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Kill All The Secrets - Capítulo 2.13 - " The Lovely New Student "





Nome: Kill All The Secrets (Mate Todos Os Segredos).

Número de Temporadas: 3.

Capítulo:   2.13 - " The Lovely New Student "

Classificação : 16 + - Contem cenas de violência,mortes,sexo,insinuações...

Gênero : Drama,Comédia,Mistério...

Autora: Laura.

Personagens: Ashley (Principal) Brittany (Principal) Nickole (Principal) Lavínia (Vilã) Molly (Coadjuvante) Henri (Principal) Jensen (Principal ) Jared (Principal) Misha (Principal) Ben (Secundário) Chad (Coadjuvante) Lilly (Secundário) Cecy (Secundário) Rene (Secundário) Annie (Secundário) ....

Sinopse: Após os últimos acontecimentos, Ashley, Nickole e Brittany, tem suas vidas viradas de cabeça para baixo, principalmente por terem testemunhado a morte de Lavínia, da qual agora são suspeitas. Como se não bastasse os problemas com a justiça, Ash se vê de frente com seu antigo amor, que volta disposto a tê-la de volta, Jensen sente que Ash está um pouco distante, isso o deixa inseguro, se deparando com uma situação onde as decisões não dependem apenas dele. Nick se sente vazia diante de todos os acontecimentos, principalmente em seu termino com Jared, a Chegada de Misha talvez possa mudar isso, ou apenas complicar tudo ainda mais. Bri como sempre prefere viver em seu mundo onde tudo gira em torno de homens, não que isso seja uma má ideia... Molly tenta usufruir dos bens de Lav, mas não esperava por uma surpresa nada agradável. O trio de amigas no final do primeiro capítulo, se veem de frente com algo que poderia ser julgado impossível de acontecer, quem é ela ? o que ela quer? A última pergunta eu posso responder, brincar com as "culpadas" da morte de Lav.

Considerações: Quando tiver o player nas cenas serão as músicas das cenas,acho que não tem necessidade de ficar colocando toda hora "música da cena",mas como este é o primeiro capítulo tudo Ok.Ainda Sobre as músicas,quando uma cena não tiver música,aproveite a música da cena passada (Até a cena que tiver um novo player),por que eu escolho as músicas pensando nisso.
Onde estiver Look (Exemplo,Look Ashley,Look Das garotas),vocês podem clicar para visualizarem a roupa dos personagens e os Personagens. Quando estiver Casa da Ashley,carro,escola,podem clicar para visualizarem o local onde a cena ocorreu !!!!

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2.13 - " The Lovely New Student "
"A Adorável Nova Aluna"


- De novo não. Bri via Lav entrar no recinto.
- De novo?
- É, Ash, ela apareceu no Grill ontem. Nick se intrometia.
- Bom dia queridinhas. Lav chegava até elas, sendo empurrada por Yvonne.
- Péssimo dia você quer dizer, por que olhar para sua cara logo cedo.
- Ai Bri, que falta de educação.
- Se poupe de fazer o papel de coitada, o que você veio fazer aqui? Ash era direta.
- Eu vim estudar Jornalismo junto com você. Lav gargalhava cinicamente.
- What? Ash ficava sem reação.
- Como você se inscreveu em algum curso sendo que você não fez prova alguma?
- Ai queridinha, não fique com inveja só porque peguei a sua vaga.
- Como?
- Você sabe,  tem um certo número de alunos que a Universidade pode ter e como eu sei algo sobre o Reitor, ele foi obrigado a passar a sua vaga para mim. Gargalhava.
- Awesome. Nick bufava.
- Ah, com certeza será Awesome Nick, vou ser a nova BFF da Ash.
- E quando eu acho que já fui surpreendida. Ash pensava consigo mesma. - Se você acha que irá estudar comigo, está muito enganada, eu vou trocar de turma hoje mesmo.
- E ter o Jensen como professor novamente? Acho que não. Se virava para Bri. - Ah queridinha, antes que eu me esqueça, depois eu vou dar uma passadinha aqui para pegar alguns livros, espero que você não se incomode de dar uma empurradinha na minha cadeira, já que sou uma pobre inválida. Fazia voz de choro.
- Me solta que eu vou dar na cara dela.  Tentava fazer Nick soltar seu braço.
- Não vale a pena Bri. Nick a acalmava. - Mas espera. Dizia pensativa. - Como você vai estudar com a Ash sendo que ela já está em um nível de ensino mais avançado?
- Como disse, eu sei algo que pode acabar com o Reitor, agora, Ele vai ter que dançar conforme o ritmo que eu colocar. Sorria cinicamente. - Além do mais, eu sou uma pessoa esperta, aprendo tudo muito rápido, vocês mesmas tem de admitir que eu tenho uma mente brilhante.
- Você me dá é nojo. Nick a olhava com repulsa.
- Ah, Ashley querida, fiquei sabendo que você foi Jantar ontem na casa do Jensen, só um lembrete, fique bem longe dele...
- Ou você vai fazer o que? Ash a encarava,vendo Lav sorrir cinicamente.
- Bom,acho que não é preciso falar, você sabe muito bem do que eu sou capaz.
- Vamos embora daqui. Ash olhava para suas amigas. - E você. Parava ao lado de Yvonne. - Não sei qual é sua verdadeira relação com esse ser, mas tome cuidado... Saia dali, deixando Yvonne pensativa.
- O que ela quis dizer com isso Dona Lavínia?
- Ela não quis dizer nada Yvonne querida, Ela apenas gosta de me culpar por tudo de ruim que acontece em sua vida, como se ela fosse uma santa. Se você soubesse do passado de Vadia dela, ficaria de boca aberta.
- Você realmente teve coragem de chantagear o Reitor Daqui?
- Sim, Ele teve um caso com minha Mãe e eu tenho fotos desse caso, se eu disser a polícia, ele pode muito bem se juntar a Molly, como um suspeito.


Relembrando: Look Ash - Look Bri - Look Nick - Look Lav - Look Yvonne - Biblioteca


- Pelo amor, não acredito que vamos ter que aguentar esse ser novamente. Nick dizia, enquanto caminhavam, até a saída da biblioteca.
- Sabe, parece que o tempo está voltando e parando bem na época de High School novamente. Ash dizia, enquanto paravam na porta de entrada da Biblioteca.
- Não se esqueça do pequeno detalhe Ash, com uma Lav assassina, antes não passava de armações.
- Na minha sala, eu vou ter que aguentar esse ser. Ash dizia inconformada.
- E essa enfermeira dela? Será que é da mesma espécie da Lav?
- Posso estar enganada, mas ela estava meio confusa enquanto nós discutíamos com a Lav. Nick dizia.
- Talvez ela possa nos ser útil. Ash dizia pensativa.
- É, só não vamos tomar nenhuma decisão precipitada, vamos pensar muito bem antes de fazer algo.
- A Bri tem razão.
- Ok. Ash concordava.
- Humm, mudando de assunto,Nick, você ainda vai fazer aquele estágio?
- OMG, eu tinha até esquecido disso.
- Que estágio? Ash dizia surpresa.
- Sabe aqueles estágios voluntários? Onde você vai apenas para observar como as coisas funcionam?
- Sei, e você vai para o hospital hoje?
- Yeah, eu me candidatei.
- Ai, Ai, quando não é o Padre, é o Médico, que vida difícil. Bri fingia inocência.
- Shut Up, você sabe muito bem que entre Eu e o Jared não tem absolutamente nada.
- Por que você quer. Ash se intrometia.
- Ah não Ash, até você? Nick dizia indignada.
- Ué, não falei mentira alguma. Gargalhava.
- Ai Nick, caso agente não se veja, desejo que você faça um bom estágio ao lado de um homem de quase 2 metros de altura,gostoso,lindo,com um baita ...
- OMG, não termine essa frase. Ash sorria balançando a cabeça. - Eu não quero saber dos detalhes sórdidos.
- E por que você não viu o Padalão. Bri mordia os lábios.
- Hey,eu estou aqui. Nick ficava constrangida.

....

- Molly, ainda não acredito que você conseguiu armar pra cima da Samara. Lucy dizia sentada de frente para Molly, enquanto tomavam seu banho de sol.
- Eu te disse que eu ia conseguir.
- É, mas as detentas amigas dela não gostaram muito disso, principalmente a Fathollah, Namorada da Samara.
- E o que esse bando de puxa saco pode fazer? Nada.
- Molly. Chloe parava ao lado dela.
- Sim.
- O Diretor do presídio quer te ver.
- OMG, por que?
- Ele não quis me dizer, me acompanhe por favor. Dizia, fazendo a mesma se levantar, e caminhar atrás dela.
- Boa Sorte. Lucy dizia.
- Thanks. Se virava para trás.
- Molly, saiba que você ganhou o meu respeito ao conseguir fazer isso com a Samara.
- Obrigada Chloe, mas se eu não fizesse isso, nessas horas eu estaria toda machucada.
- Não tiro sua razão e foi um prazer sacanear a Samara, nunca vi ser tão problemática.
- Mudando de assunto, você recebeu o Dinheiro?
- Sim, o seu Advogado deixou ele mais cedo na portaria.
- Good. Dizia pensativa.
- Que fique claro Molly, o que for preciso fazer para sacanear a Samara, conte comigo.
- Ok e sobre o Diretor, ele quer me ver por conta da Briga?
- Creio que não, seu advogado esteve conversando com ele. Paravam em frente a porta da sala do Diretor.
- Então deve ser algo bom. Sorria.


Sala Do Diretor - Dixon Stein - Chloe


- Creio que sim. Abria a porta. - Diretor Dixon, a detenta Molly está aqui.
- Mande-a entrar e ao sair feche a porta.
- Sim Senhor. Fazia sinal para Molly entrar, vendo-a se sentar na cadeira, de frente para o Diretor.
- Bom dia Diretor Stein. Estendia sua mão para ele.
- Bom dia Molly.
- Então, o Senhor mandou me chamar por que...
- Bom, seu Advogado, o Doutor Gregory, que por sinal é meu amigo, esteve aqui mais cedo conversando comigo e me questionou sobre algumas coisas.
- Sim, e onde eu entro nessa historia?
- Primeiro ele pediu para liberá-la de usar uniforme enquanto estiver grávida.
- Que gentil da parte dele. Molly fingia espanto.
- Bom, se você estiver disposta a usar uma tornozeleira de rastreamento, por mim, tudo bem você usar roupas mais confortáveis.
- Estou disposta sim, esse macacão me incomoda muito, principalmente minha barriga. Sorria. - Só uma dúvida, por que usar tornozeleira?
- Por que sem ela seria muito fácil você se misturar e consequentemente fugir.
- Esperteza da sua parte.
- E que fique bem claro, qualquer gracinha da sua parte, eu cancelo essa regalia que estou lhe dando.
- Tudo bem, eu prometo que vou me comportar.
- Assim espero. Olhava para ela. - E tem mais uma coisa.
- Sim.
- Ele também me deu a ideia de colocá-la para trabalhar no ambulatório daqui do presídio.
- Uau. Dizia surpresa.
- Bom, como toda detenta precisa fazer algum serviço para ajudar na manutenção do presídio, eu gostaria de saber se você aceita trabalhar no ambulatório, caso não, você vai ajudar as outras presas na parte da limpeza.
- Claro que eu aceito, não precisa nem perguntar.
- Ok, essa ideia que o Gregory me deu foi ótima, já que você estudou em uma boa escola, é esperta, teve boas notas...
- E quando eu começo no ambulatório?
- Se você não se importar, hoje mesmo.
- Claro que eu não me importo, e quando eu posso trocar de roupa?
- Seu Advogado foi pegar suas roupas em sua antiga casa, já deve estar voltando.
- E a tornozeleira?
- Estou esperando a Policial trazer. Digitava algumas coisas no computador.
- Muito obrigada Diretor Stein, pela sua generosidade e confiança.
- Agradeça ao seu Advogado, ele que me convenceu. Via Gregory e a Policial entrar em sua sala. - Hora de colocar a tornozeleira Mocinha. Stein dizia, enquanto Molly se levantava e colocava sua perna na cadeira, vendo a Policial colocar a tornozeleira na detenta, ativando-a. - Bom, então é isso Molly, agora eu saberei exatamente onde você está. Se levantava de sua mesa. - Vou ter que sair agora, mas vou deixar você e seu advogado conversarem aqui. Chamava Chloe.
- Sim Senhor. Aparecia na porta.
- Assim que a conversa dos dois terminar, tranque a minha sala e deixe a Chave na portaria e depois leve a Molly até o ambulatório.
- Sim Senhor.
- Até mais Molly. Passava por ela. - Foi um prazer vê-lo Gregory. Apertava a mão do advogado, logo saindo dali.

- Você conseguiu o que eu queria. Molly gargalhava.
- Eu disse que estava arrependido e não foi tão difícil convencer o Dixon, nós estudamos advocacia juntos e depois de formarmos, continuamos amigos. Entregava uma mala de roupas para ela.
- Thanks. Sorria, enquanto pegava a mala.
- Tome cuidado com essas roupas, as presas costumam não ser tão legais.
- A pessoa com quem eu divido a cela é legal, não vai ter problemas.
- Ok.
- Gregory,a ideia do ambulatório foi sua também? Molly parava de frente para ele.
- Sim, ele disse que estava pensando em colocar alguém para ajudar o médico daqui, já que o mesmo reclamou que estava ficando muito trabalhoso para ele sozinho cuidar da saúde das presas.
- Mas eu não tenho curso de enfermagem. Se sentava no sofá que fica no canto da sala, perto da porta.
- O Médico daqui irá te ensinar algumas coisas básicas, não precisa ter algum curso técnico para ajudar aqui.

- Se você diz.
- Você não está gostando da ideia de trabalhar no ambulatório? Se sentava em uma cadeira,ficando de frente para ela.
- Nada disso, achei bom, assim eu posso ocupar minha mente, além de passar menos tempo dentro daquele cubículo que chamam de cela.
- Molly, preciso te perguntar, você pensou sobre se vingar da Lavínia?
- Sabe que eu ainda nem tive tempo para pensar nisso.
- Mas você agora acredita que pode contar com a minha ajuda certo?
- Eu percebi que você talvez possa ser confiável. O olhava.
- Já é um avanço.
- Bom, eu não sei se quero me vingar da Lav, digo, eu tentei me vingar dela e olha onde vim parar.
- Molly, mas agora você tem a minha ajuda.
- Eu preciso de um tempo maior para pensar, não quero ficar lutando dentro de uma areia movediça.
- Ok, então eu já vou indo, talvez essa semana ainda eu apareça aqui.
- Tudo bem, até a próxima vez então. Sorria. - Espera. Dizia pensativa. - Você foi pegar as roupas na casa da Lav? Qual foi a reação dela?
- Nenhuma, quem estava lá era a empregada. Se virava para Molly. - Seus Pais sabem que você está presa?
- Não e nem vão ficar sabendo.
- Tudo bem, então até a próxima. Saía dali.
- Bye.
- Molly. Chloe entrava na sala. - O Xerife explicou sua nova condição aqui na prisão, que sorte a sua.
- Graças ao meu advogado.
- Bom, eu sei que você deve estar feliz e tudo, mas eu tenho uma notícia não muito agradável.
- Diga.
- Eu fui até a solitária ver como a Samara está.
- E ...
- Ela disse que assim que sair de lá, vai te matar, ela disse que não importa se vai ficar mais alguns anos na cadeia, mas que vai valer a pena te levar para o inferno.
- Essa caminhoneira louca, o que eu faço com ela?
- O mesmo que ela quer fazer com você. Chloe sentava ao lado de Molly.
- Como assim? Molly a olhava assustada.
- Assim que ela sair da solitária, com toda certeza Ela vai me denunciar e dizer que eu estou te protegendo...
- Mas eu não tenho coragem de matá-la, eu jamais teria coragem de matar alguém.
- Molly, mesmo que ela não consiga te matar, se ficar provado que eu estou lhe ajudando, eu serei demitida e essas regalias que você acabou de conseguir, vão ser desfeitas.
- OMG, o que eu faço?
- Eu tenho uma ideia, vai ser útil, ainda mais com você trabalhando no ambulatório.
- Ok, seja o que Deus quiser então.
- Vamos, vou te levar até ao ambulatório. Levantavam do sofá.
- Espera, vou trocar de roupa antes. Sorria. - Você poderia fazer o favor de levar essa mala para minha cela?
- Levo sim, estou te esperando do lado de fora. Saía dali.

...




- Jared querido, como esse hospital é enorme. Sharon se admirava enquanto descia do carro do filho.
- É sim, super moderno, com tecnologia avançada. Sorria para a mãe. - Além de ser muito bonito.
- Você tem uma sala só sua?
- Sim e uma secretária também. Caminhavam até a entrada do hospital, passando pela recepção.
- Que orgulho. Sorria, enquanto entravam no elevador.
- Aqui é um local gostoso de trabalhar. Descia no andar que sua ala fica. - Carmen. Se aproximava de sua secretária. - Bom dia.


Look Jared - Look Sharon - Carmen - Hospital - Sala Jared


- Bom dia Doutor Padalecki. Sorria para ele.
- Deixe eu te apresentar,Essa Senhora Linda que está comigo é minha Mãe, Sharon. A beijava no rosto.
- Prazer em conhecê-la Senhora Sharon. Se levantava de sua mesa, caminhando até ela, apertando a mão da mãe de Jared. - Eu me Chamo Carmen, qualquer coisa que a Senhora precisar, pode me procurar.
- Prazer em conhecê-la também Carmen, a achei muito simpática. A puxava para si, dando três beijinhos.
- Thanks. Se virava para Jared. - Ah, antes que eu me esqueça, tem alguns papéis em cima da sua mesa que precisam ser assinados, e tem alguns lembretes anotados no canto direito, perto da sua pasta.
- Tudo bem Carmen, logo mais trago os papéis assinados.
- Ok.
- Vem Mãe, vou mostrar minha sala para senhora. Jared saía de braços dados com Sharon
- Sua Secretária é muito bonita.
- Nós nunca tivemos qualquer tipo de relação além da profissional, se é nesse ponto que a senhora quer chegar. Parava na porta de sua sala, olhando para a Mãe.
- Tudo bem querido. O via abrir a porta
- E essa é minha sala, o que achou?
- Uau. Ficava maravilhada. - É linda, espaçosa, bem mobilhada e aposto que se você abrir essa Janela deve ter um vista linda da cidade.
- Eu ia dizer isso, mas como a Senhora foi mais esperta. Caminhava até a janela, abrindo-a, sem perceber que a pequena corrente de vento que entrava por ali, jogava o papel onde dizia que Nick iria estagiar com ele mais tarde, voava até ao chão, mais precisamente, debaixo de sua mesa.
- Uau, realmente, a vista é linda. Sharon abraçava o filho, sentindo os raios solares da linda manhã encostar em sua pele.
- Papa iria adorar essa vista, ele é fascinado com essas coisas.
- Ele iria sim. Sorria. - Falando nele, a casa deve estar uma bagunça.
- Ele deveria ter vindo.
- Ah, você sabe como é seu pai, ele odeia viagens longas, mas da próxima vez, ele virá junto.
- Assim espero Mãe.


.....




- Annie, Hi. Ash se sentava ao lado da colega.
- Bom dia, como você está?
- Bem, mais poderia estar melhor.
- Aconteceu alguma coisa?
- Espere para você ver a bomba que está prestes a estourar.
- O que vai acontecer? Me conte. Dizia interessada.
- Isso. Apontava discretamente para porta, onde Lav entrava, sem a companhia de sua enfermeira.
- O que ela faz aqui?
- Mr. Thorpe já vai dizer. Ash olhava Lav conversar com o professor presente.


Look Annie - Mr. Thorpe  


- Você deve ser a Senhorita Vanderbill, correto?
- Sim e o Senhor é? Lav olhava para Ele.
- Daniel Thorpe, ou como os alunos me chamam, Mr. Thorpe.
- Ok Mr. Thorpe, creio que o Reitor já falou com você sobre meu caso.
- Sim, Sim e saiba que é um grande prazer recebe-la nessa Universidade, com tanta coisa ruim que lhe aconteceu e ainda sim você almeja buscar o caminho do conhecimento.
- Obrigada, como eu sempre digo, Aquilo que não te mata, serve para te deixar mais forte.
- Exatamente. Olhava para ela. - Um instante que eu vou apresentá-la.
- Tudo Bem. Olhava para Ash cinicamente.
- Pessoal, atenção, gostaria que vocês dessem as Boas Vindas para nossa Nova Aluna, Lavínia Vanderbill. Creio que não preciso dizer muito sobre ela, mas quem lê os Jornais sabe a historia dela. Apontava para Lav, que fingia um sorriso. - Bom, e antes que vocês comecem a perguntar, o Reitor decidiu encaixá-la na nossa turma por que ela está passando por um trauma muito grande, então peço que vocês tenham paciência com ela e principalmente mostre generosidade, a Senhorita Lavínia prometeu ao Reitor que irá estudar nas horas vagas para acompanhar o ritmo da turma.

" Well, eles dizem que uma saída a Francesa além de ser Elegante é estratégica e foi justamente isso que eu fiz. Que momento histórico, as duas rivais estudando juntas, agora sim os jogadores estão completos, façam suas apostas, quem vai levar a melhor nessa?"
 XoXo L.B. 

- Oh My God. Ash terminava de ler a mensagem que chegara para si, e uma palavra poderia a definir, Espanto. - Mas se a Lav está aqui. Olhava para a mesma. - Quem mandou essa mensagem?
- Ash, está tudo bem. Annie percebia a amiga desorientada.
- Yeah, eu só acabei de receber uma notícia que eu não esperava. Olhava Mr. Thorpe, que ainda conversava com Lavínia.
- Lavínia, alguém nessa sala é mais próxima da sua pessoa para poder lhe ajudar?
- Sim Mr. Thorpe, e foi justamente por isso que o Reitor resolveu me colocar nessa turma. Sorria. - A Ashley Baltmoore é bem próxima a mim, já somos grandes conhecidas, ela poderia ser gentil e me ajudar. Fazia olhar de coitada.
- Ashley, você se importaria em ajudar a Lavínia, ser parceira dela em certos projetos, ficar responsável por ela?
- Na verdade, eu já tenho uma parceira, a Annie.
- Bom, eu tenho certeza que a Annie vai entender.
- Quer saber, eu me importo sim em ter que ajudar a Lavínia. Debochava do nome da Vadia. - Uma não suporta a outra e isso não é segredo para ninguém e eu não sou obrigada a ajudar essa Vadia Hipócrita.
- Ai meu Deus, que vergonha. Lav começava um falso choro. - Ela está fazendo isso por que não quer ter que ajudar uma Pobre inválida, é puro preconceito com minha deficiência.
- Ai Lav , o papel de pobre coitada de novo? Se você soubesse o qual ridícula é, não estaria fazendo essa cena tosca.
- Ashley, olha o seu palavreado, isso não são modos de uma aluna se portar dentro de uma sala de aula e muito menos com seu professor.
- Ah esqueci, agora eu sou a Vadia egoísta, que é incapaz de ajudar uma Pobre coitada. Bufava. - Pequeno detalhe, ela não é uma pobre coitada e está bem longe disso.
- Ashley, saía da sala agora, isso não são modos de se portar e depois irei conversar com o Reitor para achar uma punição adequada para seu comportamento.
- Saio com todo prazer. Se levantava de sua mesa, pegando sua bolsa e andando sensualmente até Mr. Thorpe. - Sabe, eu até lhe agradeço por isso, assim eu não preciso aturar essa Vadia Sarnenta. Saía caminhando lentamente. - Cuidado com as pulgas. Olhava para a classe. - Pensando bem, melhor vocês se preocuparem para não levarem uma mordida dessa cobra, dizem que o veneno é mortal. Saía dali jogando os cabelos.

- OMG. Annie comentava com a menina ao lado. - A Ash sabe como ninguém causar.
- E não é, desde o primeiro dia. Sorria.
- Algo me diz que essa sala não será mais a mesma.
- Estão cochichando sobre o que? Vadias. Lav se acomodava no lugar onde Ash estava.
- De nada. A pessoa com quem Annie comentava dizia.
- Quer saber, da pequena humilhação que a Ash te fez passar. Annie olhava para ela.



- Ash. Henri trombava com ela no corredor. - Sorry?
- Não foi nada.
- Por que você está fora de sala? Olhava para ela.
- Por que minha nova coleguinha de classe é uma Bitch. Sorria falsamente.
- Quem? Dizia interessado.
- Lavínia Vanderbill, que óóóódio. Gritava.
- Hey, se acalme. A abraçava. - Como ela conseguiu entrar na sua turma?
- Essa vaca anda chantageando o Reitor.
- Como ela teve a coragem de fazer isso?
- Com a mesma coragem que tem de matar pessoas. S afastava, olhando para ele.
- Essa garota não vale nada.
- Vai dizer isso para a anta do Mr. Thorpe. Bufava.
- Ash, eu queria ficar aqui com você mas eu preciso voltar para a sala de aula. Pegava nas mãos dela.
- Ok, eu vou para a biblioteca, até mais tarde. Dava um selinho nele.
- E se você precisar de qualquer coisa é só me ligar.
- Thanks. Saía dali, caminhando até a biblioteca.


Look Henri Reitor


- Brittany. O Reitor entrava na Biblioteca.
- Sim Senhor Josh. Olhava para ele.
- Primeiro eu quero pedir desculpas pelo incidente que aconteceu mais cedo.
- Tudo bem, no fim do ano eu faço faço vestibular, não precisa se preocupar com isso.
- Fico aliviado por não ter ficado com Raiva.
- Se eu estivesse com raiva, não teria aceitado sua proposta de trabalho.
- Que bom. Sorria para ela. - Eu trouxe essa caixa com alguns livros pessoais e gostaria que você separasse
alguns deles.
- E como o Senhor quer que os separe?
- Bom, a maioria são livros infantis, e outros livros que eu já nem uso ou já aproveitei bastante, então eu gostaria que você separasse aqueles que podem ir para doação e aqueles que talvez possam servir aqui na biblioteca.
- Ok. olhava para a caixa que ele colocava em cima da mesa.
- Bom, então vou indo para minha sala, qualquer dúvida que você tiver é só me telefonar. Saía dali.
- Tudo bem. Começava a tirar alguns livros da caixa, olhando-os, tanto por fora, como por dentro.
- Bri. Ash chegava aflita até a amiga. - Você não vai crer no que aconteceu.
- Então você também recebeu uma mensagem carinhosa da "L.B."?
- OMG. Nick dizia enquanto entrava na biblioteca, escutando o que Bri dizia. - Achei que tinha sido apenas eu.
- Isso foi a Lav, está na cara.
- Bri, por mais que eu queira acreditar nisso, acho que não foi ela.
- Por que Ash?
- Ela estava de frente para mim a hora que eu recebi a mensagem, sendo apresentada para a Turma.
- Se não é ela. Nick dizia preocupada. - Quem pode ser?
- Ok, eu posso dizer que estou com medo? Bri olhava para as amigas.
- Falando em Lav, acreditam que eu acabei de ser expulsa de sala?
- Por que? Nick sorria.
- A Lav estava se fazendo de coitada e querendo que eu a ajudasse dentro de sala, fiz um escândalo e me recusei, Mr. Thorpe tomou as dores falsas dela e me expulsou.
- Nossa, esse ser não se cansa? Bri dizia não muito espantada.
- Mr. Thorpe disse que vai conversar com o Reitor. Gargalhava. - Se o Reitor vir me punir com alguma coisa, usarei a mesma tática da Lav, direi que sei muito bem como ela entrou aqui.
- Ash, nunca devemos combater fogo com fogo. Nick dizia surpresa.
- Ai Nick, eu não vou ser prejudicada pela Lav e além do mais, não é mentira que a Lav entrou aqui por chantagem.
- Super te apoio Ash. Bri concordava.
- Sabe, nós precisamos é bolar um plano para desmascará-la. Ash dizia pensativa.
- Isso é uma boa ideia. Bri gostava do rumo que a conversa tomava.
- Melhor agente ficar longe dela e deixar essa Psicopata se enforcar com sua própria corda.
- O Problema é que eu estou sem paciência para esperar isso acontecer. Ash se encostava na mesa de Bri.
- E o que você tem em mente Ash?
- Por enquanto,algumas ideias vagas Bri, vou amadurece-las primeiro  e depois nós colocamos o plano em prática.
- Ai, não estou gostando nada disso, armar contra esse ser é perigoso.
- Não Nick, perigoso é conviver com esse ser bem perto de nós.
- Isso é o que eu penso. Ash concordava com Bri. - Bom, mas eu vou pensar em tudo com calma, não vamos fazer nada precipitado.
- Pode contar com agente. Bri dizia animada.
- Comigo também. Nick sorria timidamente. - Bom, eu preciso voltar para a sala, só escapei para vir aqui.
- Bom, eu vou continuar aqui.
- Muito bonito. Nick a repreendia. - Ficar matando aula.
- Melhor do que ficar na sala com aquela coisa.
- Ai Nick, deixe a Ash aqui comigo.
- Ok, só tome cuidado Ash, você é uma mulher comprometida agora, e essa biblioteca com a Bri, é bem pecaminosa.
- Pode deixar. Sorria.
- Ah, e não me esperem para o almoço, antes do turno matutino terminar, eu já estarei no hospital.
- Agente já sabe qual será o seu programa. Ash dizia maliciosamente.
- É, agente já sabe que você vai ir ver o PadaBunda, PadaBíceps. PadaGostoso...
- Ai, vocês duas. Nick saía dali desorientada.
- Aproveite, quem sabe não acontece um PadaSexo. Bri gritava, fazendo Ash gargalhar e Nick ficar vermelha.

...



- Chloe. Molly parava de frente para a carcereira, antes de entrarem no ambulatório. -  O que você vai fazer com a Samara? Dizia pensativa.
- Bom, não fique com arrependimento, nem nada, pense que se não for ela, será nós.
- E se agente conversar com ela?
- Molly, você quis bancar a durona, agora aguente as consequências e se nós formos fazer algo, tem que ser antes dela voltar para a cela e plantar a discórdia entre as presas contra você.
- Você tem certeza que Matá-la se resume basicamente em me proteger?
- Claro que é. Dizia insegura.
- O que a Samara te fez? Está na cara que isso se trata de vingança pessoal. Molly deduzia.
- Você é mais esperta do que eu imaginava.
- Então, me conte o que aconteceu.
- Ok, uma vez, durante o banho de Sol, eu estava passando perto da cela dela e essa Caminhoneira estava lá,fingindo que estava doente.
- E o que aconteceu? Molly dizia interessada.
- Ela pediu para eu me aproximar e eu fui, porque me preocupei, mas doce engano, ela quase me estuprou. Começava a chorar. - Se eu não tivesse dado uma pancada na cabeça dela...
- OMG Chloe, sinto Muito. Molly dizia surpresa.
- Tudo bem, agora essa coisa mal gerada vai ter o que merece. Limpava as lágrimas.
- Ok, e o que você planeja?
- A Samara sofre de diabetes, e um diabético não pode com dosagens altas de Cloreto de Potássio.
- Por que?
- Causa um infarto.
- Mas vai ficar vestígios no sangue. Dizia pensativa.
- Não se você misturar o Cloreto de Potássio junto da insulina, isso separa a substância do sangue. Olhava para ela. - Só fazendo um exame muito detalhado para encontrar algum vestígio.
- Uau, você falando isso, dessa maneira, me lembrou alguém. Se lembrava de Lav.
- Então, você topa?
- Mas como vamos fazer isso?
- Bom, ela sempre toma insulina depois do almoço, logo, ela vem no Ambulatório para aplicarem.
- Mais e o Doutor Gareth?
- Vou dar um jeito de atrasar a vinda da Samara, assim ela virá no horário de almoço do Doutor Gareth.
-Ok, e o que eu tenho que fazer?
- Dê um jeito de conseguir dois comprimidos e depois, triture-os e coloque-os dentro da seringa, ai é só tirar a Insulina do vidrinho e pronto, o pó irá se misturar.
- Tudo bem, eu consigo fazer isso.
- Vamos entrar. Abria a porta do ambulatório. - Dr. Gareth.
- Chloe minha carcereira preferida, como vai? Se levantava de sua mesa.
- Bem e o Senhor?
- Do jeito de sempre. Sorria para ela. - E quem é está moça que lhe acompanha?
- Ela será sua nova assistente. Se virava para Molly. - Este é o Dr. Gareth.
- Prazer em conhecê-lo Dr. Gareth, espero ser de grande ajuda para o Senhor.
- Ah, então você é a Molly. Sorria. - Bem vinda, o Diretor do presídio antes de sair passou aqui e me explicou seu caso.
- Então o Senhor deve saber que eu não sei aplicar uma injeção se quer. Sorria.
- Isso é simples, você aprende rapidinho. Sorria para ela. - Além do mais, aqui no ambulatório agente apenas trata casos simples, uma infecção, virose, gripe, dá vacinas... Casos mais graves tem que ir para o hospital.
- Fico mais tranquila então.
- Bom, vou deixar vocês a sós, logo mais volto. Chloe saía dali, dando uma piscadinha para Molly.


Look Molly - Doutor Gareth - Ambulatório
...

Horas Depois....


- Dona Lavínia. Yvonne empurrava a cadeira de rodas da Vadia por um dos corredores do Campus. - A Senhora prefere almoçar no Restaurante daqui? ou prefere ir em outro lugar?
- Eu? Comer aqui? junto desse monte de selvagens? Mas é nunca.
- Uhhh, quem é aquele que está vindo ali na frente? Yvonne via Jensen se aproximar, junto de Donna.
- Se você olhar para o Jensen dessa maneira mais uma vez, eu vou arrancar os seus olhos com a ponta das minhas unhas e se você falar dele nesse assanhamento, eu puxarei sua língua para fora e a cortarei lentamente e depois a darei para os cachorros do mato comerem, estamos entendidas?
- Sim Senhora. Dizia assustada. - Me perdoe.
- Que isso não se repita queridinha. Se virava para ela cinicamente.
- Lav? Jensen dizia surpreso, se aproximando dela.
- Jensen, quanto tempo, estava com saudades de você. Sorria.
- Como você está? A abraçava. - Eu vi falando de você no Jornal e já ia na sua casa mais tarde.
- Eu estou bem graças ao Nosso Bondoso e Misericordioso Deus.
- Fico feliz por você.
- Thanks. Olhava para a Mãe de Jensen, estranhando-a. - E quem é essa Senhora que está lhe acompanhando? É alguma empregada,faxineira perdida do Campus?
- Deixe que eu me apresento. Se aproximava. - Prazer querida, Donna Joan Shaffer Ackles, mãe desse rapaz aqui. Abraçava Jensen de lado.
- Oh. Lav dizia sem graça.- Que prazer conhecer a Senhora. Sorria. - É uma honra, seu filho fala tão bem da família,a achei tão simpática, bonita, jovem... Lav fingia humildade, embora essas palavras saindo de seus lábios, soavam mais como o deboche de sempre.
- Ah querida, eu percebi que você achou isso. Donna dizia ironicamente.
- Então Lav, o que você faz aqui ?
- Estou estudando agora Jensen. Sorria.
- Oh, isso é ótimo.
- Ah é sim, você nem imagina o quanto. Sorria cinicamente.
- Jensen, onde fica a Biblioteca?
- Por que a pergunta Mãe?
- Prefiro te esperar Lá, ai depois você me mostra o Campus com calma.
- Ok, é só a Senhora subir a escada, e virar a direita, é a terceira porta do corredor.
- Obrigada querido, assim que você terminar aqui, é só ir lá que eu vou estar te esperando. Saía dali, olhando torto para Lav.


Look Jensen - Look Donna


- Acho que sua Mãe não gostou de mim. Lav se fazia de ofendida.
- Que isso, é que eu combinei de mostrar aqui para ela, e nós chegamos atrasados, por que o almoço acabou demorando e a Donna é muito impaciente. Se sentava no murinho, ficando de frente para ela.
- Se você diz. Sorria
- E quem é essa ao seu lado?
- Essa é a minha enfermeira,Yvonne.
- Prazer Yvonne, Jensen. Sorria para ela.
- Prazer Jensen. Olhava para Lav, se lembrando da advertência .
- Então Jensen, você disse que iria na minha casa, nós poderíamos marcar algo qualquer dia desses.
- Será um prazer, o Jared também disse que irá junto.
- E como ele está?
- Do mesmo jeito de sempre. Sorria.
- Mudando de assunto, achei que iria ter aula com você hoje.
- Na verdade,eu mudei algumas turmas minhas tempos atrás. Olhava para baixo.
- Ahhh,que pena. Fazia bico. - Sabe, hoje o dia começou mal, eu tive que aturar a grosseria da Ashley,ela não quis me ajudar, devida minhas condições físicas.
- Nossa, mas essa birrinha de vocês, acho que nunca vai acabar.
- Não é birra,ela está com preconceito por eu estar assim.
- Isso é maldoso, recusar ajudar alguém no seu estado.
- Para você ver como ela é. Olhava para ele. - Posso te fazer uma pergunta?
- Diga.
- Você e a Ash terminaram?
- Yeah. Dizia vagamente.
- Sabe Jensen. Pegava nas mãos dele.
- Lav, acho mehor eu ir, minha mãe deve estar impaciente já com minha demora. Soltava suas mãos das dela.
- Ok, então depois agente se vê e marca algo.
- Tudo bem. Bye para vocês duas. Saía rapidamente dali.

....

- Bri. Nick ligava para amiga, enquanto estacionava seu carro em frente ao hospital.
- Sim. Dizia enquanto subias as escadas após almoçar, juntamente de Ash.
- Sabe aquela hora que eu passei  na biblioteca? Entrava no hospital, caminhando até  elevador. - Antes de ir embora do Campus?
- Na hora que eu e a Ash estávamos saindo para almoçar?
- Isso, eu deixei meu Trabalho em cima da sua mesa e só percebi a falta dele agora.
- Eu já guardei ele. Sorria. - Mais tarde eu lhe entrego pode ser? Entrava na biblioteca.
- Thanks, Vou desligar agora. Descia no andar escolhido, caminhando até a mesa de Carmen.
- Ok, a Ash está desejando Bom estágio e eu também.
- Obrigada, vejo vocês mais tarde.
- Por nada. Bri olhava para Ash, e as duas gritavam " Aproveite o PadaMédico". Gargalhavam.
- Vocês duas. Encerrava a ligação, balançando a cabeça negativamente.


- Nick, boa tarde. A secretária de Jared sorria para ela.
- Boa Tarde Carmen, como você está?
- Muito bem e você?
- Estou bem também.
- Carmen. Sharon se aproximava.  - Vim te atormentar um pouquinho... Olhava para Nick. - E quem é esta bela enfermeira que eu ainda não havia conhecido?
- Oh, eu não sou enfermeira, apenas vim fazer um estágio. Sorria para ela. - Prazer, me chamo Nickole, mas pode me chamar de Nick.
- Prazer Nick, eu sou a Sharon, Mãe do Jared.
- Prazer em conhecer a Senhora. Se aproximava dela, iniciando um abraço.
- Jared vive cercado de belas mulheres.
- Thanks. Nick sorria timidamente.
- Nick, se você quiser esperar o Jared terminar a consulta dele, pode se acomodar no sofá.
- Ok.
- Vem. Sharon a puxava. - Vou lhe fazer companhia enquanto meu filho termina a consulta que está realizando. Se sentavam no sofá. - Espero que não seja um incomodo para você a minha presença.
- Que isso Senhora Sharon, não é incomodo algum.
- Por favor, apenas Sharon.
- Ok. Sorria.
- Então, você estagia aqui há muito tempo?
- Na verdade, esse é o meu segundo estágio, eu ainda estou no Primeiro ano de medicina, só faço estágios quando preciso de alguma informação para trabalhos,provas, quando estou com dúvida ou quando precisam de algum voluntário aqui no hospital. Sorria.
- Ah sim, então você não conhece muito bem meu filho.
- Errr... Desviava seu olhar, pensando em alguma desculpa.
- Já entendi, você e meu filho... Sharon insinuava.
- Nós chegamos a namorar, mas não deu certo.
- Não querendo ser entrometida, mas qual foi o motivo?
- Gente maldosa interferindo na nossa relação.
- Que pena, mas você o ama? Sharon olhava para Nick, que dava um sorriso sem graça, dando a entender que sim. - Melhor mudarmos de assunto, não quero deixá-la constrangida.
- Thanks.
- Jared deveria ter lhe convidado para o Jantar que fizemos ontem lá no apartamento.
- Ah, minha amiga Ashley, foi.


Look Nick


- Carmem,depois eu quero que você verifique no sistema aqueles pacientes com mais de quarenta anos e que já não vem aqui há algum tempo, ligue e veja se está tudo bem e se possível, marque uma consulta de rotina. Se encostava na mesa dela.
- Tudo bem , eu já iria fazer isso mesmo. Sorria.
- O que Nick faz aqui? Olhava para ela, que estava sorrindo, junto de Sharon. - E conversando com a minha mãe?
- Ue, achei que você já sabia que a Nick iria vir estagiar hoje, inclusive Eu deixei um bilhete em cima da sua mesa.
- Eu não vi bilhete algum, devo ter misturado com aquela papelada toda.
- Bom, se lhe interessa saber, as duas se deram bem logo de cara.
- Estou percebendo, Elas estão entretidas.

- Então você é amiga da Ashley? Sharon dizia surpresa.
- Sim, desde quando nascemos praticamente. Gargalhava.
- Que mundo pequeno.
- Para você ver. Sorria. - A Ash falou tão bem de Você e da Donna.
- Que fofa, adorei conhecer ela, pena que a Noite terminou de uma maneira não muito agradável.
- Pois é, ela me contou.
- Sem querer me entrometer, mas como amiga dela, você sabe por que Ela e o Jensen terminaram?
- Posso dizer que ela não fez por maldade, ela fez para proteger Ele...
- Ok, não vou me entrometer mais nesse assunto.

- Boa tarde Nick. Jared se aproximava um pouco constrangido.
- Boa Tarde PadaBun... Nick percebia o que ia dizer. "Tinha que ser essas ideias da Bri" Pensava consigo mesma. - Boa Tarde Jared. Sorria constrangida.
- Então, minha Mãe alugou você?
- Que isso, está sendo um prazer conversar com ela.
- Sei, Mãe o que a Senhora andou falando?
- Nada meu querido, eu ainda não falei daquela vez que você caiu de cara no bolo em seu aniversário. Dizia, fazendo Nick Gargalhar.
- Como isso aconteceu?
- Oh God, vai começar o "Conte micos do Jared". Jay pensava.
- Foi no aniversário de 5 Anos dele, nós estávamos todos nos divertindo e por sinal, estávamos bebendo vinho e sem ninguém perceber o Jared tomou meio copo de Vinho que o Pai dele havia deixado no copo. Olhava para o filho . - Resultado, ele ficou mais espuleta que o normal e na hora do parabéns, ele já estava com cara de sono e caiu em cima do bolo.
- Jared, que coisa feia, bebendo desde criança. Nick debochava.
- Ok, melhor separar vocês duas. Jared dizia envergonhado.
- Mas a conversar está tão boa. Sharon fazia bico.
- Acho que eu não preciso que a senhora conte mais micos passados certo?
- Eu adoraria escutar. Nick provocava.
- Ok, mas eu preciso que você me ajude com algumas coisas.
- Ok, eu vou no Refeitório daqui, me  deu uma súbita vontade de comer alguma sobremesa. Se levantava. - Depois eu volto.
- Bom lanche. Nick dizia.
- Obrigada querida. Saía dali, ficando com seus pesamentos. " Os dois formam um casal tão lindo e eu gostei dela, adoraria tê-la na família".

...


- Então Molly, o que está achando desse começo aqui? Dr. Gareth dizia, enquanto aplicava injeção no braço de uma detenta qualquer.
- Bom, estou tentando ficar atenta em tudo para aprender, mas pelo que pude ver é tudo muito calmo.
- Como disse antes, aqui agente só faz o básico mesmo. Fazia sinal para a Detenta sair.
- Doutor Gareth. Chloe chegava até ele. - O Senhor já pode sair para almoçar, eu fico de olho na Molly.
- Tudo bem. Olhava para Molly. - Qualquer imprevisto, o número do meu celular está na mesa, você pode me ligar.
- Tudo bem Doutor, o senhor pode ir sossegado. Caminhavam até a recepção.
- Molly, esse é o seu almoço. Apontava em cima da mesa do Doutor.
- Ok.
- Então qualquer coisa é só me ligar, eu volto em dentro de Uma Hora e Meia.
- Bom almoço Doutor. Molly o via sair.
- Você pegou o remédio? Via Gareth se distanciar.
- Sim Chloe. Tirava a seringa com o remédio triturado,de dentro do bolso de seu jaleco.
- Ok, já vou pegar a Samara para vir aqui.
- E seja o que Deus quiser. A via sair dali.
- Molly. Lucy chegava até ela.
- O que você faz aqui?
- Eu disse que minha cabeça estava doendo e que queria vir tomar algum remédio. Olhava em volta. - Você deu sorte, muitas aqui limpam banheiro, varrem o chão e você aqui, cuidando do ambulatório.
- Graças a meu advogado, mas você não veio aqui somente para isso, ou veio?
- Não, a Chloe me disse que você planeja matar a Samara, você tem certeza disso?
- Eu não tenho escolha, ou é ela, ou Eu.
- Isso soa como fala de filme.
- Bom, se teve uma coisa que eu aprendi nessa minha vida, é a Seguinte: " Não importa quão baixo você desça, quão baixo você jogue, no fim, você vai conseguir o que quer".
- Quem te ensinou isso foi a Tal de Lavínia?
- O que você acha? A olhava cinicamente.
- OMG, ela chegou. Via Samara entrar no ambulatório algemada .
- Molly sua vadizinha, eu vou te matar. Se aproximava da mesma.
- Se acalme Samara. Chloe a puxava pelo braço.
- Deixe ela Chloe, essa dai não vai fazer nada, o negócio dela é dirigir caminhão. Gargalhava.
- Aaah, sua puta de beira de estrada.
- Que boca suja Samara. Fazia bico. - Não estou acostumada com esse tipo de palavreado, se você continuar com esse mal humor, eu não vou aplicar sua insulina.
- Você se acha a engraçada não é?
- Chloe, leve essa Caminhoneira para a sala ao lado e a sente em uma cadeira.
- Ok. Saía com Samara dali, indo até a sala seguinte, colocando a detenta em cima da cadeira.
- Então Samara. Olhava para ela. - Você quer esse remedinho? Enfiava a agulha dentro do frasco de insulina, retirando a dosagem correta.
- Anda com isso. Gritava. - Só estou te avisando, assim que eu sair da solitária, a primeira coisa que eu vou fazer e te matar e depois denunciar você Chloe maldita.
- Você não vai fazer nada sua ridícula. Chloe dava um tapa na cara dela.
- Em qual braço eu aplico? Sacudia a seringa, misturando o líquido com o pó. - Direito ou esquerdo?
- Esquerdo, por que é o lado que o coração fica. Chloe exibia um olhar alegre.
- Tudo bem. Molly se aproximava de Samara e logo aplicava a insulina.
- Espera, porque vocês estão com essa cara? O que vocês armaram? A sapatona  gritava.
- Tarde demais para questionar querida. Chloe dizia.
- Oh, que sensação estranha é essa? Começava a suar em grande quantidade.
- A da morte chegando. Molly dizia naturalmente.
- O que você fez comigo? Meu peito, parece que vai explodir.
- Eu não fiz nada além do que você queria fazer comigo. Molly dizia com voz de coitada.
- Já que você vai morrer mesmo, tinha Cloreto de Potássio misturado em sua insulina. Chloe dizia normalmente.
- Eu não podia tomar isso...
- Que pena querida é tarde de mais, você achou que iria me  assediar e ficaria por isso mesmo? Doce engano.
- Ahhhh. Dava o último suspiro.
- Bom, ela teve o que mereceu. Molly dizia. - Isso é para você aprender que nunca mais alguém irá me ameaçar. Olhava o corpo da defunta, ainda com os olhos abertos. - Vai para o Inferno sua Caminhoneira Fanchona. Dava uma gargalhava medonha diga-se de passagem. Well, se ouvesse alguma explicação coerente para isso, eu poderia jurar que o espírito de Lav baixou em Molly.
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1 comentários:

  1. Gente, morta com a Lav, to rindo muito dele, o cinismo dela é tanto que nem consigo sentir raiva. DIVA. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ash barraqueando, AMO AMO AMO. Diva tbm.

    PadaSexo, Padabíceps. Socorro, morrendo muito aqui. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Molly na cadeia tá melhor que muitos.
    É a morte chegando. morri. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Lav chamando a mãe do Jensen de faxineira, bem feito, tomou. kkkkkkkkkkkkkk

    Me deu medo tbm dela ameaçando a Yvonne, se eu fosse ela, desapareceria na calada da noite.

    Ash e Henri sempre são fofos.

    Ri horrores da Ash divando na sala.

    Nick com sua "sogra", ri da história do bolo.

    Ai q capítulo perfeito, amei, amei, amei. já ansiosa pela continuação.

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