Home » » Kill All The Secrets - Capítulo 2.15 - " The Poor Victim "

Kill All The Secrets - Capítulo 2.15 - " The Poor Victim "





Nome: Kill All The Secrets (Mate Todos Os Segredos).

Número de Temporadas: 3.

Capítulo:  2.15 - "  The Poor Victim "

Classificação : 16 + - Contem cenas de violência,mortes,sexo,insinuações...

Gênero : Drama,Comédia,Mistério...

Autora: Laura.

Personagens: Ashley (Principal) Brittany (Principal) Nickole (Principal) Lavínia (Vilã) Molly (Coadjuvante) Henri (Principal) Jensen (Principal ) Jared (Principal) Misha (Principal) Ben (Secundário) Chad (Coadjuvante) Lilly (Secundário) Cecy (Secundário) Rene (Secundário) Annie (Secundário) ....

Sinopse: Após os últimos acontecimentos, Ashley, Nickole e Brittany, tem suas vidas viradas de cabeça para baixo, principalmente por terem testemunhado a morte de Lavínia, da qual agora são suspeitas. Como se não bastasse os problemas com a justiça, Ash se vê de frente com seu antigo amor, que volta disposto a tê-la de volta, Jensen sente que Ash está um pouco distante, isso o deixa inseguro, se deparando com uma situação onde as decisões não dependem apenas dele. Nick se sente vazia diante de todos os acontecimentos, principalmente em seu termino com Jared, a Chegada de Misha talvez possa mudar isso, ou apenas complicar tudo ainda mais. Bri como sempre prefere viver em seu mundo onde tudo gira em torno de homens, não que isso seja uma má ideia... Molly tenta usufruir dos bens de Lav, mas não esperava por uma surpresa nada agradável. O trio de amigas no final do primeiro capítulo, se veem de frente com algo que poderia ser julgado impossível de acontecer, quem é ela ? o que ela quer? A última pergunta eu posso responder, brincar com as "culpadas" da morte de Lav.

Considerações: Quando tiver o player nas cenas serão as músicas das cenas,acho que não tem necessidade de ficar colocando toda hora "música da cena",mas como este é o primeiro capítulo tudo Ok.Ainda Sobre as músicas,quando uma cena não tiver música,aproveite a música da cena passada (Até a cena que tiver um novo player),por que eu escolho as músicas pensando nisso.
Onde estiver Look (Exemplo,Look Ashley,Look Das garotas),vocês podem clicar para visualizarem a roupa dos personagens e os Personagens. Quando estiver Casa da Ashley,carro,escola,podem clicar para visualizarem o local onde a cena ocorreu !!!!

.........................................................................................................................................





2.15 - "  The Poor Victim "
"A Pobre Vítima"



Duas Semanas Depois...

- Ashley querida, você não vai para a Universidade hoje? Lilly entrava no quarto da filha, vendo a mesma se arrumar em frente ao espelho.
- Não, porque hoje os professores tiraram o dia para fazer uma Reunião.
- Humm, e posso saber onde você vai? Se sentava na cama.
- Na Capital.
- O que você vai fazer em Harrisburg? Dizia surpresa.
- Eu e a Bri combinamos de ir fazer algumas compras por lá.
- Humm, você vai ficar o dia todo por lá?
- Não, logo no fim da tarde já devo estar de volta. Sorria.
- Tudo bem, só não esqueça de almoçar, é a refeição mais importante do dia.
- Ok Mãe. Sorria, vendo Bri entrar no quarto.
- OMG. Lilly olhava a cena. - Vou deixar vocês a sós. Saía dali sorrindo.
- Bri? Ash dizia rindo.
- Não estou toda trabalhada na luxúria? Sacudia os seios.
- Bri, você está achando que vai onde com essa roupa?
- Na penitenciária, quero ser revistada com gosto. Dizia animada.
- Socorro. Gargalhava. - Acho que você não parou para pensar em alguns detalhes.
- Por exemplo? Jogava o cabelo e se aproximava do closet de Ash, se admirando em frente ao espelho da mesma.
- Primeiro, é um presídio feminino ou seja, só tem Policial do sexo feminino e não é preciso revistar, nesses presídios modernos existem detector de metais. Sorria.
- Really? Então quer dizer que eu me arrumei desse jeito a toa? Olhava indignada para a amiga.
- Sim.
- Que coisa mais sem graça, eu achando que ia chegar abafando lá, ia seduzir algum policial gostoso, também não vou entrar em presídio porcaria nenhuma, me deixe em algum Shopping e depois passe por lá para me pegar. Fazia bico.
- Tudo bem, mas acho melhor você se trocar antes de irmos, isso está muito exagerado para um Shopping.
- Vou continuar vestida assim, posso não ser revistada, mas meus plano de fazer sexo ainda não terminaram.
- Ai Senhor. Ash  sorria. - Então vamos, o Jared já deve estar nos esperando do lado de fora do edifício dele.
- Fine. Saim dali.

Look Ash - Look Bri - Look Lilly - Ash's Room
...

- Dona Lavínia.  Yvonne entrava no quarto da mesa, vendo-a se arrumar de pé em frente ao espelho.
- O que foi Yvonne? Não sabe o que significa bater na porta antes de entrar?
- Desculpe Senhora, mas eu preciso ter uma conversa franca com você.
- O que é? Jogava seu cabelo. - Já vai me dar encheção de saco logo cedo?
- Creio que não seja encheção de saco. Se sentava na beirada da cama dela.
- Então o que é? A olhava pelo reflexo do espelho..
- Eu estava pensando e cheguei a conclusão de que quero voltar a trabalhar na Cínica de Reabilitação onde a Senhora ficou internada.
- Posso saber o motivo? Sendo que você ganha muito mais aqui?
- É apenas saudade do meu antigo emprego.
- Conta outra Yvonne, o que está acontecendo?
- Por favor Senhora, não me entenda errado, eu apenas não quero mais prestar meus serviços para você.
- Sabe Yvonne, eu tenho reparado em você ultimamente.
- Em que? Dizia um pouco nervosa.
- Você anda diferente, anda me tratando diferente, anda conversando somente o básico... Se virava, olhando para ela.
- É impressão sua,eu continuo a mesma.
- Não é o que parece.
- Por favor Donna Lavínia, a senhora poderia pagar o meu salário relativo ao que trabalhei durante esse  mês?
- Você pretende ir embora hoje ainda? A olhava desconfiada.
- Sim Senhora, eu já até arrumei minhas malas ontem a noite.
- Mas o nosso trato era até eu recuperar o movimento das minhas pernas.
- Eu sei Senhora, mas acho que você já pode ir demonstrando que suas pernas estão começando a dar sinal de movimento, A senhora pode até usar uma muleta.
- E você quer que eu saia por ai fingindo ser uma mula manca? Gritava.
- Bom, foi só uma ideia, a Senhora vai se sair bem sem mim.
- Bom, se é isso que você quer, suma daqui. Sorria cinicamente. - Vá juntar seus trapos enquanto eu preencho o cheque.
- Obrigada pela compreensão Senhora. Saía rapidamente dali.
- Essa bicho preguiça com cara de anta já deve estar sabendo de alguma coisa. Dizia pensativa. - Ahhh, mas se ela pensa que vai sair daqui. Gargalhava. - Está muito enganada, essa filhote de cruz credo vai ver o que é bom. Se virava para o espelho. - Se ela acha que vai sair daqui para dar com a língua nos dentes, se enganou. Conversava com seu próprio reflexo. - Eu sou Lavínia Vanderbill e posso tudo. Gargalhava.

Look Lav - Look Yvonne - Lav's Room
...

- Ash. Bri entrava no carro da amiga. - O Henri não se importa de você ir em um presídio?
- A princípio ele não queria que eu fosse, mas depois, disse que estava tudo bem. Dava partida no carro, saindo dali.
- A Nick não quis mesmo ir?
- Não, disse que não quer ver a cara daquela falsa sonsa nunca mais. Ash Gargalhava.
- Ai, a Nick quando pega um pra Cristo, sai de baixo. Bri revirava os olhos.
- E Não é. Gargalhava.
- Seu celular está tocando, posso atender? Bri pegava a bolsa de Ash.
- Pode, e coloque no Viva Voz por favor. Parava em um sinal vermelho.
- Henri. Bri dizia ao ver o nome dele no visor. - A Ash está dirigindo e o celular está no viva voz. Atendia.
- Bom dia Henri. Ash gritava.
- Bom Dia Ash, só estou ligando para te  desejar uma boa viagem.
- Thanks, boa reunião para você. O sinal se abria e Ash saía dali.
- Thank You, bom, assim que você chegar em Harrisburg, me ligue.
- Ok, até mais tarde, kiss.
- Kiss and I Love you. Encerrava ligação.
- O Henri é tão fofo. Bri guardava o celular dela.
- É sim. Estacionava o carro em frente ao edifício de Jared, vendo o mesmo parado na porta de entrada.
- Jareeeeeed. Bri sentava na porta do carro e o gritava.
- Bri. Se aproximava gargalhando. - Achei que vocês não vinham mais. A via descer do carro.
- Desculpe pela Demora. Ash o via entrar no carro, se sentando ao seu lado.
- Bri, Uau. Jared reparava nela.
- Não estou exalando luxúria? Bri colocava as mãos na cintura olhando para Jared sensualmente e logo entrava no carro novamente se sentando no banco de trás.
- Exalando até demais. Jared gargalhava. - Que falta de educação a minha. Se virava para Ash. - Bom dia. Se aproximava dela, a beijando no rosto.
- Bom dia. Abria um lindo sorriso.
- Sabe, eu nunca tinha reparado, mas você tem um sorriso perfeito. Olhava para Ash.
- Thanks. Dizia envergonhada.
- Você quer que eu dirija para você?
- Para mim tanto faz Jared.
- Deixa que eu dirijo, assim você não se cansa. Abria a porta do carro, dando a volta, parando ao lado de Ash, abrindo a porta para ela sair.
- Thank You. Descia e corria rapidamente para se sentar  no lugar onde Jay estava.
- Podemos ir? Colocava o cinto de segurança.
- Não antes disso. Bri retirava seu iphone da bolsa, e colocava algumas músicas para tocar. - Agora podemos.
- Harrisburg, ai vamos nós. Jared saía dali e Bri dava um grito.

Look Jared 

...

- Padre Collins. O Reitor entrava na Igreja.
- Sim. Misha arrumava a bíblia na mesa em cima do altar.
- Eu gostaria de ter uma conversa com o Senhor, pedir um conselho. Dizia receoso.
- Olha, acho melhor o Senhor esperar. Olhava para ele.
- Você está ocupado no momento? Se aproximava.
- Não, não me entenda errado, eu apenas não posso escutar seus assuntos pessoais mais.
- Como? Dizia confuso.
- Eu renunciei ao meu posto de Padre, na verdade, o novo Padre já deve estar chegando.
- Oh, eu não sabia. Dizia surpreso.
- Por isso eu aconselho que o Senhor o espere.
- E o você renunciou seu posto de Padre porque? Se a pergunta por pessoal demais, me perdoe.
- Não, tudo bem,eu apenas vi que não é isso que eu quero continuar fazendo. Sorria timidamente. - Eu perdi minha esposa muito cedo e acabei me fechando para o mundo, mas graças a uma pessoa eu percebi que eu posso seguir em frente e que eu devo fazer isso.
- Fico feliz por você.
- Thank You, mas se o Senhor não se importar de esperar sozinho, eu preciso ir nos fundos da Igreja e terminar de juntar minhas coisas.
- Você vai para um hotel?
- Sim, só estou esperando o novo Padre chegar.
- Você já sabe no que vai trabalhar? Dizia receoso.
- Bom, eu ainda estou procurando algum serviço.
- Você tem alguma formação? Já trabalhou em alguma área específica?
- Eu sou formado em Contabilidade e já trabalhei por algum tempo em uma Imobiliária.
- Interessante. Dizia pensativo. - Bom, acho que você deve saber que eu sou Reitor na Universidade daqui e caso esteja de bom agrado para você, eu posso te arrumar algum serviço.
- Isso seria ótimo. Sorria.
- Ok, passe mais tarde na Universidade então e me procure, assim nós acertamos os detalhes do seu novo trabalho.
- Muito Obrigado Senhor Josh pela oportunidade.
- Por nada Collins, eu meio que gosto de ajudar as pessoas,  me faz bem ajudar quem precisa.
- Isso é o que falta em muitas pessoas atualmente. Dizia naturalmente. - Bom, se o Senhor não se importar de ficar sozinho, eu preciso ir pegar minhas coisas.
- Tudo bem, pode deixar que eu ficarei aqui esperando. O via sair dali e logo se sentava em um banco qualquer.

Look Misha - Igreja
...

- Jay, o que fez você mudar de ideia? Bri olhava para ele,pelo retrovisor.
- Como assim? Se fazia de desentendido.
- De visitar a Molly,você não leva muita fé que esse filho seja seu, porque você resolveu ir visitá-la na cadeia?
- Bom, tem  uma chance desse filho ser meu e Eu não posso deixar de considerar essa hipótese, se esse filho for meu, eu não quero que fique com a mãe no Presídio e depois vá para a adoção.
- Você tem raiva dela? Ash olhava para ele.
- A raiva que eu tinha já passou, o que eu sinto por ela é uma mágoa, ela não tinha o direito de fazer o que fez.
- Sabe que o que ela fez não me assusta, digo, ela sempre andou com a Lav, tinha que ter alguma compatibilidade. Bri dizia normalmente.
- Falando em Lav, parece que ela não desiste do Jensen mesmo.
- Porque Jared? Ash fingia desinteresse.
- Ela o convidou para Jantar na casa dela hoje a noite.
- E ele vai?
- Yeah. Sorria confirmando.
- Você vai também?
- Sabe, eu não me sinto bem perto dela e pelo visto ela continua a mesma de sempre, a mim ela não engana, não vou com a cara dela e pronto.
- O Jensen não pode ficar perto dela. Ash dizia preocupada.
- Então impeça Ele de fazer isso, você é a única que pode evitar.
- Eu não posso. Dizia com os olhos brilhando.
- Você não gosta dele? é isso?
- Não é isso, eu apenas não posso.
-  Jared. Bri se entrometia. - Acredite, se ela está fazendo isso, é por uma causa maior.
- Por que vocês então não me dizem a historia toda?
- Quanto menos você saber, melhor.  Bri olhava para Ash.

....

- Nick querida, bom dia. Cece sorria ao ver a filha descer as escadas de casa.
- Bom dia mãe, Papai já foi trabalhar? Caminhava até a sala de refeições, pegando uma maçã em cima da mesa.
- Acabou de sair. A via morder a fruta. - Ah, porque você não foi para Harrisburg com as meninas?
- Eu tenho que ir na faculdade fazer algumas pesquisas para trabalho. Inventava uma desculpa. - Na verdade, já estou indo. Se aproximava da mãe que está sentada no sofá, a beijando no rosto. - Não me espere para o almoço, eu devo voltar somente a tarde. Caminhava até a porta.
- Tudo bem. A via sair.
- Ai. Nick escutava o Bip de seu celular e logo o pegava na bolsa, olhando a mensagem que chegara. - Logo cedo esse ser mandando mensagens.

Look Nick - Nick's Home

" Tendo sua confiança traída novamente ? Se eu fosse você, ficaria de olho nesses dois, para depois não sofrer uma perda maior" 
XoXo L.B.
Nick lia a mensagem e via uma foto de Ash e Jared se beijando no rosto. A foto que Nick acabara de ver, se resumia no beijo que aconteceu mais cedo.

- Ash e Jared? Sorria e logo ficava pensativa. - Não, isso seria tão sem sentido. Caminhava até seu carro, entrando nele. - Vou ligar para o Misha e ver se ele já saiu da Igreja. Colocava seu celular no viva voz.
- Nick. Misha atendia a ligação. - Bom dia.
- Misha, bom dia, como está sua mudança?
- Normal, apenas algumas malas. Entrava no East St. Louise Hotel, que fica perto do centro da cidade
- Você ainda quer minha ajuda? Digo, se não tiver problema.
- Claro que não tem problema Nick. Se aproximava da recepção.
- Ok, você vai ficar naquele hotel perto do centro certo?
- Sim, na verdade, acabei de chegar  aqui.
- E qual é o número do quarto?
- Seiscentos e Dois. Retirava a chave de seu bolso, confirmando o número.
- Já estou chegando ai, bye. Encerrava a ligação.

...

- Yvonne querida, sabe, eu não estou convencida que o real motivo de você querer sair daqui é saudades do antigo serviço. Entrava no quarto da enfermeira.
- A Senhora está de pé, alguém pode ver. Se assustava ao ver Lav sem sua cadeira de rodas.
- A Múmia da Karl só chega mais tarde. Sorria, se encostando no portal da porta.
- Nós estamos sozinhas? Dizia preocupada, enquanto fechava sua mala.
- Nós e Deus. Gargalhava
- Sabe. Olhava para ela. - Acho que eu vou dar uma volta do lado de fora da casa, está um dia tão lindo. Tentava passar por Lav, sendo impedida pela mesma.
- Sabe Yvonne, eu estou sentindo uma tensão vinda de você.
- A senhora deve estar enganada. Olhava nos olhos dela. - Não tem motivos para eu ficar tensa.
- Será mesmo? Por que já faz duas semanas que você vem agindo diferente, me evitando, ficando pensativa pelos cantos...
- É apenas impressão. Começava a suar frio
- Sabe, eu achava que sua mãezinha precisava do dinheiro que você ganha aqui, por isso você resolveu trocar a clínica por mim.
- Minha mãe precisa do dinheiro sim, ela tem uma saúde muito debilitada, mas... Procurava as palavras certas.
- Anda Yvonne, fale o que está preso na sua garganta. A olhava cinicamente.
- Eu não aprovo o jeito que a Senhora vem agindo...
- Sabe queridinha, eu odeio pessoas que se fazem de songas, geralmente são cobras em pele de cordeiro...
- O que a Senhora quer de mim? A olhava amedrontada.
- A verdade.



- Tudo bem. Olhava para baixo. - Eu sei que a Senhora nunca perdeu o movimento das pernas, eu sei que a Senhora nunca ficou em um cativeiro, eu sei que a Molly foi presa por que a Senhora é má, eu sei que a Senhora matou seus Pais. Olhava para baixo, deixando algumas lágrimas cair.
- Muito bem queridinha, muito bem. Dizia cinicamente. - Fico feliz que tenha feito o dever de casa. Começava a gargalhar.
- Por favor, deixe eu ir embora, eu prometo que nunca vou contar nada, eu juro. Limpava as lágrimas.
- E porque eu deveria acreditar em você?
- Por que se eu quisesse denunciá-la para a polícia, eu já teria feito.
- Você tem certeza que quer ir?
- Sim, eu não quero ser cúmplice da Senhora. Olhava para baixo.
- Então pegue seus trapos e suma da minha frente. Lav fazia sinal para ela sair do quarto.
- E o que eu tenho direito de receber?
- Vá cobrar do Diabo queridinha. Sorria.
- Mais é meu direito. Caminhava até a cama, pegando suas malas.
- Se eu quiser te matar, acho que também estarei no meu direito. Dizia cinicamente.
- A Senhora Está certa, é melhor eu ir. Saía do quarto rapidamente.
- Espera. Lav fazia a mesma se virar, parando no início da escada. - Se você faz tanta questão. Se aproximava da mesma. - Aqui está seu cheque. Entregava o cheque para ela, que estava em sua mão esquerda.
- Obrigada Senhora, tenha a certeza que minha boca é um túmulo.
- Tenho que certeza que sim. A olhava. - Venha, me dê um abraço, saiba que mesmo você indo, eu sou grata pela sua paciência e ajuda.
- Awwwn. Yvonne dizia surpresa. - Thanks. A abraçava. - Desejo tudo de bom para a Senhora, que tudo dê certo. Se virava, começando a descer o primeiro degrau da escada.
- Até nunca mais sua mosca morta. Lav a empurrava da escada, fazendo Yvonne descer todos os degraus rolando, dando um enorme grito ao bater a cabeça no último degrau, fazendo uma grande quantidade de sangue se espalhar ao redor do corpo.
- Vamos ver se essa sonsa morreu. Lav descia a escada, como se fosse algum desfile da Victoria Secret's.
- Humm. Checava a artéria perto do pescoço, para ver se havia algum pulso ali. - Morreu. Começava a gargalhar. - Feito uma jaca podre que acabou de cair da árvore. Gargalhava histericamente. Viu Yvonne, você tinha razão, sua boca é um túmulo e nosso segredinho vai para o mesmo lugar. Continuava gargalhando. - Agora você está ai, feito uma vaca que acabou de ir pro abatedouro, será que eu deixo as moscas começarem a juntar nesse seu corpo podre? Começava a dar pulinhos de alegria. - Como eu digo, segredo bom, é segredo morto. Exibia seu olhar de superioridade. - Preciso fazer algo antes que a Múmia da Karl volte do sarcófago da casa dela. Subia as escadas, correndo até seu quarto e pegando sua cadeira de rodas, voltando até a escada e jogando a cadeira de rodas degraus abaixo.
- Me jogo da escada também? Ou apenas me deito ao lado da songa morta? Dizia pensativa. - Vou me jogar, mas do meio da escada. Lav descia até o meio da escada e fazia o que acabará de dizer, tendo seu corpo jogado um pouco afrente do de Yvonne.

....

- Chegamos. Jared estacionava o carro do lado de fora do presídio.
- Acho melhor agente levar a Bri no Shopping antes.
- Não precisa Ash, eu pego  um Táxi e vou daqui.
- Tem certeza? Olhava para a amiga.
- Tenho. Bri descia do carro, junto de Ash e Jared.
- Ok, eu passo no Shopping Principal antes do almoço, ok?
- Ok, eu devo estar no andar das lojas que vendem Versace, Dolce,Cavalli...
- Tudo bem,até mais tarde então.
- Até e divirtam vocês dois. Dizia rindo, vendo ambos caminharem até o presídio. - Presídio feminino, eca, nenhum policial macho lá dentro, Deus que me livre. Bri fazia sinal para um Táxi parar, deixando o motorista de olhos arregalados com o que ela vestia. - Hi. Sorria assanhadamente para ele antes de entrar no automóvel.
- Para onde Senhorita? Olhava para os fartos seios dela.
- Shopping Principal de Harrisburg. Reparava no taxista, vendo que ele fazia seu tipo.
- Ok. Saíam dali.

- Em que posso ajudá-los? A recepcionista da prisão via Ash e Jared se aproximarem.
- Bom dia. Ash sorria. - Eu sou Ashley Baltmoore. Entregava sua carteira de identidade para a recepcionista. - Afilhada do Xerife Patrick, de East St. Louise e eu  gostaria de fazer uma visita.
- Xerife Patrick. Verificava os dados de Ash no sistema. - Como ele está? Quanto tempo não o vejo.
- Ele está bem. Sorria. - De onde você o conhece?
- Antes dele ir para East St. Louise eu cheguei a ser assistente dele por alguns meses.
- Que coincidência. Sorria.
- Fico feliz que ele tenha se casado. Sorria de volta. - Bom, mas quem você quer visitar? Devolvia a carteira dela.
- Molly Mollyart.
-  E vocês são o que da detenta?
- Eu sou uma amiga e ele é o Pai do filho que ela espera.
- Tudo bem, eu vou mandar avisarem a detenta, vou conceder Dez minutos para cada um, já que não é horário de visitas.
- Thanks. Ash sorria.
- Chloe. A recepcionista via a carcereira se aproximar.
- Sim. Parava ao lado dela.
- Leve esse dois para a sala de visitas e avise a Molly que ela tem visita.
- Tudo bem. Olhava para Ash e Jared. - Me acompanhem por favor.
- Não precisa fazer nenhum tipo de revista? Jared estranha.
- Não, só de olhar para vocês dá para perceber que ambos são certinhos, e a julgar pelo vestido justo dela, seria impossível ter algo escondido ai.
- Thanks, acho. Ash entregava sua bolsa para ela.
- Ok. Jared dizia entregando sua carteira e logo acompanhava Chloe até a porta da sala de visitas .
- Decidam-se quem vai primeiro e depois pode esperar a Molly dentro da sala. Olhava para os dois. - Já vou buscá-la.  Saía dali.
- Esse lugar é tão triste. Ash olhava em volta.
- Quem é aquela que está te olhando. Jared puxava Ash para si, abraçando-a.
- Onde?
- Ali na frente. Apontava para Ash, que via uma detenta qualquer piscar para ela.
- Tira o olho da minha namorada. Jared gritava para ela, que saía correndo dali.
- Desculpe por isso. Chloe se aproximava com Molly. - Detentas, presas, veem alguém feito ela e...
- Tudo bem. Ash Sorria e acompanhava Chloe até a salinha, deixando Jared esperar na anti sala, sentado no banco.
- Bom, caso a conversa dure menos que Dez minutos, você pode sair. Via Ash se sentar na cadeira, de frente para Molly. - Estarei esperando do lado de fora junto do seu namorado. Saía dali, fechando a porta.

Look Molly - Prisão

- Sabe, posso dizer que eu estou surpresa, jamais esperaria ver o Jared aqui e muito menos você, esse lugar não combina com sua pessoa.
- Mas as vezes agente tem que fazer sacrifícios. Olhava para ela. - Como você está?
- Já estive melhor, mas não posso reclamar, pelo menos aqui não tem Lav para me infernizar.
- Isso é bom. Sorria.
- Você e o  Jared estão namorando? Dizia receosa.
- Não, nós não temos nada, ele só falou aqui por causa daquela detenta.
- Vocês dois formam um casal bonito. Sorria. -  E não se espante com aquela detenta, ela estava voltando do ambulatório, apesar da maioria de muitas das presas gostarem de mulher, ela não é uma ameaça.
- Ok. Dizia normalmente. - Você está trabalhando no ambulatório?
- Sim, o Diretor daqui tem me ajudado muito. Sorria.
- Fico feliz em escutar isso e como está sua gravidez?
- Graças a Deus está bem, meu bebe está super saudável. Sorria.
- E como funciona o esquema de pré-natal do presídio?
- Eu vou no hospital público da cidade uma vez por mês e por trabalhar no ambulatório, fica mais fácil eu tomar meus remédios e me alimentar bem. Sorria.
- Só de escutar isso eu fico mais aliviada.
- Por que Ash? Dizia surpresa.
- Por que de certa forma Eu me sinto culpada pela sua prisão.
- Não tem motivos para você se culpar por isso.
- Molly, eu sei que foi a Lav que armou para cima de você, ela teve a coragem de dizer isso na minha cara.
- Eu fui muito tola achando que poderia colocá-la na cadeia. Sorria fracamente.
- Então era você mesma que mandou aquele vídeo para o Email da Nick?
- Foi. Abaixava a cabeça.
- Por que você não me procurou? Agente entregaria para o Patrick...
- A Lav ia descobrir se eu falasse com você, ela é mais esperta do que você imagina, enquanto você está pensando em pegar a farinha para fazer o bolo, ela já o fez e o devorou.
- Mas porque você queria se vingar dela? Eu achava que vocês eram amigas.
- Eu nunca disse isso para ninguém, mas como eu não tenho nada a perder. Sorria. - Sabe, meu Pai sempre foi um álcolatra que gostava de jogar e um certo dia, ele se endividou e teve que colocar a casa a venda, mas por algum  motivo, a venda foi cancelada, até que ao mexer em alguns papéis no quarto do meu Pai, eu descobri que a Lav havia comprado a casa. Olhava para baixo. - Eu achei que tinha sido um gesto nobre dela, mas doce engano, certo dia, por acaso eu vi Ela chantageando meus Pais, dizendo que ia os expulsá-los de casa, ela tinha prazer em humilhá-los.
- E depois que você descobriu isso resolveu se juntar com o Chad para se vingar dela. Deduzia.
- Sim, porque depois que eu contei para o Chad que a Lav havia sido a responsável por repassar aquela foto dele na formatura, um sentimento de vingança tomou conta dele.
- Mas por que você a ajudava antes?
- Por que antes eu achava que a Lav era minha amiga, minha única amiga, então eu não me importava muito.
- E como você conseguiu gravar aquele vídeo Dela mantando a Mãe?
- Eu mandei instalarem uma câmera de segurança na sala, sem ninguém saber.
- Mas espera, por que você vazou o vídeo tempos depois do acontecido?
- Por que, fui justamente nessa época que eu me revoltei com a Lav, por ela ter expulsado meus pais de casa e eu me dava bem com a minha mãe, eu fiquei tão sega de ódio, que acabei enviando o vídeo.
- Por isso seus Pais foram embora de East St. Louise?
- Sim, meu Tio ficou com pena e acabou chamando meu Pai para trabalhar com ele na fazenda, em Louisiana.
- Eu sinto muito por tudo. Olhava para ela.
- Ash, posso te fazer uma pergunta?
- Claro.
- Você também já recebeu alguma mensagem da L.B.?
- Yeah, assim que a Lav morreu essas mensagens começaram a chegar, mas depois que você foi presa, elas pararam e cerca de duas semanas atrás elas começaram a chegar novamente.
- Você sabe que é a Lav que está fazendo isso certo?
- Eu acho que não, por que certo dia, dentro da sala de aula, eu recebi uma mensagem da L.B. e a Lav estava de frente para mim.
- Espera,  a Lav está estudando com você?
- Sim.
- Você  não merecia isso. Olhava para ela. - Juro que eu não entendo essa obsessão que ela tem em cima de você.
- Sabe, nós nunca nos demos bem, mas dos meus quinze anos para cá, parece que tudo piorou. Ash abaixava o tom de voz, ficando pensativa.
- Sabe, eu já tentei descobrir algo sobre essa cina que ela tem sobre vocês, mas nunca descobri. Eu sempre escutava conversas misteriosas dela ao celular...
- Misteriosas? Se interessava.
- Sim, mas eu nunca consegui escutar direito,ela sempre se trancava no quarto e conversava o mais baixo possível, posso estar enganada, mas eu acho que era algum detetive particular ou advogado...
- Ashley, os Dez minutos já se passaram. Chloe abria a porta.
- Me desculpe Molly. Ash se levantava. - Eu sinto muito por você estar aqui.
- Não tem o que se desculpar e não sinta, eu estou melhor aqui. Sorria. - E tome cuidado com a Lav, ela é capaz de tudo.
- Eu sei. Caminhava até a porta, parando de frente para Jared. - Vou ficar te esperando do lado de fora.
- Não precisa Ash.  Jared olhava para ela.
- Eu faço questão, eu fico te esperando no carro.
- Ash, isso aqui não é lugar para você, pode ir para o Shopping atrás da Bri, eu chego por lá mais tarde...
- Mas você não vai saber onde eu e ela vamos estar...
- Vamos fazer assim, quando eu chegar no Shopping, eu te ligo, ai agente se encontra na entrada do Shopping e depois escolhemos algum lugar para almoçar.
- Tudo bem, te vejo depois. Saía dali. - Bye.
- Bom. Chloe olhava para ele. - Você tem apenas Dez minutos, vou deixá-los a sós,  volto logo. Saí dali, deixando Jared e Molly na sala.

....

- Misha. Nick batia na porta do quarto dele.
- Bom dia. Abria a porta, sorrindo para ela. - Entre por favor.
- Thanks. Passava por ele. - Achei aqui aconchegante. Nick dava uma olhada no apartamento, que consisti apenas em Uma Sala, Quarto, Banheiro e Cozinha.
- Por enquanto é provisório, eu quero achar um lugar maior e do meu total gosto para comprar.  Fechava a porta.
- O que você estava fazendo? O via se aproximar.
- Colocando as roupas no guarda-roupa.
- Quer ajuda?  Sorria.
- Humm. Dizia pensativo, colocando suas mãos na cintura dela, a aproximando de si. - Talvez depois disso. inciava um beijo.
- E agora? Olhava nos lindos olhos azuis dele. - Aceita minha ajuda?
- Não precisa, eu já estou terminando.
- Então eu vou fazer algo para agente comer. Olhava para ele.
- Eu estava pensando em pedir o almoço...
- Você está duvidando dos meus dotes culinários? Eu sou uma ótima cozinheira, poderia até ser uma Chefe de Cozinha. Colocava a mão na cintura.
- Tudo bem Senhora Chefe De Cozinha, mas não tem nada ainda na dispensa.
- Por isso que uma mulher prevenida vale por dois. Caminhava até a porta, abrindo-a. - Eu passei no supermercado antes. Pegava algumas sacolas, que estavam encostadas na parede, ao lado da porta.
- Uau. Dizia surpreso. - E porque você deixou as sacolas ai fora?
- Eu ia fazer uma surpresa. Sorria, entrando no apartamento, com as sacolas nas mãos.
- Em quanto ficou essas coisas que você comprou? Misha retirava a carteira do bolso.
- Não precisa me reembolsar, eu comprei porque quis fazer surpresa, aceite isso como um presente.
- Eu insisto Nick. Se aproximava dela, entregando uma nota de Cem Dólares.
- Misha, eu não quero, eu fiz de coração. Deixava o dinheiro em cima do sofá.
- Teimosa. Pegava as sacolas das mãos dela, caminhando até a  cozinha, fazendo Nick segui-lo. - Bom, aqui é a cozinha, ela é toda sua. Deixava as sacolas em cima da mesa.
- Thanks. Sorria.
- Só espero que não tenha nenhum tipo de dor de barriga. Saía correndo dali, percebendo Nick o fuzilar com o olhar.

Misha Apartamento 


- Quem ele está achando que é? Nick retirava alguns legumes da sacola, levando-os até a Pia, começando a lavá-los. - Será que ele pensa que eu sou incapaz de fazer um almoço sequer? Pegava uma cenoura e começava a cortá-la. - Ao contrário da Ash e Bri eu sei muito bem cozinhar. Caminhava até o canto da cozinha, pegando uma panela qualquer, que estava dentro de uma caixa. - Mas deixa a hora que ele provar minha comida, ele vai comer de joelhos e ainda pedir mais. Enxia a panela de água, a fim de colocar as cenouras para cozinhar. - Por que o fogão não quer ligar? Nick dizia pensativa. - O gás está desligado,como não percebi. Abria o registro de gás e logo ligava o fogão, sem perceber que o Pano de Prato estava próximo a uma das trempes. - Bom, agora é só esperar o tempo de cozimento. Ficava de costas para o fogão, pensando no que mais iria fazer. - Que cheiro estranho. OMG, isso é cheiro de queimado. Fooooooooogoooooo. Nick gritava jogando o pano no chão, pisando em cima dele. e Misha logo chegava na cozinha.
- Onde? Misha chegava na cozinha assustado.
- No chããããõ. Nick retirava a panela do fogão, percebendo que o fogo no pano voltava, um pouco mais forte. - OMG. Dizia aflita, virando o pé sem querer e jogando a água em si mesma e no pano. - Está feliz agora? Olhava para Misha, que gargalhava histericamente da cena.

- Acho que isso jamais iria acontecer com um Chefe certo?
- Awesome, estou toda molhada, humilhada e ridicularizada. Abria o zíper lateral de seu vestido, retirando-o de si, ficando apenas de Lingerie, fazendo Misha engolir a gargalhada e a olhar de cima embaixo. - Preciso tomar um banho e colocar essa roupa para secar em algum lugar.
- O Banheiro é ali. Apontava, olhando fixamente para ela.
- Já volto. Tentava passar por Misha, que a impedia de ir. Os dois trocavam olhares e logo começavam a se beijar, os beijos cada vez se tornavam mais intensos e desejado. Ambos saíam se beijando dali, caminhando até o quarto. Misha deitava Nick delicadamente na cama, enquanto a mesma retirava sua camisa. Misha começava a beijar a garota com mais intensidade, percorrendo seu feminino e delicado corpo.  " I love You" Nick Lembrava de Jared dizendo isso. - Espera. Afastava Misha de si, que se deitava ao seu lado na cama. - Eu não posso fazer isso.
- Eu fiz algo errado? Olhava para ela.
- Não, nada disso, é que eu não quero apressar as coisas. Saía da cama rapidamente. - Vou para o banheiro. Saía dali rapidamente.

....

- Meu Deus. Karl chegava na casa de Lav, vendo uma grande quantidade de sangue espalhada na sala, perto da escada. - Dona Lavínia. Via o corpo da mesma no chão. - OMG, ela morreu de verdade. Retirava o celular de sua bolsa,ligando para a Polícia.
- Delegacia de East St. Louise, Soldado Andy falando, em que posso ser útil?
- Alô, Senhor policial, aconteceu uma tragédia. Dizia aflita.
- Ok Senhora, se acalme e me informe exatamente o que aconteceu e onde aconteceu.
- A Senhorita Lavínia Vanderbill está morta, por favor, venham até a residência dela agora.
- Tudo bem Senhora, já estamos indo. Encerrava a ligação.
- Ai meu Deus, que tragédia, o que será que aconteceu com ela? Karl começava a chorar. - O que vai ser de mim agora? Onde vou arrumar um serviço que me pague bem igual a Dona Lavínia me paga. Se aproximava do sofá, se sentando nele. - Oh casa que vive rodeada de tragédia, quase todos que passaram por aqui morreram. Começava a ficar pensativa. - OMG, eu também passo grande parte do meu tempo nessa casa, mas não vai aconteceu nada. Segurava no pingente em formato de  cruz que estava pendurado no cordão em seu pescoço.
- Polícia. Patrick chegava com Soldado Andy e mais Dois Policiais.

Look Patrick - Soldado Andy - Karl

- Ainda bem que vocês chegaram. Karl se levantava do sofá, vendo Patrick se aproximar.
- O que aconteceu aqui? Via os dois corpos no chão e o sangue espalhado...
- Eu não sei, eu cheguei para trabalhar e encontrei os corpos.
- Você tocou neles? Patrick colocava luvas de látex nas mãos.
- Não, longe de mim.
- Vocês Dois. Patrick apontava para os policiais. - Deem uma vasculhada na casa e vejam se não encontram algo, alguma pista ou se não tem alguém escondido aqui. Os via sair dali. - E você soldado Andy, Ligue para a Emergência.
- Sim Senhor. Saía para fora.
- Deixa eu ver se descubro a causa da morte. Se aproximava do corpo de Yvonne, se agachando ao lado dela e vendo um enorme ferimento feito na pequena região ao lado dos olhos. - Essa daqui está sem pulsos. Checava os batimento dela. - E essa daqui. Se aproximava de Lav. - Ainda está respirando, rápido Karl pegue álcool, qualquer coisa que cheire forte para acordá-la.
- Sim Senhor. Saía correndo dali, caminhando até a cozinha e voltando rapidamente com um vidro de álcool nas mãos. - Aqui está Senhor Delegado.
- Thanks. Retirava seu lenço do bolso, embebedando-o com o álcool, levando o pano até o nariz de Lav, fazendo a mesma acordar um pouco aérea.
- O que eu estou fazendo aqui? Olhava em volta. - Ai minha cabeça, cadê a Yvonne? Ela conseguiu ir embora?
- Ela Morreu.
- OMG. Levava as mãos até a cabeça, fingindo dor. - Eu disse para ela parar e agora acontece isso. Começava a chorar.
- Você está em condições de dizer o que aconteceu?
- Sim, só me leve para o meu quarto,eu quero deitar na minha cama.
- Tudo bem, mas já deve estar chegando uma ambulância ai, você deveria ir no hospital checar se não fraturou nada.
- Não precisa Delegado Patrick, mais tarde eu vou no hospital e vejo se está tudo bem.
- Ok. A pegava no colo, subindo as escadas, andando pelo corredor até entrar no quarto de Lav, colocando a mesma em cima da cama.
- Obrigada.
- Então. Se sentava ao lado dela em cima da cama. - O que aconteceu aqui?
- A Yvonne pediu demissão, porque queria voltar a trabalhar na clínica de reabilitação. Fingia  dor. - Eu concordei e disse que ela poderia ir, já que era só arrumar uma nova enfermeira para cuidar de mim, até por que, ultimamente eu ando sentindo minhas pernas voltarem a ter sensibilidade, e até mesmo estou conseguindo forçá-las no chão, esses dias eu até consegui dar alguns passos. Sorria, fingindo estar emocionada.
- Que bom. Patrick Sorria. - Fico feliz por você.
- Thank You, mas voltando ao assunto, assim que ela disse que estava de partida, eu fui pegar o cheque para pagar o tempo que ela trabalhou esse mês, o que foi um cheque no valor de 10 Mil Dólares.
- Ok, até aqui, tudo bem.
- Mas ela não quis aceitar o cheque, alegando que merecia ganhar mais por cuidar de uma inválida. Começava a chorar. - Eu perguntei quanto ela queria receber então e ela respondeu 30 Mil. Olhava dentro dos olhos de Patrick. - Eu achei um absurdo, até porque, esses 10 mil que eu estava pagando para ela, é bem mais que o combinado.
- Ok, e o que ela fez ao ver que a Senhorita não iria pagar o que ela queria?
- Ela começou a empurrar a minha cadeira, a me jogar de um lado para o outro, até parecia algum animal selvagem. Fingia outro choro. - Ela continuou me empurrando, do quarto dela até a  ponta da escada e começou a me ofender, até que ela me empurrou com a cadeira e tudo e o meu primeiro reflexo foi puxá-la junta. Chorava intensamente. - Isso me faz uma assassina?
- Senhorita Lavínia, se acalme, você agiu em legitima defesa.
- Sério? Limpava as lágrimas, olhando para ele.
- Sim. Sorria. - Bom, com sua licença, eu preciso acompanhar o corpo da vítima para tomar as medidas legais. Se levantava da cama. - Diante do seu estado, eu mesmo vou digitar seu depoimento e trazê-lo depois para a Senhora assiná-lo e se a causa da morte bater com seu depoimento, eu vou declarar o caso como encerrado.
- Que gentileza da sua parte Xerife. Sorria. - Obrigada.
- Por nada, e logo depois do almoço eu vou mandar o médico legista vir aqui, fazer corpo de delito na senhora, só para constar o parecer correto neste caso.
- Tudo bem, eu estarei a disposição. Sorria.
- Bom, qualquer coisa, é só ligar para a delegacia, melhoras. Saía dali,fechando a porta.
- Thank You. Escutava o barulho de Patrick descendo as escadas e logo saindo de sua casa, acompanhando a Ambulância que levava Yvonne dali. - Bando de Trouxas. Lav se levantava da cama, ficando de frente para o espelho. - Merecia um oscar por melhor atuação. Jogava seu cabelo. - Tem gente que pede para ser enganada. Gargalhava.

....

- Bri, onde você está? Ash entrava no Shopping, ligando para a amiga.
- Ash. Dizia ofegante. - Hi, já saiu da prisão?
- Quem está com você? Eu estou escutando o barulho dos beijos. Subia a escada rolante.
- Com o vendedor de uma loja, dentro de um provador. Gargalhava,afastando o homem de si, deixando o mesmo sair.
- Você não muda nunca. Gargalhava.
- Never. Gargalhava. - Já estou saindo da Versace, te encontro do lado de fora, bye. Encerrava a ligação.
- Será que o Jared vai demorar? Olhava as horas no celular, se aproximando da Loja onde Bri estava.
- Espero que ele e a Molly consigam se acertar, pelo bem do bebe. Olhava distraída para as vitrine,sem querer esbarrando em alguém.

Shopping - Mysterious Guy

- Me Desculpe. Um Lindo Loiro, com um belo sotaque Britanico dizia.
- Eu que peço desculpas. Se abaixava, ajudando-o a pegar alguns papéis dele que caíram no chão. - Eu que estava distraída.
- Não foi nada. Reparava no sorriso encantador dela e logo percebia tamanha beleza, ficando admirado.
- Aqui estão seus papéis. Entregava para ele sorrindo e logo se levantavam.
- Thank You? Dizia em um tom de voz curioso, na intenção de saber o nome da Loira.
- Ashley. Sorria perfeitamente. - E mais uma vez, me desculpe. Saía dali, deixando o Belo Loiro pensativo.
- Ash, quem era aquele com quem você estava conversando? Bri via a amiga se aproximar e dizia entusiasmada.
- Não sei, eu esbarrei nele sem querer, nem lembrei de perguntar o nome.
- Ele está olhando para você enquanto está indo embora.
- Ele não deve ser daqui.
- Por que? Dizia pensativa.
- Ele tem um pouco de sotaque Britânico.
- Eu adoro sotaque Britânico, acho um luxo a pessoa sussurrando dirty things  em meu ouvido.
- Parando com o pensamento. Gargalhava.
- Ok, mudando de assunto, como foi com a Molly?
- Foi normal, ela não tem raiva de nós e disse que está bem e tudo aquilo que agente imaginava sobre a Lav e Ela, era verdade.
- Então foi a Molly que mandou aquele vídeo?
- Sim.
- E o Jared?
- Ficou, por que não ela não pode receber duas visitas ao mesmo tempo.
- Então vamos comprar algumas coisas, assim você vai me atualizando de tudo. Bri saía puxando a amiga Shopping a fora.

....




- Jared, você não sabe como é bom te ver. Molly sorria.
- Olha, se você acha que eu vim aqui por que gosto de você, é melhor ir parando por ai.
- Eu sei que você não gosta de mim, e eu peço desculpas por todo mal que eu te causei.
- Como? Dizia surpreso.
- Você não merecia as chantagens que eu fiz, não merecia o término do seu relacionamento com a Nick e nem esse filho que está dentro de mim.
- E somente agora que você percebeu isso? Dizia ironicamente.
- Sabe, quando a Lav me falou sobre você e  principalmente sobre sua condição financeira eu vi uma oportunidade de conseguir minha independência financeira. Sorria, olhando para baixo. - E quando eu te conheci, sua beleza me chamou a atenção de uma maneira...
- E o segredo? Como você descobriu?
- Foi a Lav quem descobriu e me disse, ela também queria que eu ficasse com você.
- A Lavínia? Dizia surpreso.
- Não fique tão surpreso assim, a Lav é uma pessoa perigosa.
- Acho que não tanto quanto você, afinal, você matou seu Ex namorado e manteve a Lav em cativeiro, inventando a própria morte da mesa.
- Jared, você pode dizer o que quiser de mim, mas eu não fiz isso.
- Claro, até por que ninguém nunca faz nada.
- Isso eu não fiz mesmo, sério que você acredita nessa vitimização que a Lav faz? Você acha que eu seria capaz de cortar alguém em pedaços?
- Talvez. Dizia, duvidando de si mesmo.
- Sabe, tem tanta coisa da Lav que você não sabe, inclusive da época de Los Angeles, Vancouver...
- O que você sabe sobre isso? Se interessava.
- Muita coisa, mas como você não crê em mim, não vou perder tempo contando.
- Não se faça de inocente Molly. Se alterava. - Que tipo de pessoa arma um plano para ficar grávida de um homem que não conhece e depois se envolve com outro homem porque a condição financeira era melhor?
- Olha, você pode pensar o que quiser de mim, mas eu não matei o Chad, acredite ou não, eu o amava, na verdade amo. Dizia segura de si. - E toda essa historia que a Lav diz sobre estar paralítica é invenção dela, a Lav é mais perigosa do que você pensa. O olhava nos olhos, percebendo um certo espanto.  - Sabe,Eu não vou ficar tentando explicar como a Lav é perigosa, por que você não vai acreditar mesmo, mas um conselho, fique longe dela, principalmente pelo bem do nosso filho.
- Você chegou no ponto que eu vim tratar. A interrompia. - Como eu vou ter certeza que esse filho é meu?
- Por que eu estou sendo honesta com você, e um teste de DNA pode comprovar tudo.
- Então esse filho realmente é meu?
- Sim, por tudo que for mais sagrado, por esse bebe que está dentro de mim, eu juro que ele é seu.
- Tudo bem. Dizia um pouco mais convencido. - Mais ainda sim farei um DNA.
- Tudo bem, é um direito seu, mas o exame só vai comprovar o que eu estou dizendo.
- Ok, e você já sabe o sexo do bebe? Tem se cuidado direito aqui da cadeia?
- Eu decidi que prefiro saber o sexo na hora do nascimento. Sorria. - E sim, estou fazendo pré natal, todos os exames, minha gravidez está perfeitamente bem.
- Isso é bom. Sorria.
- Jared, me promete que você vai cuidar bem do nosso filho?
- Eu prometo Molly.
- Eu sei que fiz uma grande bagunça na sua vida, mas espero que algum dia você possa me perdoar,por que eu sei que você é uma pessoa boa.
- Sabe, talvez algum dia a mágoa que eu sinta de você passe, mas por enquanto...
- Eu entendo. Olhava nos olhos dele. - E queria te pedir mais uma coisa.
- Diga.
- Quando nosso filho nascer, por favor, diga que eu sumi no mundo, que eu o abandonei, eu não quero ver meu filho crescer vindo me ver na cadeia, aqui não é lugar para ele. Dizia com os olhos se enchendo de lágrimas.
- Tem certeza?
- Tenho.
- Tudo bem. Se levantava da cadeira. - Já vou indo então.
- Quando chegar a hora de eu dar a Luz ao nosso filho, eu mando te avisar. Dizia pensativa. - Quer dizer, eu quero que nosso filho nasça em East St. Louise, no hospital que você trabalha.
- Então é melhor você deixar uma cesária marcada, assim dá tempo de você chegar em East St. Louise.
- Eu sei, e já estou providênciando isso. Sorria. - E só mais uma coisa, tome cuidado com a Lav e nunca deixe ela chegar perto do nosso filho, me promete isso?
- Eu prometo. Saía dali.
Share this article :

1 comentários:

  1. Bom e aqui estou, só pude ler o capítulo agora.

    Amei o capítulo todo, e gostei de ver a Molly sendo verdadeira.
    Só eu senti um clima vindo do Jared pra cima da Ash? ai ai isso aê.

    Nick caiu em si em reação do Misha? ixiiii

    Lav sua vadia, mais outra pra sua lista né? kkkkkkkkkkkkkkkkk Gente eu ri do cinismo dela depois de matar a coitada da Yvonne. kkkkkkkkkkkkkkk
    Não e as historias que ela inventa e conta para a polícia. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Melhor vilã ever. kkkkkkkkkkkkkkkkk

    Gente me abana, Chris Evans na fic, ai se já não bastasse os J's mais Misha. haha foi só uma participação ou ele volta ?

    Ai, enfim capítulo ótimo, amei e já ansiosa por mais.

    ResponderExcluir

 
Support : Your Link | Your Link | Your Link
Copyright © 2013. Supernatural Family | Here's Your Family. - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger