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FanFic - Kill All The Secrets - Capítulo 3.05 - " Stage..."






Nome: Kill All The Secrets (Mate Todos Os Segredos).

Número de Temporadas: 3 

Capítulo: 3.05 - " Stage..." 

Classificação : 18 - Contem cenas de violência,morte,sexo...

Personagens:  Ashley,Brittany, Nickole, Lavínia, Jensen, Jared, Misha, Matthew Devereux, Daphne , Hannah, Maisie, Elle, Lilly, Cecy, Rene, Patrick,

Sinopse: Alguns meses se passaram desde os últimos Acontecimentos. Ash tem sua nova vida em Londres, embora pareca ser difícil deixar certas lembranças no passado, principalmente quando nesse passado, foi deixado o amor de sua vida. Nick tem uma mudança em seu comportamento, aquela garota doce e romântica, não existe mais, alguém extremamente egoísta e insegura assume o controle de sua personalidade. Sua vida pessoal também, parece estar longe de boa, principalmente em casa, onde algo aparentemente não está certo. Bri e Misha, bom, esses parecem viver no paraíso, oops, eu disse paraíso? Me perdoem, o paraíso está mais para um antro de perdição. Assim como a personalidade de Bri, o relacionamento dos dois, é mais confuso ainda, principalmente quando a Loira quer apimentar as coisas. E enquanto a Jared? Bom, esse se encontra na mesma situação de Ash, tirando a parte de ter se mudado, Jared sofre amargamente as consequencias do beijo, consequencias quais fizeram seu melhor amigo se afastar, Sim, Jensen não consegue deixar para trás o que lhe atormenta, justamente por saber que Ash esse tempo todo disse a verdade, como seguir em frente sendo que as lembranças de Ash não permite? E enquanto a Lav? Bom, se você acha que ela está na pior, erro seu,  quero dizer, ela continua presa, mas a prisão não é tão ruim assim quando se tem certos privilégios. Dois novos personagens aparecem, Dafhne e Matthew. Dafh, misteriosa e aparentemente inofensiva. Matt, lindo, rico, educado e apaixonado, Se a perfeição tivesse nome, com certeza ele estaria no topo da lista. E para terminar, por onde anda "L.B." quando a personagem principal não se encontra mais em East St. Louise? Qual a graça de continuar seus jogos se Ash não está mais aqui? Bom, melhor não subestimar sua inteligência,pois quando menos se espera...





3.05 -  " Stage... "
"Estágios"




Ash's Home


- Mommy. Ash a via entrar em seu quarto. - Bom dia. Sorria.
- Bom dia querida, dormiu bem? Se sentava na cama, vendo a filha terminar de enrolar o cabelo com a ajuda de um baby liss.
- Dormi perfeitamente bem. Colocava o baby liss no chão e logo dava uma leve bagunçada no cabelo, jogando um pouco de laque. - Pronta para o meu primeiro dia de estágio. Olhava para a Mãe. - Dona Lilly, conheço muito bem essa cara, o que está acontecendo?
- Eu tenho uma notícia para te dar.
- Boa ou ruim? Dizia receosa.
- Boa, Eu acho acho.
- Ok, diga o que é. Sorria.
- O Patrick me ligou e disse que o Julgamento da Lavínia foi marcado. Dizia rapidamente.
- What? Se assustava. - Até hoje ela não foi julgada?
- Ela contratou um ótimo advogado que conseguiu adiar o julgamento o máximo possível.
- Quando vai ser o julgamento dessa vadia?
- Daqui a Um mês e uma semana.
- Tomara que seja condenada a pena de morte. Se virava para o espelho, pegando a caixinha de Blush, passando-o em suas bochechas com a ajuda de um pincel.
- Ash. Lilly se assustava com a frieza da filha. - Isso soou tão maldoso.
- É porque isso foi dito com certo tom de maldade mesmo. Sorria cinicamente.
- Ashley, nós não devemos guardar ódio das pessoas, isso apenas nos faz mal.
- Mom, a senhora quer que eu não sinta ódio de uma pessoa que sempre estava perto para fazer maldades, de uma pessoa sem um pingo de compaixão pelo próximo, uma pessoa sem escrúpulos, que mata por simples diversão, uma pessoa que matou meu... Percebia que iria falar demais.
- Seu o que? Lilly olhava pensativa.
- Meu namorado, o Henri, eu jamais vou ser capaz de perdoar, ou de sentir outra coisa por ela, a não ser ódio, nojo, repulsa.
- Esse tipo de sentimento não faz bem a ninguém....
- Problema, desejo do fundo do meu coração que a Lav morra espancada em uma prisão, ou eletrocutada na cadeira elétrica. Sorria.
- É melhor deixar esse assunto pra lá. Lilly dizia preocupada. - Eu tenho mais uma notícia para te dar.
- Ok, o que é dessa vez? Se levantava da cadeira, caminhando até sua cama, olhando um vestido que estava separado.
- O Patrick também me disse que esteve em um coquetel de inauguração da Imobiliária do Misha.
- Oh, ele é dono de imobiliária agora? Dizia surpresa.
- Sim, ele comprou aquela que fica na praça da cidade.
- A Bri deve estar adorando isso. Sorria.
- Sim, ela estava super animada com a aquisição do namorado. Olhava para Ash. - Bom, voltando  ao assunto, o Patrick me disse que o Jensen o procurou.
- Não diga mais nenhuma palavra. Ash saia dali um pouco assustada, caminhando até o Closet.
- Acho que você irá gostar de saber disso.
- Mom, não, eu não quero saber dele, pouco me interessa o que ele disse ou deixou de dizer.
- Ash, você não pode se esconder de East St. Louise para sempre.
- Eu posso sim e isso é um direito meu, eu não quero saber de certas pessoas, pouco me importa o que elas digam, façam, ou pensem. Ash dizia alterada. - Quer saber, que se exploda aquela cidade infernal.
- Eu acho que é melhor eu te esperar lá embaixo certo? Matt dizia parado na porta do quarto de Ash, olhando estranhamente para a namorada.
- Matt. Ash olhava para trás assustada.
- Tudo bem, quando você terminar aqui, estarei te esperando na sala. Dava um sorriso sem graça, saindo rapidamente dali.
- Awesome, agora o Matt deve estar pensando que eu sou uma dessas garotas loucas e histéricas. Ash bufava.
- Desculpe por causar isso. Lilly se levantava da cama, caminhando até Ash.
- Está tudo bem, a Senhora não poderia imaginar que ele iria entrar aqui a qualquer momento. Dava um leve sorriso.
- Posso te dar um conselho?
- Claro.
- Eu sei que você passou por muita coisa meses atrás, sei que é difícil para você, mas o Matt merece saber mais sobre você, o Matt tem o direito de saber do seu passado, não estrague seu futuro por medo...
- A senhora pode estar certa, mas eu não quero contar, eu não quero que ele saiba dessa parte da minha vida. Se virava.
- Tudo bem, você é quem sabe. Saía dali.

...

- Nick?  Carmen , secretaria de Jared via a loira se aproximar. - Uau, como você está diferente.
- Resolvi dar uma mudada básica. Sorria. - Senti sua falta aqui ontem. Se encostava no balcão da mesa da secretária.
- Achei que você estivesse começando seu estágio hoje.
- E estou, mas tive que vir aqui ontem receber algumas instruções.
- Ah sim, mas ontem eu estava de folga, graças a Deus.
- Sortuda. Sorria.
- Também sou filha de Deus, mereço descanso. Gargalhava. - Você vai estagiar com o Jared?
- Não, vou estagiar com o Dr. Jake. Sorria.
- Ai, ele é um Senhor tão charmoso. Se abanava.
- Eu percebi, ele me olhou de uma maneira ontem. Dizia pensativa. - Ele é solteiro?
- Até onde sei sim, se eu fosse você, investiria.
- Humm. Dizia pensativa. - Mas ele não mora aqui certo?
- Não, ele mora em uma cidade aqui perto e tem uma clínica particular por lá.
- Interessante. Sorria.
- Você e o Jared não tem mais nada?
- Não, dele a única coisa que quero é distancia. Se virava, encostando suas costas no balcão, dando uma boa olhada em volta.
- Acho que você disse isso cedo demais.
- Porque? Se virava, vendo Jared aproximar. - Oh no, isso só pode alguma praga que me jogaram. Bufava.
- Nick? Jared se aproximava dela. - Achei que aqueles estágios avulsos que  você fazia já tinha acabado. Deduzia ao ver a mesma vestida de branco.
- E isso é da sua conta porque? Olhava cinicamente para ele.
- Porque sou eu quem lhe instrui? Dizia, fazendo a mesma começar a gargalhar. - Está rindo do que? Fiz alguma piada?
- Ai Jared, me poupe. Se virava. - Com sua licença, tenho mais o que fazer. Saía caminhando pelo corredor.
- O que aconteceu entre vocês? Carmen dizia passada com o clima.
- Longa historia. Sorria sem graça. - Já volto. Colocava sua maleta em cima do balcão, saindo atrás de Nick. - Hey. Parava ao lado dela, acompanhando o passo da loira. - Quando que você vai começar a me tratar de uma maneira descente?

Look Nick - Look Jared



- Será que você pode fazer o favor de sumir da minha frente? Fingia um sorriso. - Fui mais educada agora? Dizia no deboche.
- Você precisa deixar essa raiva toda de lado, isso não vai te levar a lugar algum. Parava de frente para ela.
- Isso é problema meu, não seu. Olhava para ele. - Jared, vai se esfregar em outra vagabunda e me esquece.
- Uau, isso porque a Ash era sua amiga. Ficava surpreso.
- Nunca mais. Apontava o dedo para ele. - Pronuncie o nome dessa vagabunda.
- Nick, olhe para você, olhe o tipo de pessoa amargurada que você se tornou.
- Se você não está gostando dessa nova Nick, pergunte para você mesmo quem é o culpado. Dava um leve sorriso, cínico, diga-se de passagem.
- Eu já te pedi desculpas e eu sinto muito por ter machucado seus sentimentos, mas custa você tentar entender o meu lado.
- Como você ousa pedir para eu entender o seu lado? Aumentava seu tom de voz. - Você acha que desculpas vão fazer eu me sentir melhor? Você acha que desculpas vão repor as noites que eu fiquei sem dormir? As horas que eu passei perguntando para mim mesma, " O que é que tem de errado comigo?".
- Eu sinto muito. Olhava para baixo. - E é só isso que eu posso fazer no momento, me desculpar.
- Pegue suas desculpas e enfie elas no lugar que você achar mais conveniente. Passava ao lado dele, voltando a caminhar pelo corredor.
- Espera. Via Nick entrar em uma sala qualquer e logo ia atrás dela.
- Qual a parte do me deixe em paz você ainda não entendeu? Se encostava na mesa do consultório.
- O que você faz aqui no hospital? Você vai estagiar?
- Não que seja da sua conta, mas sim, eu vou estagiar com o Dr. Jake. Olhava as unhas.
- Porque ele? Nós podemos manter uma relação amigável.
- Oh God, mas será tão difícil intender que eu quero distancia de você? Será que vai ser preciso eu desenhar? Dizia irritada.
- Tem certeza? Se aproximava dela.
- Yeah, tenho toda certeza do mundo.  Dizia normalmente.
- Tem mesmo? Ficava de frente para ela, olhando para os olhos de Nick, passando sua mão pela cintura dela, aproximando seus lábios dos dela, quase iniciando um beijo.
- Claro que eu tenho certeza. Dava um chute das partes baixas dele.

....



- Ai Matt, eu não deveria ter mandado você subir. Elle se aproximava do loiro sentado no sofá.
- Não foi nada demais. Sorria.
- Que fique bem claro, a Ash é muito calma e doce, ela apenas não gosta de falar muito sobre o passado dela em East St. Louise.
- Eu sei, dá para perceber que ela tem mágoa dos acontecimentos que lá aconteceram.
- O que fizeram com ela, não se faz com ninguém. Se sentava ao lado dele.
- Sabe, eu não me importo com o que está no passado dela, mas ela deveria se abrir com alguém, isso iria fazer bem.
- O problema é confiar em alguém para contar certas coisas.
- Olhando por esse lado. Dizia pensativo.
- Eu acredito que ela ainda vai contar para você algumas coisas, porque ela gosta de você.
- Eu também gosto muito dela. Sorria.
- Sabe Matt, eu sei que isso não é da minha conta, mas você é o homem certo para ela, você é tudo que ela precisa.
- Ow, eu fico feliz em ouvir isso, tudo que eu quero é fazer a Ash feliz.
- E eu acredito nisso, você faz um bem imenso para a Ash, quando ela chegou aqui em Londres, ela estava perdida sabe, mas se fazia de durona, dizendo que tudo estava bem... Olhava para baixo. - Eu tinha tanto medo de que ela fizesse alguma besteira, mas graças a Deus que você apareceu na vida dela.
- A Ash também me faz muito bem Elle, quando estou com ela nada mais importa. Dava um lindo sorriso.
- Eu fico tranquila e feliz por saber que você é um bom homem e que a faz feliz.


Look Matt



- Matt. Ash descia a escada. - Me desculpe pelo jeito que eu estava lá em cima.
- Vou deixar vocês a sós. Elle saía dali, passando perto de Ash, que sorria para ela.
- Não precisa se desculpar por nada Ash, a Elle estava conversando aqui comigo justamente sobre isso.
- O que ela disse?  Se sentava ao lado dele.
- Que o que fizeram com você, não se faz com ninguém. Olhava para ela.
- Matt, eu não quero perder você. Olhava nos olhos dele.
- E você não vai. Acariciava a face dela.
- Se eu contar para você sobre meu passado em East St. Louise, você pode me deixar e se eu continuar não dizendo nada, eu posso te perder.
- Eu não vou te deixar e eu já disse que o que foi feito no passado, fica no passado.
- Mas você merece saber mais sobre a mulher com quem namora.
- Vamos fazer assim, quando você se sentir pronta, eu estarei aqui, apenas para te escutar.
- Thank You. O abraçava.
- Não tem o que agradecer, eu apenas gosto de você do jeito que você é. Olhava nos olhos dela, se aproximando seus lábios dos dela, iniciando um beijo.
- Você já tomou café da manhã?  Sorria, olhando nos lindos olhos azuis dele.
- Bom, até onde me lembo, tínhamos combinado de tomá-lo juntos.
- Não irei te atrasar para seu treino de polo?
- Nope. Sorria. - Não irei te atrasar para o seu primeiro dia de estágio?
- Se não demorarmos muito, não. Se levantava.
- Tudo bem, vamos tomar café então. Se levantava, indo atrás dela.

...

Home


- Misha, você ainda por aqui? Jensen pausava o filme que assistia.
- Hoje eu só vou para a imobiliária depois do almoço. Se aproximava do amigo, se sentando no sofá ao lado do dele.
- Privilégios de ser o dono. Sorria.
- E também porque não tem nada para eu fazer por lá agora. Olhava para ele. - Você está pensando na Ash? Misha percebia um certo tom de tristeza na voz dele.
- Como adivinhou? Sorria um pouco sem graça.
- Isso não é algo difícil de adivinhar.
- Sabe, me sinto um idiota aqui, lamentando por alguém que perdi, por alguém que eu nem sei ao menos onde está. Dava play no filme.
- Isso é normal, você ainda a ama, sente saudades. Olhava para ele.
- O pior de tudo, é saber que eu a magoei e que esse amor que eu sinto por ela agora, faz eu sentir a dor que ela sentiu quando foi embora daqui.
- Não fique se culpando por isso, por mais injusto que você tenha sido, você tinha suas razões.
- Jensen, você precisa seguir em frente, ficar revivendo certos erros não faz bem a ninguém. Bri dizia chegando na sala. - Se eu não estivesse namorando, faria até esse sacrifício. Se sentava no colo de Misha, que a olhava assustado.

Look Bri - Look Misha - Look Jensen
- O que foi? Dizia naturalmente. - Eu ficaria mesmo.
- Mudando o rumo da conversa um pouco. Jensen sorria sem graça. - Você dormiu aqui?
- O que você acha? Sorria. - Falando nisso, tem algo para comer? Estou faminta.
- Tem aquela coisa que a Girafa que habita aqui chama de café. Jensen fazia cara de nojo.
- Ew, café do Jared? Eu passo. Bri também fazia cara de nojo.
- Você quer ir tomar café no Grill então? Misha acariciava a face dela.
- Eu prefiro. Sorria.
- Ok, então vamos. Ambos se levantavam.
- Você vem Jens? Bri olhava para ele.
- Podem ir, eu  vou ficar aqui e terminar de ver esse filme.
- Fine, então vamos Bri?
- Será que você pode ir indo na minha frente?  Bri olhava para Misha. - Tem algo que eu preciso conversar com o Jensen.
- Tudo bem, mas não demore. Dava um selinho nela.
- Ok. O via sair dali e logo se sentava ao lado de Jensen.
- O que você quer conversar? Olhava para ela.
- Então, há um tempinho atrás, eu fiquei sabendo de algo relacionado a Ash e Você. Dizia um pouco receosa.
- O que exatamente?
- Sabe quando ela tinha certeza de que ia morrer?
- Você quer dizer, quando ela iria se sacrificar e acabar satisfazendo as sandices da Lav?
- Isso. Sorria. - Então, o Jared tempos a trás me disse que antes dele a beijar. O via revirar os olhos.
- Olha, eu não quero saber os detalhes disso...
- Espera, lembra que ele te disse que a Ash parecia estar se despedindo?
- Claro que eu me lembro, traíra duas caras.
- Então, ele acabou esquecendo de falar algo que talvez possa parecer irrelevante...
- O que por exemplo? Olhava para ela.
- A Ash pediu para ele contar a você, que ela iria deixar uma caixinha enterrada no jardim da casa dela e que você  iria saber onde...
- What? Dizia surpreso. - Caixa? Porque você está me contando isso somente agora?
- Sorry, mas vendo seu sofrimento, vendo você pelos cantos, eu não queria te machucar mais e eu não imagino ao certo o que possa ter dentro dessa caixa. Olhava para baixo. - Mas vendo você assim, talvez o que tenha dentro dessa caixa possa ajudar.
- Ok, eu sei que você não fez por mal, obrigado por se preocupar comigo. Olhava para ela. - Agora, como que eu vou na casa da Ash cavar no jardim dela?
- Eu posso dar um jeito nisso, além do mais, o Patrick está na delegacia, Lilly está para Londres e a nova empregada da casa não fica por lá... Pensava por um instante. - No final da tarde nós vamos lá, tudo bem?
- Yeah, assim que você for para a casa da Ash, me liga.
- Combinando, só não podemos demorar muito porque já tenho planos para a noite. Gargalhava. - Agora deixa eu ir comer algo porque meu estomago já está reclamando. Se levantava. - Tem certeza que não quer nada do Grill?
- Não precisa, thanks.
- Ok, volto logo. Saía dali, deixando Jensen sozinho vendo seu filme.

...


Vanity Fair




- Você está ansiosa? Matt dizia ao parar seu carro em frente a Sede da Vanity Fair.
- Um pouco. Sorria para ele.
- Vai dar tudo certo, mas por precaução. Se aproximava dela, iniciando um beijo. - Para dar sorte.
- Acho que isso já é o suficiente. Olhava para ele. - Agora eu preciso ir. Abria a porta do carro.
- Quando acabar me liga, eu venho te buscar.
- Não precisa, eu pego um táxi. Fechava a porta.
- Ok.Via Ash atravessava a rua.

Look Ash - Vanity Fair
- Bye. Ash acenava para ele ao entrar no edifício, Ash passava por um corredor com lindos quadros, exibindo fotos de alta costura, a Loira virava a Direita, seguindo caminho até a Recepção, onde passava seu cartão, dando passagem para a área Interna da Revista. Ash seguia caminho por um longo corredor, que dá acesso a Recepção da sala da Editora Chefe, Elizabeth Carter.



- Olha só quem chegou. Jenny, também estagiária, comentava com Rafaelli, secretária de Elizabeth.
- Aposto que não dura uma semana aqui. Dizia baixinho, sentada ao lado da estagiária.

Rafaelli Libourg - Elizabeth Carter


- Ashley, Hi. Elizabeth dizia ao sair de sua sala.
- Elizabeth, bom dia. Se aproximava dela.
- Espero que esteja pronta para seu primeiro dia.
- Eu estou. Sorria.
- Ótimo, Eu estava pensando comigo mesma e decidi te colocar como minha segunda secretária, porque assim, você vai aprender mais rápido sobre o trabalho na Revista e principalmente, será mais útil.
- Eu achei que iria para a redação junto com os outros estagiários... Dizia surpresa.
- Seria tolice minha fazer isso. Sorria.
- Eu fico honrada com a confiança depositada em mim. Sorria de volta.
- Sendo assim, essa é a sua mesa. Apontava para ela. - Qualquer dúvida que você tiver, pode perguntar para a Rafaelli. Apontava ela.
- Sim Senhora.
- Ok, agora preciso voltar para minha sala porque estou em uma reunião Importantíssima. Se virava. - Tenha um bom primeiro dia de trabalho. Saía dali.
- Igualmente Elizabeth. Ash se virava, colocando sua bolsa em cima de sua mesa, se sentando na cadeira, olhando para Rafaelli.
- Algum Problema? A secretária dizia.
- Não, é que, porque a Elizabeth precisa de Três secretárias?
- Primeiro porque ela é uma mulher muito ocupada, tendo que controlar tudo que pode ou não ser publicado na Revista, porque ela tem que decidir Temas para capas, Reuniões, entre outras cosias, além claro de ter que enviar a Edição da Revista para New York para ser aprovada a publicação.
- Humm. Dizia pensativa. - E o que eu tenho que fazer aqui?
- Querida. Jenny se intrometia. - A Rafaelli não é nenhum manual de instruções.
- Ok, mas eu não perguntei nada para você. Sorria cinicamente.
- Me desculpe. Rafaelli controlava o riso. - O que você tem que fazer é simples, atender telefonemas, anotar recados, obedecer ordens da Elizabeth... Parava de falar ao escutar o telefone tocar. - Sim Elizabeth. Atendia, escutando a Voz da Editora por alguns instantes. - Ok. Encerrava a ligação. - Jenny, Elizabeth está pedindo para você ir buscar o café descafeinado dela, detalhe, ela quer isso em dentro de 10 minutos.
- Ok. Olhava para Ash. - Queridinha, como você é mais nova, pode ir buscar, a cafeteria que a Elizabeth gosta fica na esquina.
- Eu não recebo ordens suas fofa. Ash olhava para ela. - Se você não dá conta de realizar o trabalho, peça demissão.
- Você é mais nova aqui, logo, eu mando em você. Jenny retrucava.
- Jenny, anda logo, a Elizabeth mandou você. Rafaelli se estressava.
- Tá bom. Saía dali correndo.
- Ai, não liga muito para ela, Jenny é muito mimada.
- Eu percebi. Sorria e logo atendia uma ligação.

....



- Sua maluca. Jared se agachava no chão sentindo a dor que o chute de Nick havia causado . - Você não pode sair por ai batendo nessas partes.
- Que engraçado, você também não pode sair por ai beijando pessoas sem autorização. Gargalhava.
- Está tudo bem aqui? Dr. Jake entrava em sua  Sala, percebendo o estranho clima.
- Claro, ele só está procurando por uma pulseira que eu perdi, mas acho que não está aqui. Nick inventava um desculpa.
- É, acho que você deve ter perdido isso antes de chegar aqui no hospital. Jared levantava, fingindo não  sentir nada.
- Humm. Jake dizia pensativo, se aproximando de sua mesa. - Que pena. Abria um lindo sorriso. - Era alguma pulseira de valor?
- Não, não tinha importância alguma, era apenas um pulseira nova.
- Ainda bem. Sorria. - A propósito, acho que não fomos apresentados direito ontem. Se aproximava. - Prazer, Jake Vernon, encantado. Pegava a mão dela, beijando-a.
- Prazer Doutor Jake. Sorria. - Nickole, mas pode me chamar de Nick.
- Tudo bem Nick e você pode me chamar apenas de Jake.
- Ok Jake.
- Fico feliz que vamos ser colegas de trabalho, será ótimo ter tamanha beleza presente no meu dia.
- Era só o que faltava, como se já não bastasse ela me odiando, agora aparece outro medico, mais velho e bonitão. Jared observava a cena enciumado.
- Eu é quem fico feliz em saber que irei estagiar com um médico que tem certo tempo de carreira. Olhava para Jared.
- Saiba que eu estarei aqui a sua disposição, para o que você precisar. Sorria perfeitamente.
- Oh, caso você precise de ajuda com ela, eu posso ajudar também. Jared se intrometia. - Eu já fui instrutor dela algumas vezes.
- Well, tenho certeza que sua ajuda não vai ser necessária. Nick sorria.
- Bom, obrigado por se oferecer, pode ter certeza que se eu precisar, não hesitarei em pedir.
- Ok, as ordens. Jared sorria.
- Sabe Jake, eu estava pensando aqui. Enrolava uma mecha de cabelo. - Semestre passado na faculdade, eu andei tendo algumas dúvidas que eu acabei não esclarecendo, seria incomodo para você encontrar comigo mais tarde? Nick fazia cara de oferecida.
- Ué, ele pode muito bem tirar suas dúvidas enquanto você está estagiando. Jared se intrometia.
- Engraçado que eu estou conversando com o Jake, você escutou eu falar Jared por acaso? Nick olhava para o Ex, o fuzilando com o Olhar.
- Bom, eu acho que tenho uma ideia melhor, você gostaria de Jantar comigo? Jake fazia ela olhar para si.
- Claro, eu adoraria.
- Ah, poderíamos fazer um encontro duplo então, assim eu levaria minha ficante. Jared provocava Nick.
- Por mim, etá tudo ótimo. Jake concordava.
- Que horas podemos ir? Nick olhava para ele.
- As Oito? Pode ser ?
- Por mim, está ótimo. Nick concordava. - Em que lugar?
- No Grill?
- Yeah, perfeito.  Jared sorria.
- Ok, se você me dá licença agora, preciso ir ao banheiro. Nick sorria sem graça e logo passava por Jared, que ia atrás dela.

- Você é um intrometido, isso era pra ser um Jantar apenas meu e do Jake. Nick se virava para trás, apontando o dedo para Jared.
- Desculpe ter interferido nos seus planos, foi o destino. Dizia ironicamente passando por ela, que espumava de ódio.

....




- Quem era no Telefone? Rafaelli olhava para Ash.
- Mario Testino, queria conversar com a Elizabeth sobre o conceito da Capa do Próximo Mês.
- E o que você disse?
- Que ela estava em reunião mas que logo depois a Elizabeth Ligaria.
- Humm, até que você é esperta. Dizia enquanto digitava algumas coisas.
- Well, thanks. Sorria.
- Você além de tudo é sortuda, está começando aqui como secretária, eu ralo aqui por 5 anos, comecei como estagiária, depois fui para a parte do porão da Loja, onde se encontra todas as roupas usadas nos editoriais da revista, depois fui para a recepção e finalmente comecei como secretária da Elizabeth.
- Você começou naquela salinha onde fica cheia de pessoas e estagiários?
- Sim e acredite, aquilo é um inferno.
- E porque eu estou começando aqui?
- Oh querida, não questione, a Elizabeth deve ter ido muito com a sua cara.
- Até demais. Dizia pensativa.

- Ai, Cheguei. Jenny colocava o café em cima da mesa de Ash e logo se virava, olhando para Rafaelli. - Eu demorei muito? A Elizabeth reclamou? fez cara feia? Esboçou alguma expressão negativa?
- A porta dela está fechada até agora, logo, não tem como eu saber. Rafaelli sorria.
- Que medo de entrar. Jenny dizia receosa.
- Medo? Você fez algo errado? Ash se intrometia.
- Isso é praga sua. Jenny se virava para ela.
- Darling, eu tenho mais o que fazer do que desejar o seu mal.
- E eu acredito muito nisso. Dizia descrente enquanto pegava o copo de café e logo saía dali, batendo na porta da sala de Elizabeth, entrando ali.
- Elizabeth, seu café. Jenny se aproximava dela, entregando o café para a chefe.
- Que demora. Pegava das mãos dela e logo, retirando o lacre da parte de cima, dando uma boa golada. - Que nojo. Cuspia o café na lixeira ao lado de sua mesa.
- O que tem de errado? Jenny se desesperava.
- Eu pedi café descafeinado e você trouxe café expresso. Aumentava seu tom de voz.
- Me desculpe, mas eu fiquei na dúvida na hora...
- Você trabalha aqui há uma semana e até hoje não sabe que o tipo de café que eu tomo é descafeinado? Dizia naturalmente.
- Me desculpe Elizabeth, eu prometo que isso não vai acontecer.
- Disso você tem razão, não vai mesmo.
- Obrigada pela chance.
- Não querida, pode pegar suas cosias e RUA. Apontava a porta de saída para ela.
- Não, por favor, me dê outra chance. Jenny se ajoelhava.
- Ou você sai agora ou eu chamo os seguranças para te tirarem a força.
- Tudo bem, eu já estou indo. Se levantava, saindo rapidamente dali.

- Jenny, você está cansada de saber que a Elizabeth não toma café a não ser descafeinado...
- Eu acabei me confundindo. Pegava sua bolsa na mesa de Rafaelli. - Espero que eu consiga outro estágio, bye pra você. Saía dali de cabeça baixa.

......




- Lav. Rob chegava até a cela da vadia afoito.
- O que foi? Se levantava da cama, jogando a revista que lia no chão. - O que está acontecendo? Se aproximava da porta, olhando para ele.
- O Xerife está tentando conseguir uma ordem para bloquear seus bens.
- What? Sentia um leve mal estar. - Como esse velho ousa, isso não pode acontecer. Dizia aflita.
- Você não tem nenhuma conta secreta?
- Claro que eu tenho, mas a maior parte do meu dinheiro se encontra na América, sem contar nos meus bens, jóias.
- Oh. Dizia preocupado.
- Porque esse velho está fazendo isso?
- Bom, toda sua fortuna é proveniente da sua Mãe, qual você matou e quando isso ocorre, Um beneficiário maior matar a vítima por dinheiro, o Direito a herança é bloqueando, ou seja, você perde o direito de receber a Herança, que acaba indo para o estado...
- Meu dinheiro ir para o bolso desses velhos do senado? Gargalhava. - Mas é nunca. Dizia pensativa. - Porque esse velho caquético do Xerife está fazendo isso agora?
- Porque não restam provas de que você é a culpada pela morte da sua Mãe e também, ele sabe que você pode usar seus bens para subornar as pessoas.
- Me empresta o seu celular.
- O que você vai fazer? Destrancava a porta, entrando na cela da vadia.
- Impedir que meus bens sejam tomados. Olhava para ele.
- Ok. Retirava seu celular do bolso, Entregando-o  para a vadia.
- Thank You. Começava a discar os números, iniciando a chamada. - Harold d'Albert? Lav dizia cinicamente.
- Sim, quem fala?
- Não reconhece mais a voz da sua cliente? Gargalhava.
- Lavínia? O advogado dizia surpreso. - Você foi solta?
- Não, graças a sua incompetência.
- Então como você está me ligando?
- Eu tenho meus truques. Olhava para Rob.
- Ok, o que aconteceu para você estar me ligando?
- Você sabia que o Xerife está tentando bloquear os meus bens?
- Não, eu não fazia ideia.
- Claro, porque é um incompetente, imprestável, lerdo, que não serve nem para mover essa bunda gorda dessa cadeira do seu escritório.
- Olha a maneira que você fala comigo mocinha.
- Falo do jeito que eu bem intender e agora se cale, tenho um servicinho para você.
- Que servicinho? Dizia surpreso.
- Você vai mover todo meu dinheiro para uma conta na Suíça.
- What? Dizia surpreso. - Eu não posso fazer isso, se o Xerife conseguir bloquear os seus bens...
- Pouco me importa as consequências disso, você vai fazer o que eu estou mandando ou posso entregar aquelas fotos de você beijando seu secretário para sua esposa. Gargalhava. - Ah, posso enviar um Dvd com cenas especiais, de vocês se atracando no seu escritório, acho que ela vai amar, sua filhinha também, ou será que isso é impróprio para crianças? Dizia pensativa.
- Tudo Dona Lavínia, eu vou fazer isso para a Senhora, eu apenas preciso da sua senha, seus dados eu já tenho aqui.
- Thanks Dr. Harold, vou enviar uma mensagem de texto com a Senha, espero que você tenha sucesso na transação, ah, se não for pedir muito também, dê um jeito de retirar minhas joias do banco, elas tem um valor sentimental, quer dizer, valor sentimental não tem, mas material, tem e muito. Gargalhava.
- Tudo bem Dona Lavínia, eu vou fazer o meu melhor.
- Ok Doutor, estarei esperando notícias, Bye. Encerrava a ligação.
- Uau, estou surpreso com você. Rob olhava para ela, sentado em cima da comoda.
- Você ainda não viu nada. Sorria se aproximando dele.
- Sabe que eu gosto desse perigo que você passa. A puxava para si.
- Sabe do que eu gosto? Aproximava seus lábios dos dele. - Disso. Iniciava um beijo, prensando o policial na parede.
- Lav. Rob a afastava de si.  - É melhor não, o Xerife pode entrar aqui a qualquer momento e...
- Você tem razão, melhor você ir e caso o Harold mandar uma mensagem de texto, me avise.
- Ok, vai dar tudo certo.
- Claro que vai, aquele velho não do Harold não ousaria fazer de bobo com a minha cara. Via Rob se distanciar.
- Até mais tarde.
- Bye. Dava tchauzinho para ele. - Patrick, Patrick, Patrick, você anda me saindo um tremendo velho enxerido, não gosto disso. Dizia pensativa, caminhando até a cama. - Queria ser uma mosquinha para ver a cara de decepção dele ao ver que minha fortuna estava se esgotando. Gargalhava maleficamente.

...


- Rafaelli. Elizabeth saia de sua sala, olhando para a secretária. - Eu estou de saída agora e devo voltar antes do Meio dia, ao chegar aqui, quero meu almoço em cima da minha mesa.
- Tudo Bem Elizabeth. Sorria.
- E aproveite que você já vai sair para ir pegar meu almoço e passe na lavanderia e  pegue algumas roupas que estão no meu nome, depois eu quero que você marque uma reunião com o Noel (Diretor de Moda Da Revista) para discutirmos detalhes da próxima edição.
- Mais alguma coisa Elizabeth. Dizia anotando em seu bloquinho.
- Oh Sim, já sabe que meu almoço é algo bem leve, sem Glúten, lactose ou qualquer coisa de procedência animal. Dizia pensativa. - Ah, veja com a Ashley o que ela está a fim de almoçar porque ela vai comigo agora até ao Estúdio de um Estilista novo, porém, talentosíssimo que eu descobri durante minhas visitas em Faculdades.
- Ela vai com a Senhora? Dizia surpresa.
- Sim, porque? algum problema? Olhava para ela.
- É que achei que eu iria junto. Dizia desapontada.
- Bom, mudança de planos. Se virava para Ashley. - Ashley, esteje pronta em dentro de Dez minutos, assim que eu sair da minha sala já estaremos indo.
- Tudo bem Elizabeth e só para constar, o Mario Testino ligou e...
- Ok. A interrompia. - Ligue para  ele agora e me passe a ligação.
- Sim Senhora. A via sair dali e fazia o que a Editora Chefe mandava.
- Que ótimo, eu trabalho nessa revista por cinco anos e nunca, nunca, tive a oportunidade de acompanhar a Elizabeth para esses lugares, agora, que eu havia sido promovida, estava achando que iria ter mais importância, mas não, a recém chegada já está no status de queridinha. Rafaelli começava a reclamar rapidamente.
- Rafaelli. Ash dizia ao passar a ligação para a sala de Elizabeth. - Não era minha intenção, me desculpe.
- Não, tudo bem. Fingia um sorriso. - O que você vai querer para seu almoço?
- Pode ser o mesmo da Elizabeth, assim não te dá trabalho. Olhava para ela. - E me traga a notinha para eu repor o Dinheiro.
- Great, eu, tendo menos importância que a estagiária que está aqui a menos de Três horas... Rafaelli continuava reclamando.
- Me Desculpe. Ash pegava sua bolsa na mesa e logo se levantava, saindo dali.
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1 comentários:

  1. Aeee, acabei de ler o capítulo e como sempre, amei.
    A vida da Ash tá num badalo só, é curso, estágio, namoro.
    Só eu que estou com a impressão de que a Elizabeth está interessada no que a Ash pode trazer com a Fama de Namorar o Matt para a revista?

    Nick e Jared, mas Gente, nunca imaginaria que a Nick ficaria desse jeito um dia. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Apesar que eu ri.

    Nick, velho não, chesus, perdoa o Jay Logo.

    Ai que dó do Jensen, quero nem ver o que vai acontecer quando encontrarem essa caixinha.

    Morrendo com a Bri, gente, adoro ela, é a mais direta de todas.

    Jenny foi despedida, bem feito.

    Rafaelli, me deu dó no fim e me lembrou o diabo veste prada. Amo muito.

    Lav é uma peste sem fim, até da cadeia continua a mesma vadia de sempre. kkkkkkkkkkk

    Amei o Cap, querendo continuação já.
    Adorei as músicas e os Looks estavam divinos.

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