senhorita Molly, consta no processo, que suas impressões digitais foram encontradas nas armas usadas no crime, consta também, sangue da vítima encontrada na sua roupa, e em suas mãos. Como a Senhora explicaria isso?
- Foi um acidente, depois que eu fiquei sabendo sobre a morte do Chad, eu desci para tomar café, e dei de cara com a porta do porão aberta, resolvi descer, chegando no térreo, eu vi toda aquela cena, meu extinto, foi o de querer limpar.
- Ou você apenas estava limpando sua própria bagunça?
- Não, eu não matei ele, eu o amava. Se alterava.
- Sem mais perguntas Meritíssimo. A promotora voltava para seu lugar.
- O Advogado de defesa tem alguma pergunta?
- Não Senhor, acho que está claro que minha cliente é uma pessoa bondosa,verdadeira, honesta, incapaz de cometar um assassinato dessa gradeza. Que tudo pode muito bem ter sido armado contra ela, que poderiam muito bem fazer isso afim de incriminá-la.
- Tudo bem. O Juiz dizia. - Que entre agora a testemunha de defesa,Karl... O Juiz era interrompido por um oficial, dizendo que a empregada não iria mais depor. - E que entre então, a testemunha Suspresa, Lavínia Vanderbill. O Juiz a anunciava, fazendo as pessoas se espantarem, com a mesma entrando no Tribunal, sendo empurrada por Yvonne, em uma cadeira de rodas.


Look Lav


- Oh,tudo acontece em East St. Louise. Nick dizia chocada.
- O que ela faz em uma cadeira de rodas? Bri se espantava.
- Oh My God. Ash dizia histericamente. - Gente, como ela tem a coragem?
- É muita cara de pau a dela. Nick dizia.
- Hello, será que ninguém aqui viu A Usurpadora? Ash dizia ainda espantada.
- Pensem no lado positivo,inválidas não fazem sexo. Bri gargalhava.

- Silêncio, Ordem no Tribunal. O Juiz batia o martelo fortemente. - Ordem. Via Lav sendo colocada no lugar onde seria interrogada. - Senhorita Lavínia, jura dizer somente a Verdade, nada mais do que a verdade?
- Sim Meritíssimo. Olhava para Molly, com um sorriso debochado no rosto. - Estou a disposição da justiça, para dizer apenas a verdade.
- Sendo assim, dou a palavra para a Representante do ministério público. O Juiz dizia, fazendo a mesma se levantar.
- Senhorita Vanderbill, o que sua pessoa tem a dizer sobre sua amiga, Molly Mollyart.
- Ai Meu Deus, que dor no coração, como me dói ver que nossa amizade chegou ao ponto da inveja. Lav se fazia de ofendida.
- Senhorita Vanderbill, caso a Senhora se sinta abalada em dizer qualquer coisa, podemos suspender seu depoimento.
- Não Senhor Juiz, eu quero cooperar com tudo, Diga Promotora, qual é a sua pergunta?
- Bom, supostamente a Senhora estava morta, e agora está bem aqui, diante de nós, como se explica isso?
- Foi Ela. Apontava para Molly, fingindo um choro. - Essa monstra armou tudo, ai meu Deus, que dor, agente abriga uma pessoa em sua casa, para Ela te apunhalar pelas costas, tudo por conta de dinheiro.
- Protesto, a testemunha deve se conter em dizer apenas aquilo que lhe for perguntado. Gregory se levantava.
- Protesto negado. Senhorita Lavínia, você sabe como tudo aconteceu?
- Sim, eu vou contar tudo do Início, vai ser mais fácil de vocês entenderem. Lav fingia se acalmar.

- Molly. Gregory cochichava com Ela. - E agora? O que pode sair da boca dessa mulher?
- Mentiras, tudo que ela dizer será mentiras, ai Deus que ódio, o que ela tinha que fazer isso.



- Tudo começou no dia em que meu Noivo Morreu. Dizia em tom triste. - Os policiais foram na minha casa, ver se tinha alguma pista sobre a morte dele. Depois que a Polícia foi embora, fui me deitar, ao me aproximar do meu quarto, eu escutei uma gargalhada vindo do quarto da Molly. Resolvi me aproximar para ver o que estava acontecendo, e para minha surpresa, a porta estava apenas encostada, dando para vê-la sentada na penteadeira, rindo e dizendo " Meu plano está dando certo, consegui matar a Amy, depois o Pai da Lav e agora, o esposo". Lav voltava a chorar. - A Molly percebeu que eu escutei o que ela disse, minha primeira reação foi sair dali transtornada até meu quarto, por onde eu fiquei chorando por um bom tempo. Depois disso, a Molly bateu na porta do quarto, com um xícara de chá de Camomila nas mãos, dizendo que era pra eu acalmar, que nós tínhamos que conversar sobre o que eu escutei, que foi um engano. Eu estava tão fora de mim, que acabei bebendo o chá e saindo dali correndo, chamando a Molly de assassina.
- E o que a Senhora Fez?
- Eu mandei uma mensagem de texto para Ashley Baltmoore, pedindo para Ela me encontrar na Igreja, afinal, eu a acusei de matar minha Mãe, e queria pedir desculpas pelos insultos. Olhava para baixo. - Logo em seguida, eu iria a Delegacia para fazer uma denúncia, eu só precisava fazer isso de consciência limpa.
- E obviamente ela foi ao encontro da Senhora. O que aconteceu lá dentro?
- Bom, eu pedi desculpas, mas como temos nossas desavenças, coisa boba diga-se de passagem. Olhava para Ash, que estava chocada com a facilidade da mesma em mentir. - Nós acabamos discutindo, e brigando consequentemente, no meio da Briga, eu senti uma dor enorme no meu coração e como estava parada perto da escada, desci os degraus rolando.
- E o que aconteceu depois? Do que a Senhorita se lembra?
- Depois disso, eu não me lembro mais de nada, é como se um blackout tivesse tomado conta da minha mente.
- E quando a Senhora acordou? onde estava? O Juíz se interessava.
- No sótão da minha casa, olhando para a cara da Molly, sem sentir as minhas pernas. Fingia chorar.


- Ela está mentindo, tudo que ela está dizendo é mentira, foi ela quem matou a própria Mãe. Molly se exaltava com tantas mentiras. - Tinha um vídeo onde mostrava isso, sua vagabunda, pare de mentir, você matou todos e agora está jogando a culpa em cima de mim.
- Como você tem a coragem de jogar a culpa em uma Pobre Inválida. Lav dizia indignada. - Se eu não consigo mais andar, a culpa é sua, que Deus perdoe sua pobre alma por ser tão má.
- Se acalme Dona Lavínia. Yvonne percebia o estado alterado da patroa.
- Ordem no tribunal. O Juíz batia o martelo. - Ordem, Ordem. Percebia a falação parar. - Prossiga com sua narração Senhorita Vanderbill.

- Só eu que estou passada? Bri dizia de boca aberta.
- Eu estou sem palavras, gente, a Lav ligou a historia toda, e se a situação já estava feia para a Molly, agora então... Ash não exibia reação alguma.
- Ai, eu estou achando isso super engraçado. Bri gargalhava.
- Como? Nick não entendia.
- Molly sempre viveu debaixo das asas da Lav e agora, está sendo usada pela mesma. Ash concluía.
- Bom, pena que a verdade está sendo omitida, lado bom é que finalmente estamos livres.
- E eu não serei uma acusada da morte da Amy. Bri dizia aliviada.

....

- Sabe Jensen, estava pensando, talvez seja a hora de você seguir em frente, arranjar uma nova pessoa, uma nova namorada e esquecer de vez a Ash.
- Não é o momento pra isso. Jensen desconversava, já sabendo que na verdade, seria impossível esquecê-la, mesmo depois de tudo.
- Quem será? Jared escutava a campainha tocar e se levantava do sofá, caminhando até a porta.
- Vai ver soltaram sua namoradinha. Jensen ia logo atrás.
- Bom dia queridos !!!
- Mãe? Jensen e Jared se assustavam ao ver Donna e Sharon!!!
- Filho querido. Donna se aproximava de Jensen, iniciando um longo abraço. - Que saudades que estava, quanto tempo não te via. Apertava a bochecha dele.
- Mãe. Jared dizia se aproximando, iniciando um forte abraço em Sharon, a levantando. - Que saudades da Senhora.
- Saudades de você também meu filho. Sorria para ele.
- Por que não nos avisaram que estavam vindo? Teríamos ido buscá-las na Capital.
- Queríamos fazer surpresa Jensen.
- Por favor, Entrem. Jared pegava as malas, levando-as para dentro.
- Que apartamento lindo. Sharon se admirava.
- Foi uma ótima aquisição. Donna se sentava no sofá. - Achei super aconchegante.
- Thanks. Jensen e Jared diziam juntos.
- Então, pretendem ficar quanto tempo? Jensen dizia um pouco incomodado.
- Mal chegamos e já querendo nos expulsar Jensen? Sharon fingia indignação, se sentando ao lado da Amiga.
- Não, longe de mim...
- Respondendo a sua pergunta, no máximo Três dias.
- Que bom Mãe. Jared dizia. - Assim a Senhora pode cozinhar. Jared se sentava ao lado de Jensen. - Já não aguento mais comer fora ou às vezes aquelas coisas papadas que o Jensen cisma em fazer.
- Não te obrigo a comer, mal agradecido. Dava uma pedalada no amigo.
- Meu filho como sempre um esfomeado. Sharon ria da cena.
- Então Jensen, onde está sua namorada. Dona não era nenhum pouco discreta.
- Namorada? Se fazia de desentendido.
- É, você me ligou, dizendo sobre sua decisão, e teve outro dia que liguei e o Jared disse que você tinha saído para encontrar com sua namorada.
- Pulguinha do Peres Hilton. Jensen cochichava para Jared,que ria da cara que Jensen fazia. - Eu não tenho namorada mãe.
- Uhun,sei. Donna fingia que acreditava.
- Sabe, acho que no quesito namoradas, o Jared pode dar mais detalhes, já que foram Três em um curto espaço de tempo. Se levantava do sofá, deixando o amigo sem graça.
- Que história é essa Jared?
- Palhaçada do Jensen Mãe. Jared dizia coçando a cabeça.
....


- Senhorita Lavínia, por que a Acusada, Molly Mollyart, faria isso? Forjar sua morte, matar seus pais, seu noivo...
- Por que ela é uma interesseira, que estava atrás do meu Dinheiro. Lav dizia, fazendo um falatório começar.
- Ela disse isso para a Senhora?
- Sim, logo quando eu acordei no Sótão da minha casa, eu perguntei, " O que eu faço aqui? Com você?"
Lav fingia tristeza ao se lembrar. - E ela respondeu de uma maneira tão debochada, "  Você queridinha, está morta". Eu levei um susto ao escutar isso e logo disse: "Você me matou assim como fez com minha mãe? e Meu Pai? Meu Noivo? E ela respondeu friamente:  "Seu Noivo foi um dano colateral, ele descobriu meu plano, e queria dividir os lucros". - Eu fiquei tão assustada e perguntei novamente, " Eu estou morta?". - Foi ai que ela começou a explicar que eu não estava morta,e que me deu uma poção, junto do chá, isso fez meus batimentos cardíacos ficarem bem fracos, sendo impossível detectá-los. Eu entrei em estado de pânico, e perguntei o por que disso, e Ela respondeu friamente, "Eu fiz isso, por que quero todo seu dinheiro, e você irá me passar a Senha da sua conta bancária". Eu entrei em desespero, e logo pensei em um jeito de isso não acontecer, e disse que mantinha todo meu dinheiro no cofre, não em conta corrente.

- Ela está mentindo, isso tudo é mentira, sua vadia. Molly gritava histericamente.
- Doutor Gregory, mande sua cliente se acalmar, ou eu vou pedir para ela se retirar.
- Molly. Olhava para ela.
- Por favor Senhorita Lavínia, continue com seu testemunho.
- Tudo bem Senhor Juiz. Olhava para ele, fazendo cara de coitada. - Enfim, eu dei a Senha de um antigo número do cofre que minha mãe usava, e logo em seguida a Molly me obrigou a escrever um testamento, onde eu deixava a casa e algumas coisas a mais para ela. Depois disso, ela fez eu inalar formol, para evitar da minha pessoa gritar e chamar a atenção, e era sempre assim que eu ficava, dopada. Lav dizia com voz de choro.
- Obviamente ela não conseguiu o que queria, qual foi a reação da acusada ao perceber que foi enganada? A promotora perguntava.
- Ela. Começava a chorar. - Disse que iria me matar de verdade, e que me cortaria em pedacinhos, e alimentaria os cachorros selvagens do mato. Chorava intensamente.
- E o que aconteceu depois? A promotora dizia comovida.
- Ela continuou me dopando e me torturando psicologicamente para eu dizer a Senha do Banco. Limpava as lágrimas. - Até que depois de muitos dias, ela mandou o Chad subir, foi ai que eu percebi que os dois estavam nisso juntos.
- E o que o Senhor Chad fez?
- Primeiro eu perguntei o que ele fazia ali, e o Chad respondeu: " Eu ajudei a Molly a te raptar, nos vamos usar o seu dinheiro e começar um vida em outro lugar".
- Mas por que ele faria isso? A Família dele tem dinheiro.
- Bom, ele não queria depender do dinheiro dos Pais.
- Ok, e o que aconteceu depois?
- Eu comecei a falar para Ele sobre as outras armações da Molly,como a morte dos meus Pais.
- Prossiga. A promotora se interessava.
- Foi nesse instante que a Molly entrou, o Chad estava tão perturbado, e os dois começaram a brigar...
Lav terminava de dizer o mesmo que havia dito à Patrick, quando foi encontrada.

- Gente, só eu estou passada com o cinismo? Nick dizia pasma.
- Ai, olhem o lado bom, pelo menos não jogaram a culpa em cima de nós. Bri dizia naturalmente.
- Meninas. Ah dizia pensativa. - Pensem comigo, quem estaria próxima o suficiente para nos enviar aquele vídeo da Lav matando a Mãe?
- A Molly. As duas concluíam.
- Logo, a Lav descobriu a traição, matou o Chad para se vingar da Molly, e ainda por cima, conseguiu jogar toda a culpa em cima da coitada.
- Como nós não percebemos isso antes Ash? Nick se espantava.
- Bem que dizem,se você dorme com cachorros,acorda com pulgas. Pelo menos vamos nos livrar das acusações. Bri dizia rindo.
- É,e a Molly vai pagar por nós. Ash não se sentia aliviada com isso.


....



- Vocês dois não vão trabalhar?
- Folga Mãe. Jared se levantava do sofá, se aproximando da mãe, dando um beijo na bochecha de Sharon.
- Vocês devem estar com fome certo? Jensen voltava da cozinha. - Só que ninguém foi a padaria, já que tomamos café fora.
- Não se preocupe querido, nós já nos alimentamos antes de vir para cá. Sharon dizia.
- Ué, campainha de novo. Jared estranhava.
- Deve ser o jornal. Jensen lembrava.
- Pode deixar que eu pego, já estou perto da porta mesmo. Donna se levantava do sofá, caminhando até a porta, abrindo-a e pegando no jornal  em cima do Tapete, tendo uma surpresa ao se levantar. - Henri? O via sair do apartamento, também pegando o jornal.

Look Henri

- Donna? Se espantava com a presença dela.
- Venha aqui querido, me dê um abraço. O via se aproximar.
- Quanto tempo. A abraçava. - Como a Senhora está?
- Estou bem. Sorria para ele. - Ainda mais agora, na companhia do meu filho. Via Jensen se aproximar.
- Ele é o seu filho? Henri ficava surpreso.
- Sim. O abraçava logo em seguida.
- De onde você o conhece Mãe? Jensen também se surpreendia.
- É uma longa historia, mas resumindo, a Mãe dele se mudou para Dallas, mais especificamente para a casa ao lado da nossa, pouco tempo atrás, o Henri apareceu por lá, todo desmemoriado, por conta de um acidente, e eu, juntamente da Sharon íamos sempre lá prestar solidariedade para a Mãe dele, acabou que ficamos amigos.
- Awesome. Jensen fingia um sorriso.
- Sabe, já que todos se conhecem, você poderia vir jantar aqui mais tarde. Donna dizia toda sorridente.
- Acho que não é uma boa ideia. Henri dizia constrangido.
- É,mãe,ele já deve ter algo programado com a namorada dele. Jensen dizia ironicamente.
- Traga sua namorada, será um prazer conhece-la.
- Donna, com todo o respeito e carinho que tenho pela Senhora, acho que é melhor deixar para outra oportunidade.
- Henri, será um Jantar bem íntimo, apenas para nós, não tem por que ficar nervoso ou se preocupar, ficaria muito ofendida com um Não de resposta.
- Ok, se é assim. Dizia sem graça.
- Espero você e sua Namorada às Oito, combinado?
- Combinando. Sorria fracamente. - Até mais tarde então. Saía dali.

...

- E foi assim que o Xerife Patrick me encontrou, e desde então eu estou sob a proteção da polícia, em uma clínica de reabilitação. Lav terminava de contar toda a mentira...
- A Promotora gostaria de fazer mais alguma pergunta?
- Não Senhor Juiz, para mim, o caso já está encerrado.
- Ok, pode se sentar. Olhava para Gregory. - O Advogado de Defesa gostaria de fazer alguma pergunta para a testemunha?
- Sim Meritíssimo. O Advogado se levantava, caminhando até o centro do fórum, encarando Lav, que o olhava cinicamente. - Senhorita Vanderbill, sua pessoa inventou uma historia totalmente descabida sobre minha cliente, onde não existe provas concretas, apenas a sua palavra contra a dela. Mantinha um olhar firme para Lav. - A senhorita teria algo que prove a veracidade da sua historia?
- Bom. Lav olhava debochadamente para ele. - O que eu disse, é a mais pura verdade, até por que, se eu tivesse uma mente tão criativa, estaria escrevendo um livro, não inventando isso.
- A Senhora não respondeu minha pergunta.
- Ok, eu posso provar sim. Sorria cinicamente. - Yvonne. Lav se virava para a enfermeira, dando sinal para ela entregar a pasta para o Juíz. - O Senhor se importaria em olhar isso?
- Claro que não. Pegava a pasta das mãos de Yvonne.
- Permita-me explicar, que essas fotos foram tiradas pela câmera de segurança do banco da cidade, no dia da minha suposta morte, como bem mostra a data registrada na câmera de Segurança do Banco.
- Senhorita Molly, o que você fazia no Banco durante esse dia?
- Eu... Molly ficava sem reação.
- Confesse logo a verdade sua bandida. Lav gritava histericamente. - Senhor Juíz, ela vendeu minhas jóias, um monte delas, e se o senhor olhar no fundo da pasta,tem o documento onde ela me obrigou a escrever, passando a casa para ela, a Minha empregada Karl, consegui encontrar esse documento nas coisas dela, isso sem contar na Chave do Sótão que estava no quarto da Molly. Lav dizia, e um novo tumulto voltava a acontecer.
- Ordem, Silêncio. O Juiz batia o martelo. - Declaro recesso de Uma hora para decidirmos o caso.

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1 comentários:

  1. Gente, to aqui passada com a Lav, como ela é má. kkkkkkkkkkkkk Tereza Cristina da novela das 9 deveria vir ter aulas e aprender a fazer maldades, isso sim é vilã.

    Ri muito com a Bri e sua bitchisse. kkkkkkkkkkkk
    Ainda bem que a Ash passou na casa dela, apesar que trocou 6 por meia dúzia, deu no mesmo. kkkkkkkkkkk

    Ri imaginando a reação da Nick ao ver Bri.

    To com dó da Molly, ela era uma vadia , mas pelo menos, não matou ngm, feito Lav.

    Gente, a entrada de DIVA da Lav, lembrei da Paola Bracho. kkkkkkkkkkkk
    Ihh, agora tem enfermeira, que acha que ela é uma santa. Eu morro de rir com a Lav falando o nome de Deus, quem vê pensa que é santa. kkkkkkkkkkkkkkk

    Ixi, Mães do J's, ri com a Donna, e a resposta que o Jensen deu.

    Gente, passada com a Lav, ela virou o jogo, sobrou pra Molly.

    Mãe do Jensen conhece Henri e marcou jantar? Geeeeente, isso não vai prestar.

    Nossa, e quando eu acho que a Lav não pode ssrpreender mais, ela aparece com provas, ai que mulher ruim. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Laura, amei o capítulo, um dos favoritos, amei a passagem de tempo e o fato de não enrolar com esse julgamento. Triste pela Ahs Jensen estarem separado, estou torcendo por eles, pronto, tomei partido. kkkkkkkkkkkk
    Amei os Looks, Ash DIVA como sempre.
    Ansiosa pela continuação.

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