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Kill All The Secrets - Capítulo 2.14 - " Be Careful With The Truth "





Nome: Kill All The Secrets (Mate Todos Os Segredos).

Número de Temporadas: 3.

Capítulo:  2.14 - " Be Careful With The Truth "

Classificação : 16 + - Contem cenas de violência,mortes,sexo,insinuações...

Gênero : Drama,Comédia,Mistério...

Autora: Laura.

Personagens: Ashley (Principal) Brittany (Principal) Nickole (Principal) Lavínia (Vilã) Molly (Coadjuvante) Henri (Principal) Jensen (Principal ) Jared (Principal) Misha (Principal) Ben (Secundário) Chad (Coadjuvante) Lilly (Secundário) Cecy (Secundário) Rene (Secundário) Annie (Secundário) ....

Sinopse: Após os últimos acontecimentos, Ashley, Nickole e Brittany, tem suas vidas viradas de cabeça para baixo, principalmente por terem testemunhado a morte de Lavínia, da qual agora são suspeitas. Como se não bastasse os problemas com a justiça, Ash se vê de frente com seu antigo amor, que volta disposto a tê-la de volta, Jensen sente que Ash está um pouco distante, isso o deixa inseguro, se deparando com uma situação onde as decisões não dependem apenas dele. Nick se sente vazia diante de todos os acontecimentos, principalmente em seu termino com Jared, a Chegada de Misha talvez possa mudar isso, ou apenas complicar tudo ainda mais. Bri como sempre prefere viver em seu mundo onde tudo gira em torno de homens, não que isso seja uma má ideia... Molly tenta usufruir dos bens de Lav, mas não esperava por uma surpresa nada agradável. O trio de amigas no final do primeiro capítulo, se veem de frente com algo que poderia ser julgado impossível de acontecer, quem é ela ? o que ela quer? A última pergunta eu posso responder, brincar com as "culpadas" da morte de Lav.

Considerações: Quando tiver o player nas cenas serão as músicas das cenas,acho que não tem necessidade de ficar colocando toda hora "música da cena",mas como este é o primeiro capítulo tudo Ok.Ainda Sobre as músicas,quando uma cena não tiver música,aproveite a música da cena passada (Até a cena que tiver um novo player),por que eu escolho as músicas pensando nisso.
Onde estiver Look (Exemplo,Look Ashley,Look Das garotas),vocês podem clicar para visualizarem a roupa dos personagens e os Personagens. Quando estiver Casa da Ashley,carro,escola,podem clicar para visualizarem o local onde a cena ocorreu !!!!

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2.14 - " Be Careful With The Truth "
"Tome Cuidado Com A Verdade"


- Molly, o que aconteceu para você me ligar assustada daquele jeito? Dr. Gareth entrava preocupado no  ambulatório.
- Aconteceu algo terrível. Fingia um choro, parada na porta que dá acesso onde o corpo de Samara está.
- Por que essa choro?
- Sabe a  Samara?
- Oh, eu esqueci que não podia ter saído para almoçar antes de aplicar a insulina nela.  Colocava sua pasta em cima da mesa.
- Pois então, a Chloe veio trazê-la aqui para tomar a Insulina.
- E ela está bem? Dizia preocupado.
- Eu não sei, eu apliquei a insulina nela e depois de algum tempinho ela começou a suar em grande quantidade...  Fingia um choro.
- Onde ela está? Caminhava até Molly.
- Aqui no quartinho com a Chloe.
- Deixe eu vê-la. Passava por Molly, que dava caminho para ele. - Chloe, você estava presente quando tudo aconteceu?
- Sim Doutor.
- Ela morreu?
- Eu não sei, não tive a coragem de checar os batimentos cardíacos dela. Molly se fazia de sonsa.
- Tudo bem. Se aproximava do corpo da defunta,pegando seu Estetoscópio e checando se havia algum pulso cardíaco ali. - Ela está morta. Olhava para Molly, que dava um grito.
- Foi minha culpa, eu a matei, eu não deveria ter vindo trabalhar aqui.
- Molly, se acalme, não foi culpa de ninguém, até por que, insulina nem em dosagem errada mata alguém.
- Sério? Limpava as lágrimas.
- Me diga exatamente o que aconteceu?
- Ok, ela chegou aqui, pediu para aplicar a insulina, a Chloe me disse a dosagem correta porque de vez em quando ela a trás aqui. Olhava para Gareth. - Só que antes de aplicar a insulina, a Samara já estava estranha, suando, disse que estava se sentindo mal, eu logo imaginei que era glicose baixa por ter passado da hora de tomar a insulina, ai eu apliquei e tempo depois ela disse que estava sentindo o coração bater mais forte como se fosse explodir, até que Ela deu um gemido muito forte.
- Pelo que você está descrevendo, ela teve um ataque cardíaco.
- OMG, então não foi minha culpa?
- Não, solitária as vezes faz isso com as pessoas.
- E agora o que agente faz?
- Avisa na diretoria, libera o corpo para o IML dar o parecer da causa da morte e depois é só avisar os parentes. Chloe se intrometia
- Você tem condições de fazer isso Chloe?
- Sim Doutor Gareth, só vou tomar um pouco de água para me acalmar. Se levantava, saindo dali.


Relembrando: Look Molly - Gareth - Chloe - Samara - Ambulatório
....

Relembrando: Look Ash - Look Bri - Biblioteca

- Sabe Bri. Ash olhava pela janela da biblioteca. - Até que ficar aqui na biblioteca é legal, te distrai além de ser calmo.
- É legal sim. Sorria. - Mas tem dias que isso aqui se torna um Caus.
- Qual tipo de Caus que você está falando? Aqueles que você faz? Ou aqueles que os alunos fazem?
- Eu não faço Caus. Olhava para ela séria. - E sim shows particulares, escândalos... Gargalhava.
- Eu fico passada com sua falta de vergonha na cara. Gargalhava.
- Ué, não tem por que eu me envergonhar das coisas que eu faço, sou feliz assim, ninguém tem nada a ver com minha vida e vergonha é você matar ou roubar, o resto...
- Isso eu concordo com você, se as pessoas se preocupassem mais em cuidar de sua própria vida, o mundo seria um lugar tão melhor.
- Por isso nos damos tão bem, pensamos igual e nenhuma no fim das contas julga a outra.
- Exatamente. Sorria. - Bom, vou pegar um livro para ler. Saía dali. - Já volto. Caminhava até as prateleiras onde os livros de romance ficam, olhando os títulos de alguns para ver qual lhe interessaria.
- Oh, me desculpe querida. Donna esbarrava em Ash, que olhava para baixo.
- Não foi nada. Olhava para ela sorrindo.
- Ash, é você.
- Donna, que prazer revê-la. A abraçava. - Como a Senhora está?
- Por favor, sem senhora. Sorria. - Eu estou muitíssimo bem, melhor agora em sua companhia.
- O que você faz perdida por aqui?
- O Jensen ficou de me mostrar o Campus, mas ele esta lá embaixo conversando com uma pessoa insuportável, pelo menos essa foi minha primeira impressão.
- Posso saber quem é? Sorria timidamente.
- Uma tal de Lav, ou algo assim.
- Esse ser não perde a chance. Bufava.
- Você a conhece?
- Sim, a conheço muitíssimo bem e só para constar, nós duas nos odiamos.
- Então ela não é flor que se cheire?
- Não, nenhum pouco, mas não vamos perder tempo falando dessa criatura desagradável. Sorria. - Vem, vou apresentar você para uma grande amiga minha. Saía dali de braços dados com Donna, voltando até a sala de Bri, que estava pendurada na janela,  gritando com um dos jogadores de Rugby.

- Tira a camisa Gostoso, eu quero ver o que você esconde debaixo dela. Bri gritava, e a pessoa em questão gritava de volta. " Pode deixar que depois eu passo ai e te mostro o tem aqui embaixo, em particular." - Uhhhh. Bri mordia o dedo gargalhando.
- Não liga não. Ash olhava para Donna, que estava chorando de tanto rir. - A Bri quando nasceu veio com deficiência de neurônios.
- Hi Ash. Se virava para amiga, agindo naturalmente. - Achou o livro que queria?
- Você faz isso sempre? Ash sorria.
- Todos os dias, quero dizer, menos nas sextas,por que eles não treinam. Se aproximava da amiga.
- Menina,eu adorei você. Donna continuava rindo.
- Obrigada. Sorria de volta.

- Deixe eu apresentar vocês. Bri, essa é a Donna, mãe do Jensen, Donna, essa é a Bri, um das minhas melhores amigas.
- Prazer Bri. Donna se aproximava dela a cumprimentando com três beijos. - É um prazer conhecer você e principalmente ver que meu filho convive com pessoas direitas.
-  Thanks, é um prazer conhecer a Senhora também.
- Você trabalha aqui?
- Sim, já tem um bom tempo.
- Ashley, você deveria ter levado a Bri no Jantar.
- Eu a convidei, mas ela achou melhor não ir.
- Bom, me arrependi. Bri sorria. - Ash falou tanto da comida da Senhora.
- Bem ou Mal? Olhava para Ash.
- Muito mal Donna, disse que a Senhora é uma péssima cozinheira. Dizia ironicamente.
- Nossa Ashley, que maldade da sua parte.
- Estou brincando Donna, disse maravilhas do jantar. Se aproximava dela a abraçando de lado.
- Que bom. Sorria para ela. - Ah, eu gostaria de lhe pedir desculpas pelo modo como o Jantar terminou e principalmente por submete-la aquela discussão com meu filho, eu juro que não sabia que vocês...
- Tudo bem Donna, não tem nada o que se desculpar. Sorria fracamente.
- Sabe, achei uma pena você e meu filho terem terminando, eu gostei tanto de você, seria um prazer  enorme tê-la como nora. Olhava nos olhos de Ash, que brilhavam ao escutar essas palavras.
- Thanks. Sorria emocionada.
- Henri Chegando. Bri o via se aproximar.



Relembrando: Look Donna - Look Henri


- Ash. Henri sorria enquanto ela se aproximava dele. - Boa Tarde. A puxava para si, iniciando um beijo. - Eu passei aqui para te pegar para almoçar, mas você já tinha saído. Depositava suas mãos na cintura dela.
- Sorry, eu acabei indo almoçar com a Bri. O olhava nos olhos.
- Tudo bem.
- E como foi suas aulas?
- Normais, pena que não tinha nenhuma aluna em especial. Olhava para ela.
- Ah é? E quem seria? Se fazia de inocente.
- Você é lógico. Sorria. - Sabe que eu sinto saudades de quando eu era seu professor.
- Tirando o medo que eu tinha de alguém descobrir e acabar com tudo, eu também sinto, era uma época tão boa, menos complicada...
- E a Lav acabou descobrindo e estragando sua formatura.
- De certa forma. Dava um selinho nele.

- Brittany. Donna se sentava na poltrona, olhando para ela.
- Sim.
- Posso te fazer uma pergunta mais íntima?
- Claro, o que a Senhora gostaria de saber.
- O que você pode me dizer sobre Lavínia?
- A Vadia loira?
- É. Gargalhava da maneira engraçada que Bri dizia.
- Bom, o que a Senhora quer saber exatamente?
- Ela estava conversando com o Jensen e Eu não gostei do jeito dissimulado dela.
- Sabe, a Lav é uma pessoa muito má, ela não mede esforços para conseguir o que quer, o Jared mesmo a odeia, só o Jensen que por ser meio inocente, tem pena dela...
- Você a acha perigosa?
- Sim, a Ash mesmo já pediu para ele ficar longe dela.
- Preciso ter uma conversa séria com ele então. Dizia pensativa. - Posso fazer outra pergunta?
- Uhun. Balançava a cabeça positivamente.
- Você sabe por que meu filho e a Ashley terminaram?
- Ai Donna, eu juro que se pudesse, eu lhe diria o motivo, mas isso envolve tanta coisa, a Ash teve que terminar por que era a coisa certa a se fazer, é como dizem, quem ama, liberta. Pensava um instante. - Quer saber, os dois terminaram por que a Lav enfiou o dedo podre dela no meio. Dizia rapidamente. - Pronto falei.
- Eu vou pedir a Deus para que tudo dê certo para os dois, para que Deus ilumine o caminho deles e possam ser felizes juntos, por que eu vejo nos olhos deles o amor.
- Se serve de consolo, dizem que reza de Mãe é potente.
-  Eu sei. Sorria. - E por isso mesmo vou pedir muito a Deus.

...


Relembrando: Look Nick - Look Jared - Sala Jared




- Então Nick. Jared sentava em sua mesa, enquanto sua paciente saía de sua sala. - Como você tem passado? Já tem algum tempo que não nos vemos...
- Eu estou bem. Fechava a porta. - E você? Alguma novidade? Se sentava no sofá, olhando para ele. Alguém novo em sua vida? Nick iria dizer mulher, mas preferiu não ser tão direta.
- Acho que minha vida está bem longe de novidades. Sorria normalmente.
- E a Molly? Você tem alguma notícia dela?
- Não tive notícia nenhuma dela desde o julgamento.
- E seu filho? Você não se preocupa com o bem-estar dele?
- Eu já disse que esse filho não é meu. Tentava manter a calma.
- Jared, como você pode ter tanta certeza disso? Olhava para ele.
- Por que, não pode, seria injusto se esse filho for meu...
- Injusto porque? A criança não tem culpa da ruindade ou ambição dos Pais.
- E por que você está me dizendo isso?
- Para você não cometer nenhuma injustiça.
- E o que eu deveria fazer?
- Primeiro, ir conversar com a Molly na Prisão, escutar o que ela tem a dizer, ir em busca da verdade, na real situação que ela se encontra, não vejo motivos para ela mentir.
- Eu acho que não consigo olhar na cara dela.
- Por que?
- Como você quer que eu a veja, depois de todo mal que ela me fez? Ela tirou você de mim, isso é motivo suficiente para não vê-la nunca mais. Dizia com os olhos brilhando.
- Não Jared, não foi ela quem me separou de você. Dizia calmamente, olhando para baixo. - Quer dizer, ela teve sua parcela de culpa, mas foi você mesmo que me perdeu, você teve a chance de ser honesto comigo, de me dizer a verdade, mas preferiu omitir, dando a oportunidade daquela cobra vir fazer intriga.
- Só não te contei por que eu não queria te fazer sofrer, por que eu Te Amo. Olhava para ela.
- Um relacionamento não pode se sustentar em cima de mentiras e era isso que você estava fazendo, eu poderia ter aceitado muito bem o fato de você ter um filho com outra, você deveria ter confiado em mim.
- Eu fiz com a melhor das intenções, eu nunca quis te machucar. Se levantava de sua mesa, caminhando até ela, se sentando a seu lado. - Você deveria deixar essa dor de lado e me perdoar, agente pode dar certo, nós podemos ficar juntos, por que existe amor entre nós. A olhava nos olhos.
- O problema é, como eu vou saber que você está sendo honesto comigo? Como eu vou depositar minha total confiança em ti? O olhava nos olhos. - Sabe, como eu vou ter aquela sensação de confiança quando você estiver longe, de saber que você jamais trairia minha confiança?
- Isso você só vai descobrir se me der uma segunda chance. Pegava nas mãos dela.
- Eu não posso, você não é mais o único em minha vida, eu tenho o Misha agora.
- Você não o ama.
- Eu posso não amá-lo, mas nós temos algo especial e eu não vou estragar isso.
- Se não existe amor? Se aproximava dela. - Qual a graça? Se aproximava um pouco mais, quase iniciando um beijo.
- Querido, eu vim ver se a Nick está disponível. Sharon abria a porta, interrompendo o beijo que iria acontecer. - Ooh, cheguei em má hora. Percebia o clima que estava ali.
- Não, não chegou em má hora. Nick se levantava e jogava o cabelo para trás. - Na verdade, eu já ia sair daqui.
- Posso roubar ela por alguns instantes? Sharon olhava para o filho.
- Claro. Sorria sem graça para a mãe. - Ela é toda sua. As via sair dali.


Relembrando: Look Sharon - Hospital


- Querida, você e o Jared estavam quase se beijando? Sharon dizia sorrindo, enquanto caminhava pelo corredor do hospital.
- Ainda bem que a Senhora chegou, seria um erro.
- Não existe erro no amor.
- Eu tenho outra pessoa em minha vida.
- Vem, vamos conversar um pouco melhor. Sharon dava o braço para ela. - Vamos até o restaurante tomar uma xícara de café, dizem que depois do almoço faz bem.
- Tudo bem. Caminhavam até o elevador.
- Sabe Nick, eu gostei de você,adoraria tê-la como Nora.
- Obrigada, eu gostei da Senhora também. Sorria timidamente.
- Me diga, você e meu filho tiveram algo realmente sério?
- Sim, foi tão bom enquanto durou. Sorria e o elevador parava no andar onde o Restaurante fica, as duas saíam do elevador e caminhavam até o destino escolhido, se sentando em uma mesa qualquer. - Sabe, ele inclusive me contou aquele segredo que apenas você e ele sabem, mas pode ficar tranquila que eu jamais vou dizê-lo há alguém. Dizia em baixo tom de voz.
- Ele teve a coragem de te contar? Ele nunca tocou nesse assunto, desde que aconteceu, quem sabe disso é apenas eu e ele. Sorria emocionada. - Sabe, era uma coisa só nossa.
- Eu sinto muito por isso. Abaixava a cabeça.
- Thank You. Via uma garçonete se aproximar e pedia duas xícaras de Café Expresso. - Sabe Nick. Via a garçonete se distanciar. - Por que você não volta para meu filho? É tão nítido que vocês se gostam.
- Como eu já disse, eu tenho outra pessoa na minha vida e eu gosto dele na verdade.
- Mas não ama e o amor é um sentimento tão mágico na nossa vida, não sei como existe pessoas que conseguem viver sem.
- Sabe, tem algo dentro de mim que me impede de ficar com ele,sabe, talvez seja receio, orgulho ferido, falta de confiança.
- Querida, o amor é maior do que isso, o amor perdoa tudo.
- Talvez. Dizia indecisa.
- Sabe,  tire um dia para você refletir, colocar os pesos na balança, saiba que você tem meu apoio para namorar meu filho.
- Thanks. Sorria, enquanto a garçonete voltava com as Duas xícaras de café.

....



- Henri, que bom vê-lo. Donna o vi se aproximar, de mãos dadas com Ash.
- Donna, achei que você já estaria longe uma hora dessas. Se aproximava dela, dando um forte abraço.
- Já querendo me ver longe querido? Gargalhava.
- Não, longe de mim querer isso. Sorria.
- Sabe Henri, eu estava me lembrando de uma historia que sua Mãe me contou.
- Ihhh. Sorria. - O que minha Mãe andou falando?
- Foi uma historia da sua infância. Se sentava na poltrona, vendo Ash e Henri se encostarem na mesa de Bri, enquanto a mesma digitava algumas coisas. - Você era muito apegado há um gatinho. Fazia ele começar a sorrir. - E por quase um dia, ele ficou desaparecido, ai você começou a olhar pela janela do quarto e percebeu que o Gatinho estava em cima da árvore e foi lá salvá-lo, o que seria um resgate de sucesso, se você não tivesse ficado preso na árvore. Dizia sorrindo.
- Imaginando a cena. Ash dizia sorrindo.
- Como você saiu de lá? Bri se intrometia. - Foi preciso chamar os bombeiros?
- Não. Gargalhava junto. - Minha mãe pegou a escada e me ajudou a descer.
- Mãe. Jensen chegava até onde todos estavam, se deparando com as gargalhadas. - Podemos ir?
- Hi Jensen. Bri enrolava uma mecha de cabelo. - Boa tarde para você também, como tem passado? Ironizava.
- Hi Bri, vou bem. Olhava para Ash. - Boa tarde ao restante das pessoas.
- Boa Tarde. Henri e Ash diziam juntos.
- Então Mãe, vamos? Olhava para ela.
- Vamos querido. Se levantava da poltrona onde estava sentada. - Ashley, foi um prazer vê-la novamente. A abraçava. -  Espero que nós nos encontremos mais vezes.
- Thanks Donna. Foi um prazer vê-la novamente também. A olhava. - Tenha uma boa viagem.
- Obrigada querida. Olhava para Henri. - Até a próxima vez querido e cuide bem dessa garota, ela é de ouro.
- Pode deixar Donna. Sorria.
- E Bri. Via a mesma se levantar. - Adorei te conhecer,espero vê-la mais vezes também, continue assim,espontânea e verdadeira sem se importar com o que as pessoas dizem.
- Obrigada Donna. A abraçava. - Foi um prazer conhecê-la, faça uma boa viagem.
- Obrigada. Caminhava até Jensen. - Espero algum dia receber todos vocês na minha casa, será um grande prazer. Sorria. - Bom, agora eu preciso ir, fiquem com Deus meus queridos.
- Vá com Deus também Donna. Ash, Bri e Henri diziam juntos.
- Então querido. Donna dava o braço para o filho. - Será que ainda dá tempo de você me mostrar o Campus?
- Dá sim, é só não demorarmos muito. Sorria.


Relembrando: Look Jensen
.....


- Jared. Sharon se aproximava do filho, que conversava com Carmen na recepção. - Aqui está sua estagiária, espero que não tenha atrapalhado nada.
- Que isso Mãe, até que o dia aqui está calmo. Sorria
- Bom, eu preciso ir agora, tenho que arrumar minha mala para mais tarde partir.
- Mas já Sharon?
- Sim Nick, Jensen vai levar a Donna e Eu ao Aeroporto da Capital mais tarde.
- Então, boa viagem e foi um prazer conhecê-la. A abraçava.
- Obrigada querida, foi um prazer conhecê-la também. Pense no que eu lhe disse. Dizia baixinho, perto do ouvido de Nick.
- Carmen, até uma próxima vez.
- Até Dona Sharon. Dava um tachuzinho para ela.
- E você meu filho, estou muito orgulhosa de tudo. O abraçava. - Qualquer coisa que você precisar é só me ligar, saiba que todos te amam muito.
- Obrigado Mãe, eu amo todos vocês também. Tentava não chorar.
- Deixa eu descer que o Táxi que eu chamei já deve estar a caminho.
- Nós te acompanhamos até o térreo Mãe.  Jared dizia, enquanto olhava para Nick.
- Tudo bem. Entravam no elevador,rapidamente chegando ao térreo, caminhando até a entrada do hospital.
- Mãe, caso eu não chegar a tempo de despedir, tenha uma ótima viagem.
- Thanks. Via o Táxi parar na entrada. - Assim que eu chegar em Dallas eu ligo.
- Tudo bem.
- Bye Sharon, boa viagem.
- Obrigada Nick. Entrava no táxi. - Até uma próxima. Acenava para eles.
- Até. Acenavam de volta.
- Adorei conhecer sua mãe Jared. Via o táxi se distanciar.
- Pela animação dela, digo que ela adorou te conhecer também. Sorria.
- Bem que a Ash disse que ela era simpática,simples...
- Ela te contou sobre o jantar? Dizia um pouco surpreso.
- Claro né, ela é minha melhor amiga, nós contamos tudo uma para outra. Colocava o cabelo para o lado . -   E só para constar, o Jensen foi um grosso com ela.
- Ele tem os motivos dele, o modo repentino como a Ash terminou com ele o afetou e muito. Olhava para ela. - Ela terminou com ele e sequer deu um motivo convincente, a Ash foi a primeira mulher que ele se declarou e aconteceu isso...
- Sem motivos convincentes não, Ela tem um. Nick levava as mãos a boca, ao perceber que estava falando o que não deveria.
- Que motivo seria esse? A olhava nos olhos.
- Eu não posso falar e não vou.
- Tem certeza? Se aproximava.
- Nick. Misha chegava sorrindo.


Look Misha


- Toda hora sempre tem um... para atrapalhar. Jared pensava consigo mesmo e logo Sorria ironicamente.
- Misha, Hi, o que você faz aqui? Nick dizia surpresa.
- Bom, eu vou subir e deixar vocês a sós. Jared saía dali.
- Eu tenho uma notícia ótima para lhe dar. Sorria.
- É o que eu estou pensando? Olhava para as mãos dele e via um envelope.
- Sim, a carta que eu estava esperando acabou de chegar. Dizia eufórico.
- Que bom. Nick o abraçava. - E agora? O que acontece?
- Bom, o arcebispo me deu Um  mês para eu arrumar algum lugar para morar.
- E enquanto isso?
- Eu posso morar na casa paroquial.
- E quando o novo Padre chega?
- Em dentro de duas semanas no máximo. Sorria.
- Ai, você não sabe como é bom não ter que guardar esse segredo.
- Nick. Dizia receoso. - Sabe, eu estava pensando, nós temos que assumir nosso caso com calma.
- E o que você sugere?
- Bom, primeiro eu preciso arrumar um trabalho e me livrar dessa imagem de padre e ai sim podemos assumir nosso caso.
- É, você está certo. Dizia um pouco desapontada, principalmente por escutar a palavra "caso". - E você já tem ideia de onde quer trabalhar?
- O que aparecer, eu vou aceitar. Sorria. - Eu tenho uma ideia também.
- Qual seria?
- Eu tenho um bom dinheiro guardado na minha poupança e estava pensando em abrir meu próprio negócio.
- Isso seria ótimo, o que você tem em mente? Sorria.
- Como eu já te disse, eu sou formado em contabilidade e já trabalhei em uma imobiliária, logo eu estava pensando em abrir uma Imobiliária.
- Eu gosto dessa ideia.
- Mas para ela dar certo, eu preciso arrumar um emprego normal antes,pesquisar sobre esse setor aqui na cidade, conhecer algumas pessoas, e me livrar dessa imagem de Padre.
- Bom, se eu ficar sabendo de qualquer coisa, eu te aviso.
- Thanks. Sorria para ela. - Bom, eu vim aqui só para  te contar isso, preciso voltar para a Igreja agora.
- Ok, talvez eu passe por lá mais tarde.
- Tudo bem. Saía dali.
- Bye. O via se distanciar e começava a conversar consigo mesma. - Sabe, tudo que eu queria era que essa carta saísse para que Eu e Ele pudéssemos ficar juntos sem ter que esconder nada de ninguém. Mas agora, tudo parece diferente, complicado. Começava a pensar consigo mesma. - Tudo está mais complicado do que quando nossa relação se resumia a encontros na Igreja. Via Misha se distanciar um pouco mais. - E tem o Jared, Deus, como ele ainda faz eu sentir aquele frio na barriga, aquela sensação boa de estar ao lado dele. Olhava fixamente para o nada. - Por que eu sinto que cada vez eu me afundo mais?  É demais pedir para que eu possa ser feliz no amor?


.....

Algumas Horas Depois...


- Então Mãe, o que achou do Campus? Jensen dizia enquanto desciam as escadas do estacionamento da Faculdade.
- É lindo, tão grande e sem contar que as pessoas que trabalham aqui são tão boas, legais, principalmente o Reitor. Paravam em frente ao carro de Jensen.
- É um lugar muito sadio. Abria a porta para sua mãe entrar.
- Sabe do que eu gostei também?
- O que?
- Ter encontrado a Ash, sabe, eu me simpatizei tanto com ela.
- Ai Mãe, essa história de novo? Dava partida no carro, saindo dali.
- Você somente se incomoda porque gosta dela e não quer admitir. Donna jogava o verde.
- De onde a Senhora tirou essa idiotice?

- Não é idiotice porque eu sei que foi Ela quem você namorou, ela é a garota que você pediu em namoro.
- Quem te contou isso? Dizia surpreso.
- Ninguém, eu mesma juntei as peças do quebra cabeça. Sorria. - Você não deveria desistir dela.
- E o que a Senhora quer que eu faça? Lutar por algo que apenas eu desejo não adianta.
- Dê um pouco de tempo e tudo vai se ajeitar. Olhava para ele, que estacionava o carro do lado de fora de seu Edifício. - E uma dica de ouro, não a trate mal, grosseria nunca leva a nada.
- Humm. Olhava para a Mãe.
- E outra coisa. Descia do carro.
- O que é dessa vez? Levantava sua sobrancelha esquerda.
- Fique longe dessa garota, dessa Lavínia, ela não é flor que se cheire.
- Por que a Senhora está dizendo isso? Se a Ash te disse algo, foi porque as duas tem suas diferenças pessoais...
- Eu já sou uma mulher vivida meu filho, eu conheço as pessoas só de olhar para elas, essa Lavínia tem uma energia ruim em volta dela, algo sombrio, obscuro. Entravam no edifício, caminhando até o elevador.
- Credo Mãe, a senhora falou isso de um jeito. Ficava arrepiado.
- Por que é a mais pura verdade, se você quiser ser amigo dela, ajudá-la nesse momento de deficiência, tudo bem, mas tome cuidado, porque você tem um coração bom e as pessoas gostam de aproveitar disso. Desciam no andar escolhido, caminhando até o Apartamento de Jensen, e ao abri-lo, se deparavam com Sharon sentada no sofá, com suas malas já arrumadas.
- Graças a Deus, achei que já tinham ido e se esquecido de mim. Se levantava do sofá.
- Nada disso, nós acabamos demorando um pouco mais no Campus. Jensen sorria. - Bom, eu vou subir, tomar um banho bem rápido e já volto para levá-las. Subia as escadas correndo.
- E eu vou ver o que falta guardar dentro da mala. Donna saia dali.



...


- Dr. Gareth. Molly se sentava de frente para ele.
- Sim Molly. Terminava de fazer algumas anotações em sua agenda.
- A Causa da morte da Samara saiu?
- Sim.
- E qual foi? Dizia receosa.
- Um infarto repentino, ela deve que ficou alterada depois de ir para a solitária.
- Então foi só isso?
- Sim, o corpo dela está limpo, sem substâncias tóxicas,sem nada anormal.
- Que bom. Dava um sorriso. - E o Enterro dela?
- Será amanhã de manhã.
- Molly, hora de voltar para a cela. Chloe chegava até o ambulatório.
- Mas já? Olhava para ela.
- Sim, já está quase na hora do Doutor ir embora.
- Tudo bem. Se levantava. - Doutor Gareth, até amanhã. Apertava a mão dele.
- Até amanhã Molly, tenha um bom descanso.
- Thank You. Saía dali, cochichando com Chloe enquanto caminhavam pelo corredor.
- Então Molly, o resultado do Exame da Samara saiu?
- Sim, segundo o doutor foi um infarto de causas naturais. Gargalhava. - Deu certo.
- Finalmente esse presídio será um lugar melhor sem a Samara, Obrigada Molly. A abraçava.
- Por nada Chloe. Caminhavam pela ala onde as celas ficam.
- Molly sua vagabunda, eu sei que foi você que matou a Minha Samara. Uma detenta dizia, enquanto Molly passava ao lado de sua cela.
- De onde você tirou isso Fathollah ? Chloe se intrometia.

Prisão - Fathollah

- Não precisam se fazer de santas, eu sei que vocês duas armaram para cima da Samara.
- Ai, quer saber. Molly dizia em baixo tom de voz, se aproximando da porta. - Matei sim e mataria aquela sapatão carente de novo se fosse preciso.
- Como você tem a coragem. Se alterava,a olhando pela grade.
- Ai queridinha, não fique triste só porque você não vai ter mais ninguém para colar o velcro. Dizia, fazendo Chloe gargalhar.
- Nojenta, eu vou te pegar sua vagabunda, eu vou fazer o que Samara não foi capaz de fazer.
- Estou morrendo de medo da Co-pilota da Caminhoneira.
- Aguarde Molly, você acha que só porque está sendo protegida nada pode te derrubar.
- Não fique com inveja fofa, é a lei da vida.
- Se você está dizendo. Se afastava.
- Vamos Molly. Chloe a puxava. - Deixe essa coisa ai sozinha.



....


- Sabe Bri. Ash se levantava da poltrona. - Eu estou pensando em fazer uma visita para a Molly.
- Por qual motivo? Olhava para ela.
- Eu sinto culpa por ele ter ido presa, se agente tivesse dito a verdade...
- Só teria piorado. Se levantava da cadeira, se sentando na beirada da mesa.
- Eu sei, mas eu quero ir vê-la.
- Se você faz tanta questão, é só  marcar um dia que eu vou junto, assim enquanto você a visita, eu passo algumas horas em algum Shopping. Se levantava. - Ela está no presídio da Capital certo?
- Yeah.
- Good. Via Lav e sua enfermeira se aproximar. - Ash, advinha? Dizia, fazendo a amiga se virar.


Relembrando: Look Lav - Look Yvonne


- Perfect, essa urubu aqui novamente. Jogava a franja do cabelo, sorrindo falsamente para a Vadia. - Lav querida, você por aqui novamente? Espero que sua cadeira não esteja sendo um empecilho em sua vida. Gargalhava. - Principalmente para subir escadas.
- Jamais será queridinha, até porque, eu tenho uma enfermeira que é paga para isso.
- O que você veio fazer aqui novamente? Bri era direta.
- Vim pegar alguns alguns livros, preciso me atualizar.
- Hummm. Bri fazia bico. - As prateleiras estão logo ali na frente, creio que você saiba ler, então vá procurar os livros sozinha.
- É assim que você trata os alunos? Acho que vou ter que conversar com o Reitor, estou me sentindo ofendida com seu preconceito.
- Olha aqui sua travesti de terreiro de macumba. Bri se aproximava dela, balançando fortemente sua cadeira. - Se você acha que eu tenho calma feito a Ash, está muito enganada, eu enfio a minha mão na sua cara em dois tempos e ainda te dou umas unhadas de brinde. Apontava o dedo para ela.
- Ai Bri, eu seria obrigada a ir na delegacia fazer uma ocorrência, alegando que você está batendo em uma pobre aleijada indefesa. Gargalhava.
- Ai Bri, mostre o livro pra essa coisa sumir daqui o mais rápido possível. Ash bufava.
- Fine, mas se ela me provocar mais uma vez eu vou deixar o rosto dela cheio de cicatrizes, estamos entendidas? Bri olhava para a vadia.
- Yvonne querida, fique aqui descansando enquanto minha querida amiga Bri me acompanha.
- Tudo bem Senhora. A via se distanciar. - Ashley certo?
- Sim, porque? Se sentava na mesa de Bri.
- Posso te fazer uma pergunta?
- Faça. Olhava para ela.
- A Dona Lavínia não é tão inocente como diz ser certo?
- Inocente e Lav na mesma frase. Gargalhava. - Piada do dia, mas porque você está me perguntando isso?
- Por que eu estou percebendo o comportamento maldoso, cínico, dissimulado, traiçoeiro, manipulador e frio dela.
- Você conviveu com ela na Clínica de reabilitação e está percebendo isso somente agora? A olhava surpresa.
- É que na clínica de reabilitação eu achava que o Mal-Humor dela estava relacionado ao fato de perder o movimento das pernas de quase ser morta...
- Sério que você acreditou que ela estava paralítica?
- Sim, ela foi obtendo progressos conforme o tratamento avançava, eu acompanhei de perto.
- Então você é mais sonsa do que eu imaginava, para início de conversa, ninguém nunca tentou contra a vida da Lav, ela nunca ficou paralítica e a Molly, que foi presa, não passa de uma inocente, que vivia debaixo das asas da Lav e quando já não servia mais para a mesma, foi descartada e agora está apodrecendo na prisão. Dizia rapidamente.
- Como? Dizia com os olhos arregalados.
- Olha, acho que quanto menos você souber sobre a historia toda dela, melhor, assim você evita ter algum tipo de surpresa desagradável.
- Surpresa desagradável? Se assustava.
- Todos aqueles que sabem algum podre da Lav, acabam mortos.
- Espera. Dizia assustada. - O assassinato dos Pais dela não foi culpa da Molly?
- Não. Se levantava da mesa de Bri.
- Ela teve a coragem de matar os Pais?
- Deixa eu ir no restaurante pegar algo para comer. Passava por Yvonne.
- Ashley, por favor, me ajude, o que eu devo fazer?
- O melhor conselho que eu posso te dar. Se virava para trás, olhando para a enfermeira. - Fuja da casa dela escondido e de maneira alguma dê a entender que você sabe de alguma coisa. Você não conhece a verdadeira Lavínia, ela é capaz de tudo para conseguir o que quer. Saía caminhando dali.

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1 comentários:

  1. Outro cap perfeito.
    Senti falta da Vadia da Lav, pelo menos no fim apareceu. hehe

    Donna rasgando seda pro lado da Ash. Amo
    Sharon Idem pro lado da Nick. Amo tbm.

    Gostei da Donna não ir com as fuças da Lav e amei ela abrir os olhos do Jensen.

    Morri com a Bri, gente, muito louca. hahahahaha
    E que jogador era aquele, queima jeová. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. até eu gritaria e o melhor, ela conseguiu.

    Misha conseguiiu a carta e a Nick perdeu o interesse. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk gente, esse povo.

    Nossa, quase dei um berro aqui do quase beijo Nick e Jared, ai os dois se gostam tem que ficar juntos.

    Gente, que medo da Ah no fim, mas ela tava sendo sincera, dizendo a verdade para a Yvonne, é que a verdade quando se trata da Lav é bem assustadora. Tomara que ela siga o conselho da Ash.

    Ansiosa por mais.

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